Wii U é um console de videogame da Nintendo.[6][7][8][9] Foi apresentado na Electronic Entertainment Expo (E3) em 7 de junho de 2011 como o sucessor do Wii. Logo após o anúncio houve uma queda de 5,7% nas ações da Nintendo,[10] uma grande baixa que não ocorria desde o lançamento do Wii em 2006.[11] No sistema on-line, uma mudança perspectiva já revelada é sistema de contas únicas dos usuários, abandonando os Friend Codes do Wii. O Wii U foi lançado em 18 de Novembro de 2012 na América do Norte, 30 de Novembro na Europa e em 8 de Dezembro no Japão.No Brasil, seu lançamento oficial foi no dia 26 de novembro de 2013, pelo valor de 1,9 mil reais.Através de importadores, no entanto, o produto já estava disponível. Sua classificação em geração é controversa, alguns afirmam que é de oitava geração, rumores esses que apareceram logo depois do seu lançamento quando não se conhecia as especificações técnicas do console;. Logo depois algumas fontes afirmaram, com base nas especificações técnicas do console[18] que ele se enquadraria de melhor forma na sétima geração, devido a similaridade de poder computacional entre ele, Wii U, e o Playstation 3 e Xbox 360; além de ambos compartilharem da mesma arquitetura, PowerPC, ao contrario do Playstation 4 e Xbox One que usam arquitetura x86_64.
O Wii U teve recepção mista da imprensa, e lenta adoção pelos consumidores. Apesar de ter sido lançado um ano antes que seus competidores, o PlayStation 4 e Xbox One, o Wii U’s vendeu menos que ambos (10 milhões de unidades até outubro de 2015).[20] A crítica notou alguns problemas com aspectos da interface de usuário do console e a baixa potência do Wii U comparado com PS4 e Xone e a limitada usabilidade do Game Pad com tela em vários grandes títulos, uma campanha de marketing confusa da Nintendo, e o incipiente apoio das third-party em comparação aos competidores. Várias third-party conhecidas como Electronic Arts e Ubisoft diminuíram drasticamente o suporte dado ao Wii U em comparação ao PlayStation 4 e Xbox One. A produção do Wii U terminou oficialmente em janeiro de 2017. Em março de 2017, a Nintendo lançou um novo console caseiro, o Nintendo Switch
O console foi concebido em 2008,[24] após a Nintendo reconhecer várias limitações e desafios do Wii, como a percepção geral de que o produto era orientado exclusivamente para o público casual. Com o Wii U, a Nintendo espera atrair os jogadores hardcore de volta. O designer de jogos Shigeru Miyamoto admitiu que a falta de capacidades de alta definição (HD) e a infraestrutura limitada de rede do Wii também contribuíram para que o sistema fosse tratado de maneira separada em relação aos seus concorrentes, o Xbox 360 e o PlayStation 3.Foi decidido que um eventual novo console necessitava de importantes mudanças estruturais.
Dentro da Nintendo, houve muito debate sobre o sucessor do Wii, e o projeto foi abandonado e reiniciado várias vezes.[28] O conceito de uma tela sensível ao toque inserida dentro do controle foi inspirada pela luz azul do Wii que indicava novas mensagens.[29] Miyamoto e sua equipe queriam incluir uma tela pequena para fornecer informações adicionais aos jogadores (de forma similar à VMU do Dreamcast). conceito que foi sugerido, mas não viável financeiramente, no começo do projeto
O console é compatível com a CryEngine 3 e a Unreal Engine 3. Joel Bylos, produtor da Funcom elogiou o Tablet Controller do Wii U e disse que o tablet é excelente para jogos massivos.[82] Na E3 de 2012, Reggie Fils-Aime declarou que o Wii U suporta dois Wii U Gamepad,[83] mas a exibição de quadros cai para 30 por segundo. O Wii U está disponível em duas cores: preto (Deluxe Set) e branco (Basic Set)
Além de introduzir novas formas de jogar, o Wii U também oferece aos usuários uma variedade de jogos e recursos para melhorar a experiência geral:
Wii U Gamepad: O controlador de Wii U Gamepad possui uma tela sensível ao toque e também pode funcionar como infravermelho remoto da TV, se os usuários estão assistindo TV ou jogando um jogo. Assim como para jogos, o gamepad também possui travas de região funcionando da mesma forma que as travas de regiões para jogos.
Near Field Communication (NFC): O Wii U Gamepad tem a capacidade de comunicar sem fios com objetos que são mantidos acima dele. Isto permite uma variedade de novas possibilidades interessantes para jogos e atividades.
Wii U Pro Controller: Foi lançado junto com o Wii U, é uma atualização do Classic Controller do Wii é destinado a jogadores mais hardcore com um design mais próximo aos controles do Xbox One e PlayStation 4.
Feliz ano novo! E já vou começar sendo direto: 2026 tem tudo para ser um ano completamente maluco para o universo do Sonic. Filme, possíveis animações, séries, remakes, novos jogos, fan games e muito mais. É sobre isso que vamos falar agora.
A Sega claramente está em um momento estratégico com a franquia, e mesmo que muitos vazamentos estejam circulando por aí, vou focar aqui no que é oficial, no que faz sentido dentro do histórico da empresa e no padrão de lançamentos do Sonic.
O estado atual dos jogos do Sonic
O último grande jogo 3D da franquia foi Sonic x Shadow Generations, que apesar de trazer conteúdo novo com o Shadow, ainda é essencialmente um remaster.
Já Sonic Racing CrossWorlds entra claramente na categoria de spin-off, e isso é importante para entender o cenário atual.
Muita gente acredita que 2026 pode trazer um novo jogo 3D principal, algo como uma sequência direta de Sonic Frontiers, mas sendo bem sincero: 👉 eu não acredito que isso vá acontecer este ano.
O motivo é simples: o Sonic Racing ainda tem várias DLCs planejadas, a Sega já fala até em um segundo ano de conteúdo, com novas temporadas e personagens. Isso muda completamente o ritmo de lançamentos.
Se não tivermos um jogo 3D totalmente novo, o caminho mais lógico seria um relançamento.
O próprio Sonic x Shadow Generations mostra que a Sega está confortável em revisitar jogos antigos. Por isso, uma possibilidade muito comentada é uma coletânea no estilo Mario 3D All-Stars, reunindo jogos da Era Adventure, como:
Sonic Adventure
Sonic Adventure 2
Sonic Heroes
Isso ainda é especulação, claro, mas faz sentido para preencher o calendário.
O retorno do Werehog?
Outro ponto curioso é o destaque recente do Werehog, personagem de Sonic Unleashed. A Sega vem fazendo muitas referências a ele, tanto em jogos mobile quanto nas redes sociais. Inclusive, ele aparece como personagem desbloqueável para quem comprou o Sonic Racing na pré-venda.
👉 Isso levanta a dúvida: será que a Sega planeja um remaster ou porte de Sonic Unleashed para a nova geração?
Se isso acontecer, imagino algo parecido com o tratamento dado a Sonic x Shadow Generations:
gráficos melhorados
melhorias técnicas
legendas em português, o que seria incrível para novos jogadores
Seria perfeito… mas ainda precisamos esperar.
E um novo Sonic Clássico?
Se tem algo que faz muito sentido em 2026, é o retorno do Sonic Clássico.
O último jogo solo clássico foi Sonic Superstars, lançado em 2023. Ou seja, já teríamos um intervalo ideal.
Hoje, a Sega trabalha o Sonic em ciclos bem definidos:
jogo 3D
remaster
spin-off
jogo 2D
Por isso, um novo jogo 2D do Sonic em 2026 seria totalmente plausível.
Alguns fãs sonham com algo mais experimental:
um Sonic Clássico em 3D isométrico
algo na linha de Sonic 3D Blast, mas sem a mecânica dos Flickies
ou até algo inspirado em Penny’s Big Breakaway
Eu, particularmente, acho difícil… mas sonhar não custa nada.
Sonic Dream Team pode sair do Apple Arcade?
Outro projeto que não pode ser ignorado é Sonic Dream Team.
O jogo já recebeu várias atualizações e segue exclusivo do Apple Arcade, mas sabemos que alguns títulos da plataforma acabam migrando para consoles, como aconteceu com o jogo das Tartarugas Ninja.
👉 Não seria absurdo imaginar o Sonic Dream Team chegando aos consoles depois de consolidado.
Sonic Heroes Remaster? Aqui faz sentido!
Se a Sega optar por remasterizar apenas UM jogo da Era Adventure, na minha opinião, o melhor candidato é Sonic Heroes.
Por quê?
é o mais longo
é acessível para novos jogadores
conecta bem com o cinema
A jogabilidade hoje envelheceu mal (parece que os personagens estão sempre patinando no gelo 😅), mas com ajustes, poderia virar um excelente remaster.
E mais: com Metal Sonic ganhando destaque no cinema, relançar um jogo onde ele é fundamental para a história seria uma jogada perfeita de marketing.
DLCs, eventos e fan games
Mesmo que nenhum jogo inédito saia em 2026, conteúdo não vai faltar:
Mais DLCs de Sonic Racing
Personagens novos (inclusive a aguardada DLC do Mega Man)
Sonic Amateur Games Expo (SAGE) – focada em fan games
Sonic Hacking Contest – mods e hacks incríveis
Esses eventos sempre entregam coisas absurdamente criativas para quem acompanha a comunidade.
Sonic Central, Sega Direct e os 35 anos do Sonic
2026 marca os 35 anos do Sonic, então é praticamente impossível a Sega deixar essa data passar em branco.
Existe a possibilidade de:
retorno do Sonic Central
ou até uma Sega Direct, misturando Sonic, Persona e Like a Dragon
Seria simplesmente incrível.
Sonic 4: o filme e o futuro do cinema
Por fim, temos Sonic the Hedgehog 4, que estreia no início de 2027.
Seguindo o padrão dos filmes anteriores:
primeiro trailer deve sair entre outubro e dezembro de 2026
possivelmente no The Game Awards
Além disso, há rumores de:
spin-off do Shadow
sequências mais próximas umas das outras
um filme 100% animado do Sonic, inspirado no sucesso do Mario
Se isso acontecer… é o sonho se realizando.
E agora?
Agora eu quero saber de você 👇 Você acha que 2026 vai trazer:
um novo jogo 2D?
um grande remaster?
mais DLCs?
ou tudo isso junto?
Esse é o ano de aniversário de 35 anos do Sonic. Muita coisa pode acontecer… ou nada pode acontecer (o clássico da Sega 😅).
Mas uma coisa é certa: eu vou estar aqui com vocês, enlouquecendo a cada anúncio.
Metroid Prime 4 é Bom Mesmo? Análise Completa do melhor jogo do Nintendo Switch 2
Metroid Prime 4 divide opiniões com seu mundo semiaberto, foco em exploração e mudanças na jogabilidade. Veja a análise completa com pontos positivos, negativos e final explicado.
Metroid Prime 4 chegou cercado de expectativa. Depois de anos em desenvolvimento, reinícios e silêncio absoluto da Nintendo, o jogo finalmente foi lançado prometendo renovar a franquia. Mas será que conseguiu?
Neste artigo, vou analisar tudo o que Metroid Prime 4 faz de certo, onde ele erra e se realmente vale a pena jogar.
Metroid Prime 4 tenta reinventar a franquia
O jogo aposta forte em uma estrutura que mistura exploração, narrativa e mundo semiaberto, algo que não fazia parte da essência da franquia original.
Apesar disso, ele ainda carrega o DNA clássico do Metroid:
exploração metódica
backtracking
progressão por habilidades
foco em ambientação
O problema é que essa nova abordagem nem sempre funciona.
Metroid Prime 4 não é um mundo aberto de verdade
Mesmo parecendo um mundo aberto, o jogo é altamente limitado.
Você explora grandes áreas conectadas, mas:
só avança quando desbloqueia habilidades específicas
precisa seguir uma ordem pré-definida
muitas áreas parecem abertas, mas são bloqueadas artificialmente
Isso faz com que o jogo finja liberdade, mas mantenha tudo sob controle.
Combate funciona, mas não é o foco
O combate é sólido e bem construído, principalmente nos chefes. Porém, o foco do jogo não é ação intensa, e sim exploração e observação.
Se você espera algo próximo de um FPS rápido, vai se frustrar.
Metroid Prime 4 é mais sobre entender o ambiente do que reagir rapidamente.
Samus muda, mas continua distante
Após a recepção negativa de Metroid: Other M, a Nintendo optou por deixar Samus praticamente muda.
Ela quase não se expressa. Outros personagens falam por ela.
Isso cria uma narrativa estranha, distante e pouco emocional. Em muitos momentos, parece que os acontecimentos não têm peso real.
História ambiciosa, mas irregular
A trama envolve:
uma civilização extinta
cristais psíquicos
um planeta condenado
o retorno de Silux
A ideia é boa, mas a execução sofre. Muitos personagens surgem e desaparecem rápido demais, sem criar conexão emocional.
O vilão tem presença, mas não impacto suficiente.
O problema do mundo aberto e da moto
A inclusão da moto e das áreas abertas é um dos pontos mais controversos.
O mapa é grande, mas vazio. A exploração vira deslocamento. A moto serve mais como transporte do que como mecânica divertida.
O jogo tenta ser um Zelda moderno, mas não tem a liberdade que faz Zelda funcionar.
Chefes e desafios
Os chefes são o ponto alto do jogo:
visuais impressionantes
uso criativo dos poderes
boa variedade
Mas alguns encontros são longos demais e dependem de mecânicas pouco intuitivas.
Progressão travada e ritmo quebrado
Para avançar, o jogo obriga o jogador a:
coletar cristais
revisitar áreas antigas
cumprir objetivos secundários obrigatórios
Isso quebra totalmente o ritmo da narrativa e alonga artificialmente a campanha.
Final e conclusão
O final é simbólico, bonito e coerente, mas previsível.
Samus cumpre seu papel, o ciclo se fecha e a história termina de forma segura, sem grandes riscos narrativos.
Existe um final secreto, mas ele pouco altera o impacto geral.
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