Connect with us

Published

on

Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar sonic 3 que na verdade é uma combinação de modo single player com time sonic unido

FASES PERDIDAS do SONIC 3 😵| SONIC 3

Espero que gostem!


🔥 Seja Membro do canal https://www.youtube.com/channel/UCVmxV-_ds-UJeVC7w7AYQTQ/join

Baixa o fan game aqui – ( roda só em pc) – DOWNLOAD

Me siga nas redes sociais: 👇
🐦 Twitter: /robertocarlosfj
📷 Insta: /robertocarlosfj
🔵 Page do Face: /rkplayss
🔥 Grupo do Face: /gamers brasil
🔴 Lives na Twitch e Facebook: /rkplay

✉️ Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com

🔥 #rkplay #historiasonic #sonic

HISTORIA DE SONIC

Mais sobre Sonic 3

Sonic the Hedgehog 3 ( ソニック·ザ·ヘッジホッグ3 Sonikku za Hejjihoggu Suri?) é um jogo de vídeo game desenvolvido pela Sega e publicado pela Sega para o Sega Genesis / Mega Drive como parte da série Sonic the Hedgehog. Foi lançado em 02 de fevereiro de 1994. O jogo é uma sequencia direta de Sonic the Hedgehog 2 : nele, a estação espacial de Dr. Robotnik, a Death Egg, cai nas terras de Angel Island, uma ilha flutuante, e Sonic e Tails devem segui-lo lá. Lá, o duo deve mais uma vez recuperar as Esmeraldas do Caos para parar o re-lançamento da Death Egg, e ao mesmo tempo, enfrentando o guardião da Master Emerald, Knuckles the Echidna.

O desenvolvimento do jogo começou logo após o lançamento de seu predecessor, em 1992; ele foi originalmente destinado a ser um jogo isométrico, semelhante ao que viria a ser o Sonic 3D Blast. No entanto, este conceito foi abandonado mais tarde durante o desenvolvimento pois a equipe não queria mudar a fórmula dos jogos de Sonic radicalmente para uma sequência. O jogo está intimamente ligada à sua sequencia direta Sonic & Knuckles , já que os dois títulos foram originalmente desenvolvidos como um único jogo. Devido a limitações de tempo e os custos de cartuchos, a Sega obrigou-os a serem divididos em duas partes interligadas. Alguns re-lançamentos já incluem os dois juntos como Sonic 3 & Knuckles.

Tal como aconteceu com os seus dois antecessores, o jogo foi um sucesso de crítica e comercial após o lançamento, com os críticos vendo-a como uma melhoria entre os jogos anteriores. O jogo vendeu 1,02 milhões de cópias no Genesis; tornando-o assim um dos jogos mais vendidos do Sega Genesis de todos os tempos; junto com os seus antecessores, que foram ambos fornecidos com o Genesis em algumas regiões, haviam vendido um total combinado de 21 milhões. Desde o seu lançamento de 1994, o jogo foi relançado em várias compilações e versões digitais para várias plataformas, incluindo a Sonic Mega Collection para o GameCube e Sonic’s Ultimate Genesis Collection para o PlayStation 3 e Xbox 360.

Foi também o primeiro jogo da série com possibilidade de salvar o progresso.

Games

Tales of Arise no Nintendo Switch 2: Vale a Pena Jogar?

A Bandai Namco trouxe Tales of Arise para o Nintendo Switch 2, dando aos jogadores a oportunidade de aproveitar um dos JRPGs mais elogiados dos últimos anos em uma plataforma portátil. Mas será que vale a pena embarcar nessa aventura?

Published

on

By

A Bandai Namco trouxe Tales of Arise para o Nintendo Switch 2, dando aos jogadores a oportunidade de aproveitar um dos JRPGs mais elogiados dos últimos anos em uma plataforma portátil. Mas será que vale a pena embarcar nessa aventura?

Uma história de revolução e descobertas

O jogo apresenta o mundo de Dahna, um planeta que foi escravizado durante 300 anos por um povo de um mundo tecnologicamente muito mais avançado. Você controla Alphen, um homem mascarado que perdeu a memória, não sente dor e vive como escravo.

À primeira vista, a trama parece ser uma simples história de revolução contra um império opressor. No entanto, conforme a aventura avança, a narrativa cresce muito mais do que isso, explorando o passado dos protagonistas, seus conflitos e os mistérios que envolvem os dois mundos.

Combate dinâmico e divertido

Um dos grandes destaques de Tales of Arise é seu sistema de combate. O jogo mistura elementos de RPG de ação com mecânicas estratégicas. Ao encontrar inimigos pelo cenário, os confrontos acontecem em arenas dedicadas, onde você controla seu personagem enquanto coordena ataques e habilidades do restante do grupo.

O resultado é um combate rápido, visualmente impressionante e extremamente satisfatório.

Visual impressionante no Switch 2

A boa notícia é que o jogo está muito bonito no Nintendo Switch 2. Os cenários, efeitos visuais e personagens continuam impressionando, enquanto o desempenho se mantém sólido tanto no modo portátil quanto na TV.

Além disso, o jogo conta com diversas cenas em estilo anime que ajudam a desenvolver a narrativa e aprofundar a relação entre os personagens.

Finalmente com legendas em português

Outro ponto positivo é a presença de legendas em português. Os relançamentos recentes da franquia vêm recebendo localização para o nosso idioma, tornando a experiência muito mais acessível para os jogadores brasileiros.

Vale a pena?

Se você gosta de JRPGs com uma história envolvente, personagens carismáticos e um sistema de combate divertido, Tales of Arise continua sendo uma excelente opção. A versão para Nintendo Switch 2 entrega uma ótima experiência portátil, mantendo a qualidade que fez o jogo se destacar em outras plataformas.

E para quem não possui um Switch 2, o título também está disponível em outras plataformas, permitindo que mais jogadores conheçam essa aventura épica.

Tales of Arise é uma excelente porta de entrada para a franquia e uma ótima escolha para quem procura um JRPG de alta qualidade.

Continue Reading

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

Published

on

By

Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending