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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do undertale brasileiro que na verdade é o famoso undercancer

JOGO do UNDERTALE BRASILEIRO | UNDERCANCER

Espero que gostem!


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mais sobre undertale

Undertale é um RPG eletrônico criado pelo desenvolvedor independente norte-americano Toby Fox. No jogo, o jogador controla uma criança humana que caiu em uma caverna, uma região grande e isolada sob a superfície da Terra, separada por uma barreira mágica. Vários monstros são encontrados durante sua missão para retornar à superfície, principalmente através do sistema de combate; o jogador navega pelos ataques bullet hell do oponente e pode optar por pacificar ou subjugar os ruins para poupá-los em vez de assassiná-los. Essas escolhas causam mudanças no diálogo, nos personagens e na história com base nos resultados.

Toby Fox desenvolveu a totalidade da obra de forma independente, incluindo escrever e compor a partitura, com apenas arte adicional criada por outros artistas. Ela foi inspirada na série Mother e Mario & Luigi, na série de bullet hell Touhou Project, e na comédia britânica Mr. Bean. Undertale foi inicialmente planejado para durar duas horas e foi programado para ser lançado em meados de 2014, mas o desenvolvimento foi adiado através dos próximos três anos.

O jogo foi lançado para Microsoft Windows e OS X em 15 de setembro de 2015, e depois para o Linux em 17 de julho de 2016, e PlayStation 4 e PlayStation Vita em 15 de agosto de 2017. Uma versão para o Nintendo Switch foi lançada em 18 de setembro de 2018. Deste então, foi aclamado pelo seu roteiro, material temático, sistema de combate intuitivo, partitura musical e originalidade, com elogios direcionados à sua história, diálogo e personagens. Ultrapassando mais de um milhão de cópias vendidas, foi indicado a vários prêmios e reconhecimentos, incluindo Jogo do Ano por várias publicações e convenções especializadas em jogos eletrônicos. O primeiro capítulo de um jogo relacionado, Deltarune, foi lançado em 2018

Undertale é um RPG que usa uma perspectiva de cima para baixo.[1] Nele, o jogador controla uma criança e completa objetivos para progredir na história.[2] Ele explora um mundo subterrâneo repleto de cidades e cavernas, e é obrigado a resolver vários quebra-cabeças em sua jornada.[2][3] O mundo subterrâneo é o lar de monstros, muitos dos quais desafiam o humano em combate;[3] o jogador decide se quer matar, fugir ou fazer amizade com eles.[2][4]

Quando o jogador encontra inimigos em eventos do script ou encontro aleatórios, ele entra em um modo de batalha. Durante as batalhas, ele controla um pequeno coração que representa sua alma, e devem evitar os ataques desencadeados pelo monstro adversário de forma similar a um shooter bullet hell.[2][3] Enquanto o jogo avança, novos elementos são introduzidos, como obstáculos coloridos e batalhas com chefes que mudam a forma como o coração é controlado.[5] O jogador podem escolher atacar o inimigo, o que envolve o pressionamento de botões no tempo correto. Matar inimigos fará com que o protagonista ganhe EXP (por sua vez aumentando seu LOVE) e ouro.[6] Eles podem usar a opção ACT para executar várias ações, que variam dependendo do inimigo.[2] Se o protagonista usar as ações corretas para responder ao inimigo, ou atacá-lo até que ele tenha o HP baixo (mas ainda vivo) ele pode poupá-lo e terminar a luta sem matá-lo.Para que alguns encontros com chefes sejam concluídos pacificamente, o jogador é obrigado a sobreviver até que o personagem que eles estão enfrentando tenha terminado seu diálogo. O RPG

Monstros falarão com o jogador durante a batalha, e a interface comunicará quais são os sentimentos e ações do monstro. Ataques inimigos mudam com base em como o se interage com eles: caso sejam escolhidas opções não-violentas, se tornará mais fácil de desviar de ataques inimigos, enquanto eles se tornam difíceis se opções violentas forem escolhidas.

Games

Pokemon Presets mostra a força da franquia e confirma novo jogo com localização pt BR

O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.

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O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.

Entre os anúncios, tivemos novidades interessantes. O Pokémon Champions finalmente traz a ideia que muita gente esperava: usar os Pokémon guardados no Pokémon Home ao longo dos anos para batalhas competitivas, inclusive com suporte a celular. A proposta lembra bastante a vibe de Pokémon Stadium, mas agora integrada ao ecossistema moderno. Se funcionar bem, pode valorizar todo o legado que a gente construiu.

Também tivemos a confirmação de Pokémon XD no Switch Online em março, um RPG diferente da era GameCube, e o relançamento pago de Pokémon FireRed com conexão ao Home. Aqui entra a polêmica: R$ 120 é um preço salgado, especialmente para um remake que já existe há anos. Ainda assim, a conectividade salva o projeto. Sem isso, realmente não faria sentido.

@eurkplay

O Novo Pokémon Ondas e Ventos são o bastante para Salvar a Franquia?

♬ som original – Rk play – Rk play

Sobre Pokémon Unite e TCG, nada muito impactante. Já Pokémon Legends ZA recebeu atualização, mas não me empolgou tanto quanto a revelação principal da noite: Pokémon Winds and Waves, que será traduzido oficialmente para português. Só isso já é histórico. Visualmente é o Pokémon principal mais bonito até agora, mesmo não sendo o mais impressionante do Switch 2. Os iniciais parecem promissores e o mundo aberto parece mais ambicioso do que tudo que vimos antes.

O problema? Lançamento só em 2027. Vai ser uma longa espera.

No geral, saí feliz. Pokémon faz parte da nossa história. Mesmo com críticas e ressalvas, é uma franquia que continua tentando evoluir. E talvez esteja na hora de trazer mais Pokémon de volta pro canal. Afinal, 30 anos não se comemoram todo dia.

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Games

Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 é uma prova que de Tudo que é bom tem um custo

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

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Eu joguei Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 e já vou direto ao ponto: depende muito do seu perfil como jogador.

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

O problema começa quando olhamos para o preço.

Ele custa o mesmo que um novo Zelda. E aí a comparação pesa.

Se eu fosse montar uma escala de prioridade dentro do universo Nintendo, ficaria mais ou menos assim: primeiro um Mario Kart, depois um jogo principal do Mario em plataforma ou até mesmo Donkey Kong Bananza. Só depois eu colocaria um Mario Tennis como terceira opção de compra.

Isso não significa que o jogo é ruim. Muito pelo contrário.

O modo online funciona bem e é um dos grandes pontos positivos. As partidas são estáveis e competitivas, o que aumenta bastante a vida útil do game. Além disso, o sistema de gameplay vai além do simples tênis. Não é só escolher um personagem com atributos diferentes. Você também pode usar raquetes com poderes especiais que lançam fogo, gelo, aplicam efeitos no adversário ou até criam clones seus na quadra. Algumas habilidades são até apelonas, mas deixam tudo mais dinâmico e divertido.

Você pode jogar tanto no controle tradicional quanto usando sensor de movimento, o que ajuda a variar a experiência.

Já o modo história é o ponto mais fraco. Ele tem boas animações, mas é bem cru. Grande parte da experiência é baseada em diálogos com personagens parados e funciona quase como um grande tutorial estendido. Não é algo que vá te prender por muitas horas.

No fim das contas, não acho que seja um arrependimento de compra. É um jogo divertido, competente e funciona muito bem no que se propõe. Mas é aquele tipo de título que faz você parar e pensar: será que eu prefiro investir esse valor nele ou em um Zelda pelo mesmo preço?

Se você ama jogos esportivos arcade e quer algo competitivo para jogar online, pode valer a pena. Se você está buscando uma experiência mais robusta e épica para o seu Nintendo Switch 2, talvez seja melhor repensar a prioridade.

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