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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do sonic no nivel mais dificil qu eé o sonic estilo kazio mario

Jogo IMPOSSIVEL do Sonic 😡| Historia Sonic Redemption

baixe a fan game aqui – DOWNLOAD

Espero que gostem!


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HISTORIA DE FAN GAMES SONIC

Mais sobre Sonic e Sonic Redemption

A série Sonic é uma das franquias mais bem sucedidas comercialmente do mundo dos games até hoje.

Segundo a própria SEGA, são mais de 800 milhões de cópias contando as vendas, jogos gratuitos, relançamentos etc, estando entre as franquias mais bem sucedidas de todos os tempos no mundo dos games.

E ao contrário do que muitos pensam, a SEGA sempre investiu em jogos tridimensionais para o mascote por eles terem apelo comercial e uma significativa legião de fãs. Por essa razão, decidimos trazer uma série de posts cobrindo todos os jogos lançados e alguns cancelados da série!

1991

Sonic The Hedgehog – Mega Drive

Ao contrário do que muitos pensam, a primeira aventura veio para o Mega Drive e não para o Master System. Este foi o início de tudo.

Sonic The Hedgehog – Master System / Game Gear

Vindo seis meses depois da edição para o Mega, a do Master se destacava pelas músicas de Yuzo Koshiro, o mesmo de Streets of Rage.

Sonic Eraser – Mega Drive (Meganet)

Exclusivo do Japão, ele era um Tetris com temática Sonic vindo para o Meganet.

Waku Waku Sonic Patrol Car – Arcades

Simulador de Kart que usava o Sonic vestido de policial.

1992

Sonic The Hedgehog 2 – Master System / Game Gear

O Sonic 2 para o Master veio um mês antes que do Mega, marcando a primeira presença do Tails, mesmo que não jogável, e de uma versão metalizada do herói.

Sonic The Hedgehog 2 – Mega Drive

Aqui chegou a sétima esmeralda, o Super Sonic, o Spin Dash, um modo para dois jogadores e Tails jogável.

Segasonic – Arcade

Obscuro jogo para os fliperamas que contava com os personagens Mighty e Ray, sendo que ambos foram protótipos do Sonic e do Tails respectivamente.

1993

Sonic CD – Sega CD

Releitura em CD do Sonic 1, foi a primeira participação da Amy Rose, do Metal Sonic, além de ter viagens no tempo e o movimento Peel Out. Ficou conhecido por ter duas trilhas sonoras: a japonesa e a americana, cada uma com sua legião de fãs.

Sonic Chaos – Master System / Game Gear

Este introduz o Spindash, Peel Out e os Special Stages para coleta de esmeraldas nos jogos 8 bits. Tails também é jogável e, pela primeira vez, seu voo é controlável.

Sonic Spinball – Mega Drive

Desenvolvido pelos norte-americanos do Sega Technical Institute, o Sonic Spinball foi o primeiro spin-off da série e é o único game a usar os personagens de Sonic SatAM.

Sonic Spinball – Master System / Game Gear

A versão para Master System e Game Gear conta com layouts e músicas diferentes.

Dr.Robotnik Mean Bean Machine – Mega Drive

Adaptação do clássico japonês Puyo Puyo, este é, basicamente, um jogo de Tetris. Conhecido pela excelente trilha sonora e por ser o único a utilizar os personagens do desenhos “As Aventuras de Sonic The Hedgehog”.

Dr.Robotnik Mean Bean Machine – Game Gear / Master System

Versão 8-bits do jogo citado, é um “tetris” com temática Sonic.

Segasonic Cosmo Fighter – Arcade

Bastante raro, ele é um jogo do Sonic lançado no Japão onde você controla uma nave e deve salvar os flickies do Dr.Eggman.

Segasonic Popcorn Shop – Arcad

Não sendo bem um jogo, ele é uma fabricante de pipoca que conta com animações do mascote.

1994

Sonic the Hedgehog 3 – Mega Drive

Primeiro game de corrida do mascote em karts. Bem simplório, ele tem os personagens da série.

Wacky Worlds Creativity Studio – Mega Drive

ambém educativo, o Sonic Gameworld te dá noções de pintura e desenho.

Sonic & Knuckles – Mega Drive

A segunda metade da aventura do Sonic 3, ele conta com a tecnologia “lock-on”, onde a parte superior do cartucho tinha uma entrada para incluir outro.

Com isso, era possível unir ao Sonic 3 e ter a aventura completa; unir ao Sonic 2 e jogar com o Knuckles nas fases deste jogo ou com o Sonic 1 e passar por praticamente infinitos (134.217.728 para ser preciso) Special Stages.

1995

Sonic Drift 2 – Game Gear

Continuação dos jogos de corrida de kart, esse potencializa todos os pontos do jogo anterior, com mais personagens jogáveis, maior número de modalidades e pistas.

Games

Mario Kart World: Vale a Pena? O Novo Mario Kart em Mundo Aberto Dividiu Opiniões

Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

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Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

A principal novidade está no mapa contínuo. Diferente dos jogos anteriores, onde cada corrida era isolada, aqui tudo é conectado. Ao terminar uma corrida, o jogador precisa dirigir até a próxima pista, o que cria uma sensação de mundo aberto. A ideia, no papel, é interessante e ambiciosa, mas na prática apresenta alguns problemas. Grande parte do tempo é gasta nesses trajetos de transição, o que reduz o aproveitamento das pistas principais e quebra um pouco o ritmo tradicional que consagrou a franquia.

Apesar disso, existe um modo que se destaca claramente acima dos outros. O modo eliminatória funciona como uma espécie de battle royale dentro do universo de Mario Kart. As corridas começam com muitos jogadores e, ao longo do percurso, vários são eliminados progressivamente até restarem apenas os melhores. Essa estrutura torna as partidas mais tensas, competitivas e imprevisíveis, sendo facilmente o ponto mais forte do jogo e o modo que melhor aproveita o conceito de mapa interligado.

Na jogabilidade, o jogo mantém alguns elementos clássicos, como a mecânica de planar, mas também faz mudanças importantes. A presença de até 24 jogadores simultâneos deixa as corridas mais caóticas, e a interação com o cenário ganha mais destaque, com veículos e obstáculos dinâmicos influenciando a corrida. Por outro lado, algumas decisões não agradaram tanto, como a remoção das corridas subaquáticas e, principalmente, a ausência de personalização de veículos, algo que era bastante valorizado nos títulos anteriores.

Outro ponto que chama atenção é o sistema de skins. O jogo introduz uma mecânica em que o jogador pode pegar alimentos durante a corrida e, ao consumi-los, o personagem muda de visual instantaneamente. Isso cria uma progressão diferente, incentiva a exploração e adiciona variedade, mas também contribui para uma experiência mais caótica e, em alguns momentos, até confusa.

Os itens continuam sendo uma parte essencial da experiência e mantêm o caos característico da franquia. Elementos clássicos retornam ao lado de novas adições, ampliando ainda mais as possibilidades durante as corridas. O resultado é um gameplay imprevisível, onde qualquer corrida pode mudar completamente em questão de segundos.

No quesito pistas, o jogo impressiona visualmente e em criatividade. Há cenários que vão de desertos com um estilo cinematográfico a cidades cheias de tráfego, além de áreas inspiradas em Donkey Kong e uma Rainbow Road que se passa no espaço. No entanto, as pistas retrô foram tão modificadas que, em muitos casos, perderam a identidade original, o que pode decepcionar quem esperava uma nostalgia mais fiel.

O mundo aberto também permite exploração livre, onde o jogador pode circular pelo mapa, coletar itens e interagir com o ambiente sem necessariamente estar em uma corrida. Ainda assim, esse elemento funciona mais como um complemento do que como um pilar central da experiência.

Nem tudo funciona perfeitamente. As transições longas entre pistas, a falta de personalização e a remoção de algumas mecânicas clássicas são pontos que pesam contra o jogo. Além disso, ainda existe uma dependência de atualizações futuras para expandir o conteúdo e corrigir algumas dessas questões.

O preço também chama atenção, chegando a cerca de 500 reais no Brasil. Mesmo assim, por ser um dos principais títulos do console e oferecer uma experiência multiplayer forte, acaba se tornando quase indispensável para quem possui a plataforma.

No geral, Mario Kart World é um jogo que assume riscos. Ele abandona parte da fórmula tradicional para tentar algo novo, e embora nem todas as mudanças funcionem, ainda entrega uma experiência divertida e marcante. O modo eliminatória, em especial, mostra que a franquia ainda tem espaço para evoluir de maneiras interessantes.

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Games

Acredita que o Ps3 Xbox 360 e Nintendo wii u ja são retro?

Se você cresceu jogando PlayStation 3, Xbox 360 ou até o Nintendo Wii U, talvez seja melhor se preparar: oficialmente, essa geração já começou a ser tratada como retrô. Pois é… aquele console que parecia “moderno ontem” já virou parte da história.

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Se você cresceu jogando PlayStation 3, Xbox 360 ou até o Nintendo Wii U, talvez seja melhor se preparar: oficialmente, essa geração já começou a ser tratada como retrô. Pois é… aquele console que parecia “moderno ontem” já virou parte da história.

E não, isso não é só sensação essa mudança foi reforçada pela GameStop, uma das maiores redes de lojas de videogame do mundo.

A GameStop declarou essa geração virou retrô

A GameStop, conhecida principalmente pela venda de jogos usados (comprando barato e revendendo mais caro), está se adaptando ao mercado atual. Com o crescimento do interesse por jogos retrô, a empresa começou a classificar títulos e consoles como PS3, Xbox 360 e Wii U dentro dessa categoria.

E faz sentido mesmo que doa admitir.

O tempo passou mais do que parece

Vamos encarar os fatos

O PlayStation 3 foi lançado em 2006
O Xbox 360 também chegou em 2005/2006
O Wii U, apesar de mais recente (2012), já ficou pra trás há tempo

Ou seja estamos falando de consoles com quase 20 anos

Isso historicamente sempre foi o suficiente pra algo ser considerado retrô

Mas e no Brasil

Aqui a realidade sempre foi um pouco diferente
Muita gente ainda joga nessas plataformas seja por acessibilidade preço ou nostalgia recente

Então é normal parecer cedo demais pra chamar de retrô
Mas globalmente essa virada já aconteceu

E o mais louco a geração atual também já está envelhecendo

Pra piorar ou melhorar dependendo do ponto de vista

O PlayStation 5 já tem cerca de 6 anos
O Xbox Series X|S também está nessa faixa

Ou seja a próxima transição já está no horizonte

No fim das contas

A definição de retrô pode até variar de pessoa pra pessoa mas uma coisa é certa
o tempo nos videogames passa rápido demais

E aquele console que você jogava ontem hoje já virou nostalgia

E aí você aceita que PS3 e Xbox 360 são retrô ou ainda tá em negação

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