Connect with us

Published

on

Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game do Spark the jester que é um jogo BRASILEIRO feito com inspiração no Sonic

JOGO que IMITOU o SONIC 😨| HISTORIA SPARK the Jester

Espero que gostem!


🔥 Seja Membro do canal https://www.youtube.com/channel/UCVmxV-_ds-UJeVC7w7AYQTQ/join

Me siga nas redes sociais: 👇
🐦 Twitter: /robertocarlosfj
📷 Insta: /robertocarlosfj
🔵 Page do Face: /rkplayss
🔥 Grupo do Face: /gamers brasil
🔴 Lives na Twitch e Facebook: /rkplay

✉️ Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com

🔥 #rkplay #sparkthejester #jogos

PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

Mais Sobre Spark The Eletric JESTER

Spark the Electric Jester é um videogame de plataforma de ação desenvolvido e publicado pelo estúdio brasileiro Feperd Games. Depois de ser financiado pelo Kickstarter, o jogo foi lançado em 2017 para o Microsoft Windows. Desenvolvido principalmente por Felipe Daneluz, o criador do Sonic: Before the Sequel, Sonic: After the Sequel, e Sonic Chrono Adventure fangames, o jogo incorpora elementos das séries Sonic the Hedgehog, Mega Man X e Kirby. [1] Os jogadores seguem Spark, um ex-artista de circo com habilidades elétricas, enquanto ele tenta caçar o clone robótico que o substituiu, Fark.

Spark the Electric Jester recebeu críticas positivas. A jogabilidade e a trilha sonora foram elogiadas, com críticas a problemas de desempenho. Uma sequência, Spark the Electric Jester 2, foi lançada no início de 2019 com jabilidade em 3D

Spark the Electric Jester é um jogo de ação e plataforma 2D no estilo de vários jogos de 16 bits. [1] Os jogadores assumem o controle de Spark, um bobo da corte elétrico que embarca em uma jornada para proteger o mundo dos robôs que atacaram a população do planeta, bem como para encontrar seu colega robótico, Fark. O jogo é dividido em 16 etapas, com cada uma terminando com uma luta de chefe.

Moveet base da faísca consiste em correr, saltar, wall jumping, ataques corpo a corpo, um tiro carregado e um traço que acelera sua velocidade. Se o jogador fizer um combo em um inimigo em rápida sucessão, uma “barra estática” azul aparecerá na tela e será preenchida. Uma vez que esta barra esteja cheia, usar um ataque carregado causará uma quantidade maior de dano aos inimigos do que um ataque normal cobrado. O jogador pode levar até oito acertos de dano antes de morrer, e como não há sistema de vida no jogo, o jogador continuará a partir do último ponto de verificação que alcançou. A saúde pode ser reabastecida com H-Capsules, e os Bits podem ser coletados para encher uma barra localizada no HUD. Se a barra estiver cheia quando o jogador morrer, eles podem continuar jogando de onde pararam sem ter que começar no último checkpoint.

Em cada estágio, diferentes poderes podem ser encontrados dentro de recipientes de vidro. Quebrar o contêiner e coletar o poder dentro dele dará a Spark uma aparência alterada, moveset e novas habilidades. Esses poderes podem ser usados ​​para atacar inimigos de maneira diferente, alcançar áreas inacessíveis com outros poderes e, se a barra estática estiver preenchida, o jogador será recompensado com um novo ataque ou aprimoramento. Dois poderes podem ser mantidos de uma só vez, e podem ser trocados uns pelos outros na hora.

Após a conclusão de diferentes modos de jogo, mais são desbloqueados.

, Spark the Electric Jester foi criado por Felipe Daneluz, que originalmente conceituou o personagem principal, Spark, fora de um power-up de um de seus fangames, [2] com Ristar, Sonic the Hedgehog, e Kirby sendo citado como influências para o design do personagem. [3] Felipe descobriu que a reação ao design de Spark era mista e, embora tenham sido feitas tentativas para redesenhar o personagem, ele concluiu que precisava apenas de refinamento. [4] Em 27 de julho de 2015, foi lançada uma campanha do Kickstarter para o jogo. A campanha foi bem sucedida, com mais de dois mil dólares sendo financiados sobre a meta do projeto. Após uma série de pequenos atrasos, o jogo foi lançado em 10 de abril de 2017.

Em 14 de junho de 2018, uma atualização foi lançada para o jogo. Melhorias no desempenho, correções de bugs, atualizações nos modos hard e um enredo completamente reformulado foram incluídos na atualização.

Continue Reading
Advertisement

Análise

Fire Emblem: Fortune’s Wave – Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

Published

on

By

Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

O jogo é simplesmente lindo. Os gráficos em estilo anime são impressionantes, as animações são muito bem produzidas e existe uma grande preocupação em desenvolver a relação entre os personagens enquanto a história avança.

E é justamente aí que aparece um problema enorme para o público brasileiro: o jogo não possui localização para português.

Quando penso em recomendar esse jogo para a galera que acompanha o RK Play, essa é uma das primeiras coisas que passam pela minha cabeça. Estamos falando de um jogo focado em história, personagens, diálogos e construção de um universo medieval. Ou seja, entender o que está acontecendo não é apenas um detalhe.

Você pode até saber inglês e conseguir jogar tranquilamente. Mas muita gente no Brasil não domina o idioma. E isso não significa falta de interesse em videogames. Muitas pessoas simplesmente nunca tiveram a oportunidade de aprender inglês de forma suficiente para acompanhar um jogo com centenas de diálogos.

E existe outro ponto importante: você pode saber inglês, mas seus amigos, familiares ou outras pessoas que poderiam conhecer esse jogo talvez não saibam.

Isso acaba criando uma barreira enorme.

Eu já falei aqui no perfil sobre esse jogo e, sinceramente, é um título que eu facilmente consigo recomendar para muita gente. Ele tem uma proposta muito interessante, visual impressionante, combate estratégico, exploração e muitas horas de conteúdo.

Só que, para quem não entende inglês, a experiência pode ficar bastante prejudicada.

E o pior é que você não está apenas deixando de entender algumas frases. Você pode acabar perdendo justamente uma das partes mais importantes da experiência: a história e a relação entre os personagens.

Eu sei que qualquer pessoa pode começar a aprender inglês a qualquer momento. Também sei que existem escolas bilíngues e pessoas que têm contato com o idioma desde cedo.

Mas estamos falando do Brasil.

Uma localização em português não seria apenas uma comodidade. Para muita gente, ela seria a diferença entre conseguir aproveitar completamente o jogo ou simplesmente deixar passar.

Por isso fica a pergunta: uma tradução para português poderia fazer esse jogo alcançar muito mais jogadores no Brasil?

Na minha opinião, quando um jogo depende tanto de narrativa e diálogo, a localização faz uma diferença enorme na possibilidade de ele conquistar um novo público.

Continue Reading

Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Published

on

By

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending