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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos para Super Mario Blue Twilight DX que conta a saga do Super Mario no mundo de Castlevania aonde ele lida e enfrenta seres do Mundo do Super Mario , Castelvania, e tambem Sonic

JOGO SOMBRIO DO MARIO ?| HISTORIA Super Mario Blue Twilight

Espero que gostem!


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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS
h

Historia de Pokemon https://youtu.be/K7jy-p67h9o
Pokémon Lost Silver https://youtu.be/Eeo6JhPexjw
Detetive pikachu filme https://youtu.be/vAwVO9eiOgQ

Jump Force https://youtu.be/_mXIAtWaoAQ
Dragon Ball Adventure com Sonic https://youtu.be/a-TXlyxoHAc
Dragon Ball REVENGE https://youtu.be/i9m_TOYFDCI

Historia Detalrune https://youtu.be/s2ZCYTHW4oM
Bendy And the ink Machine https://youtu.be/cJASLn6Hckw

Mais sobre Super Mario Blue Twilight DX

Super Mario: Blue Twilight DX é um Mario fangame criado por BlazeHedgehog. É um jogo de Mario com tema de Halloween devido a sua data de lançamento planejada original, que foi em torno do período de Halloween. No entanto, o jogo originalmente perdeu este prazo, ficando escondido por quase um ano e finalmente reaparecendo na internet em outubro de 2005.

Blue Twilight é frequentemente considerado o melhor título de Mario no MFGG, rivalizando com os jogos Super Mario Epic de Jeff Silvers e o Toad Strikes Back do Thunder Dragon. É também uma das principais atrações da MFGG, já que foi apresentada no canal americano G4 e, mais especificamente, ‘O ataque do programa’ Freeplay Friday ‘. “Mario Fan Game Gallery” também foi mencionado na época, o que gerou muito tráfego para o MFGG, apesar de “Galaxy” ter sido substituído por “Gallery”. A quantidade de tráfego sobrecarregou o servidor da MFGG na época, com o maior número de visitantes registrados no site.

Uma versão melhorada do Blue Twilight DX, chamada Blue Twilight EX está atualmente em desenvolvimento. Blaze promete que esta versão terá um motor re-trabalhado que significa jogabilidade mais suave e melhor, uma das principais queixas da DX.

Um fangame de Super Mario Bros. de 2005 que é na verdade um Re-lançamento Atualizado de Super Mario Blue Crepúsculo de 2003, Super Mario Blue foi criado por Ryan “Blaze Hedgehog” Bloom como parte de sua tradição anual de criar um fangame para o Halloween. No entanto, o jogo provou ser um sucesso surpreendente.

A história é a seguinte: Diz a lenda que uma vez por ano, um estranho castelo aparece. Mario e Peach estão indo para os aposentos de Peach para relaxar nas últimas horas de uma festa depois que Bowser foi espancado mais uma vez. De repente, uma estranha gárgula surge do nada e captura a princesa! Mario dá perseguição e uma nova aventura começa.

Tropos em Super Mario Blue Crepúsculo DX:
Ataque dos 50 pés, seja qual for: Giga Bowser, em uma veia semelhante ao Giant Baby Bowser na Ilha de Yoshi.
Autor Apelo: Halloween é o feriado favorito de Ryan Bloom. Este jogo foi criado como parte de sua tradição de criar um jogo com tema de Halloween a cada ano.
As numerosas referências de Castlevania na nota do jogo estão incluídas porque Ryan Bloom é um fã da série.
Big Bad: Bowser, ou então você é levado a acreditar no começo. Na verdade, o verdadeiro culpado por trás do seqüestro da Princesa Peach é ninguém menos que o Conde Drácula !!
Boss bônus: Sonic the Hedgehog nota assume este papel na Zona Green Hill, que é acessada iniciando o jogo com a data de seu computador definida para 1 de abril.
Nível de bônus: Existem três, acessados ​​modificando a configuração de data no seu computador antes de jogar o jogo. Veja Holiday Mode mais abaixo para mais detalhes.
Preliminares: Jogadores familiarizados com Castlevania podem reconhecer a estranha gárgula no começo como o Gaibon Recorrente do Chefe, insinuando coisas futuras como a identidade do verdadeiro Grande Mau.
Gainax Ending: Complete o Estágio 7 ou o Estágio 8 como Luigi, e você será tratado por um desses, substituindo o final que Mario teria recebido com um Shout-Out do lado esquerdo do campo. Bata Giga Bowser e Doc Brown quebra a cena, deixando Dracula-as-Peach na poeira. Bata Drácula, e a explosão resultante de algum modo teleporta Luigi para o Ovo da Morte, que Luigi evacua e é pego por Mario, apenas para acordar e reclamar de delírios induzidos por Able Juice.
Modo Férias: É assim que você acessa os níveis secretos, incluindo o verdadeiro estágio final. Jogue no dia 25 de dezembro para acessar dois níveis de Natal. Jogue no dia 1º de abril para acessar a Green Hill Zone, com uma luta contra o chefe (Metal) Sonic no final.

Análise

Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?

A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

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A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.

Só que a história não fica apenas nisso.

Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.

E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.

Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.

Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.

A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.

As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.

É realmente um RPG muito bem acabado.

Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.

Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.

Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.

Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.

E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.

Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.

O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.

Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.

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Games

Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

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Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Cara, vou te falar que vale pra caraca.

Onimusha: Way of the Sword representa o retorno da franquia com uma proposta moderna, mas sem abandonar aquilo que tornou a série tão marcante. O jogo coloca você novamente em uma versão do Japão feudal cheia de demônios, onde a principal ferramenta para sobreviver é uma boa espada.

E visualmente o negócio está impressionante.

Uma nova versão do Onimusha

Quem conhece os jogos antigos vai perceber rapidamente que Way of the Sword mudou bastante a estrutura da franquia.

Os primeiros Onimusha tinham uma estrutura mais próxima de Resident Evil clássico, com cenários mais fechados, câmera mais distante e uma progressão que lembrava bastante os jogos de terror da Capcom daquela época. Ao mesmo tempo, o combate já tinha uma pegada de hack and slash, embora fosse bem mais cadenciado do que algo como Devil May Cry.

Agora a situação é completamente diferente.

Way of the Sword parece ter buscado inspiração na câmera sobre o ombro dos Resident Evil modernos. Você fica muito mais próximo do personagem durante a exploração e, principalmente, durante os combates.

E aí entra a espada.

O combate é muito mais direto, com você enfrentando diversos inimigos e utilizando sua lâmina para literalmente ceifar uma quantidade absurda de demônios.

Combate, orbes e ataques especiais

Durante as batalhas, você também encontra diferentes orbes e esferas que podem ser absorvidos pelo personagem.

Esses elementos servem para carregar determinados tipos de ataques especiais e acrescentam uma camada interessante ao combate. É aquele tipo de mecânica que deixa as lutas mais dinâmicas e faz você prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor.

Também dá para perceber algumas influências dos jogos Soulslike em determinadas situações de combate.

Não estou dizendo que Onimusha virou um Soulslike, porque não é isso. É mais uma impressão causada pela maneira como algumas lutas são construídas, pela importância de observar os inimigos e pelo ritmo de determinados confrontos.

E o sensor de movimento do Switch 2?

No Nintendo Switch 2, o jogo também possui suporte ao sensor de movimento dos Joy-Con.

E vou ser bem sincero: para mim, é uma das partes menos interessantes da experiência.

Eu entendo completamente a ideia de utilizar os movimentos para controlar a espada. É um diferencial que pode ser divertido durante alguns minutos, principalmente para quem gosta de experimentar recursos diferentes do console.

Mas depois disso, eu prefiro voltar para o controle tradicional e simplesmente apertar os botões.

A jogabilidade tradicional é muito mais confortável e, na minha opinião, combina melhor com a proposta do jogo.

Onimusha continua sabendo fazer comédia

Uma das coisas que mais gostei é que Onimusha: Way of the Sword consegue equilibrar muito bem sua atmosfera.

O jogo tem um visual extremamente sério, uma ambientação pesada e uma história envolvendo samurais, demônios e violência. Só que, em determinados momentos, aparecem aquelas situações completamente inesperadas que quebram um pouco a tensão.

E isso é muito Capcom.

A empresa tem uma tradição muito forte de colocar momentos de humor em jogos que, aparentemente, deveriam ser extremamente sérios.

Onimusha consegue fazer isso sem destruir completamente a atmosfera.

Uma história cheia de reviravoltas

Sem entrar em spoilers, a história também consegue surpreender.

Way of the Sword possui algumas reviravoltas que realmente não parecem óbvias, principalmente quando começamos a descobrir mais sobre determinados personagens.

E tem um vilão que, sinceramente, mostra mais uma vez o nível de maldade que alguns personagens da Capcom conseguem alcançar.

É aquele tipo de situação em que você olha para a tela e pensa: “Caraca, não é possível que esse cara fez isso.”

Mas essa parte fica para um outro vídeo, porque aí já entramos no território dos spoilers.

Vale os R$ 200?

Para quem estava esperando o retorno de Onimusha com um jogo novo, eu diria que sim.

Onimusha: Way of the Sword não tenta simplesmente copiar os jogos antigos. Ele pega a essência da franquia e adapta sua estrutura para uma geração mais moderna.

A câmera mudou, o combate evoluiu, a apresentação gráfica está impressionante e algumas mecânicas parecem claramente influenciadas pelas tendências modernas dos jogos de ação.

No Nintendo Switch 2, ainda existe o diferencial do sensor de movimento, embora eu particularmente prefira jogar utilizando os controles tradicionais.

Por cerca de R$ 200, para quem gosta de jogos de ação, samurais e da própria franquia Onimusha, é uma experiência que vale bastante a pena conhecer.

Agora, se você esperava uma experiência praticamente idêntica aos Onimusha clássicos, é importante saber que Way of the Sword mudou bastante a fórmula.

E talvez justamente essa mudança seja uma das coisas mais interessantes desse retorno.

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