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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do mario que é o Super Mario
Odyssey com o Mario verde chamado LUIGI

LUIGI tomou LUGAR do MARIO 😵| SUPER MARIO ODYSSEY com LUIGI

Espero que gostem!


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PLAYLIST HISTORIA de Mario

mais sobre Super Mario Odyssey

Super Mario Odyssey (スーパーマリオ オデッセイ Sūpā Mario Odessei?) é um jogo de plataforma desenvolvido pela Nintendo Entertainment Planning & Development e publicado pela Nintendo. Foi lançado mundialmente em 27 de outubro de 2017 exclusivamente para o Nintendo Switch.[1] É o sétimo jogo de plataforma tridimensional na série principal Super Mario, retornando para o projeto de nível mais livre visto em Super Mario 64 e Super Mario Sunshine.[2] No jogo, o icônico chapéu de Mario torna-se um personagem próprio (Cappy)

Jogabilidade
Em Super Mario Odyssey, o jogador joga como Mario em suas aventuras por terras além do Reino dos Cogumelos com o auxílio de um novo personagem introduzido no jogo, o Cappy. Esse “chapéu vivo” garante um novo acréscimo à dificuldade e a dinâmica já vista nos jogos anteriores, pois além de ser uma forma de ataque além do seu tradicional pulo, ele dá também a habilidade de “capturar” os carismáticos inimigos da série e alguns objetos. A nova mecânica funciona da seguinte maneira: ao chacoalhar os Joy-Cons ou apertar um simples botão, Cappy é arremessado e volta para a cabeça de Mario automaticamente, apenas se não encostar em algo que ele possa interagir.[4] Há também vários outros simples movimentos com os Joy-Cons que fazem o chapéu rodear o cenário de maneiras diferentes, sendo útil de várias maneiras, como por exemplo a possibilidade de coletar moedas eliminar inimigos ao seu redor com mais rapidez. As mecânicas já vistas anteriormente como o “Salto Bomba” e o “Salto Escalada” também estão presentes no jogo.

O jogo consiste em coletar “Power Moons” (Luas de Poder) para poder viajar pelo mundo com a nave Odyssey. O mundo é dividido em 17 reinos, que possuem características únicas e foram planejados para diferentes formas de exploração. Alguns também fazem referência a lugares famosos reais, como ocorre na Cidade de Nova Donkey Cada lugar tem suas Moedas Regionais, e elas tem uma forma diferente dependendo da região onde se localizam. Um detalhe importante é que o jogo inclui em seus reinos pequenas partes com a jogatina em 2D que servem para escalar construções ou para ir a outro lugar do cenário, nos remetendo aos antigos jogos da franquia. A jogabilidade desses trechos é quase a mesma de Super Mario Bros. do NES com pouquíssimas alterações (como em alguns trechos onde a gravidade muda).

Elementos fixos da franquia não foram colocados no jogo, como o sistema de vidas e os Poderes Adicionais. Ao morrer, Mario apenas perde 10 moedas e retorna do seu último checkpoint (mesmo se não tiver nenhuma moeda não ocorre um Fim de Jogo). Para gastar suas moedas o jogo apresenta as lojas Crazy Cap. Localizadas em todos os reinos, exceto Cloud Kingdom, Ruined Kingdom, Dark Side, e Darker Side[5], é aonde são vendidas roupas novas para o Mario e outros itens colecionáveis. As roupas podem ser compradas tanto com as moedas normais quanto com as moedas locais, e algumas são desbloqueadas também com os amiibos (apesar de não precisar ter um, uma vez que todas as roupas e colecionáveis já são desbloqueáveis dentro do próprio jogo). Cada Amiibo também pode interferir no gameplay de um jeito, como dando invencibilidade temporária, vidas extras e revelando localizações de Power Moons

História
Acima do Castelo da Peach, Mario luta contra Bowser em sua aeronave, com a Princesa a bordo também. Bowser finalmente derrota Mario enviando-o para um lugar desconhecido. Bowser então vai embora e começa seus preparativos para um casamento forçado com a Princesa Peach. O boné de Mario voa para fora do navio (que foi derrubado da cabeça de Mario durante seu último ataque) passando pelas hélices atrás do navio, destruindo-o. Os restos são pegos por um fantasma em forma de chapéu, que finalmente encontra Mario em sua terra, Bonneton, localizado em Cap Kingdom.

Análise

Blood of Dawnwalker vale a pena por R$ 300?

Agora, pagar R$ 300 ou esperar uma promoção vai depender do quanto essa proposta chama sua atenção. Para quem ficou interessado depois de conhecer essas mecânicas, certamente é um jogo que vale a pena acompanhar.

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Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Blood of Dawnwalker? Depois de jogar no PlayStation 5, posso dizer que esse é um daqueles jogos que acabaram me surpreendendo.

O jogo tem uma proposta bem interessante e, guardadas as devidas proporções, sua gameplay me lembrou um pouco The Witcher. Aqui, porém, você controla Coen, um vampiro que precisa salvar sua família e enfrentar o líder dos vampiros.

Mas o grande diferencial de Blood of Dawnwalker está na forma como o jogo trabalha o tempo.

Você tem apenas 30 dias

Durante a aventura, Coen tem 30 dias para cumprir seus objetivos. Parece bastante tempo, mas cada missão, investigação, combate ou tarefa pode consumir parte desse período.

E isso não funciona apenas como um contador decorativo.

As suas decisões realmente podem alterar o mundo. Se você demora para ajudar determinado personagem, ele pode acabar morrendo. Se demora para encontrar alguém, pode perder completamente aquela oportunidade.

Até mesmo alguns confrontos podem mudar dependendo de quando você decide enfrentá-los.

Um chefe que você poderia enfrentar em determinado momento pode reaparecer posteriormente em uma situação diferente e até mais poderoso.

Uma vibe de Zelda Majora’s Mask

Essa mecânica de tempo me lembrou bastante The Legend of Zelda: Majora’s Mask, principalmente pela sensação de que o mundo continua acontecendo enquanto você está fazendo outras coisas.

A diferença é que Blood of Dawnwalker mistura essa ideia com elementos de RPG, exploração, habilidades e escolhas que podem alterar o andamento da história.

E é justamente isso que torna a experiência interessante.

Você precisa pensar não apenas no que vai fazer, mas também quando vai fazer.

Os finais dependem das suas decisões

Como o tempo e as escolhas influenciam diretamente os acontecimentos, diferentes jogadores podem acabar tendo experiências bem diferentes.

Dependendo do que você consegue realizar durante os 30 dias, determinados personagens podem sobreviver ou morrer, algumas situações podem acontecer de maneiras diferentes e o próprio desfecho da história pode mudar.

Isso dá ao jogo um incentivo interessante para uma segunda jogatina.

Faltou uma dublagem

Um dos pontos que senti falta foi uma dublagem.

Blood of Dawnwalker é um jogo bastante focado em narrativa e personagens, então uma dublagem poderia deixar a experiência ainda mais envolvente.

É uma pena que isso tenha ficado de fora, principalmente considerando a quantidade de diálogos e acontecimentos durante a aventura.

Então, vale R$ 300?

Blood of Dawnwalker foi um jogo que estava completamente fora do meu radar e acabou me surpreendendo.

Ele não é perfeito, mas tem uma proposta diferente, principalmente por causa da mecânica dos 30 dias e da maneira como suas decisões afetam o mundo.

Se você gosta de RPGs com exploração, escolhas e consequências, e curte uma experiência em que o tempo realmente importa, Blood of Dawnwalker é um jogo que merece sua atenção.

Agora, pagar R$ 300 ou esperar uma promoção vai depender do quanto essa proposta chama sua atenção. Para quem ficou interessado depois de conhecer essas mecânicas, certamente é um jogo que vale a pena acompanhar.

Eu joguei no PlayStation 5 e, no geral, gostei bastante da experiência.

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Análise

Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?

A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

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A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.

Só que a história não fica apenas nisso.

Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.

E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.

Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.

Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.

A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.

As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.

É realmente um RPG muito bem acabado.

Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.

Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.

Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.

Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.

E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.

Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.

O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.

Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.

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