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Super Mario Odyssey (スーパーマリオ オデッセイ Sūpā Mario Odessei?) é um jogo de plataforma desenvolvido pela Nintendo Entertainment Planning & Development e publicado pela Nintendo. Foi lançado mundialmente em 27 de outubro de 2017 exclusivamente para o Nintendo Switch.[1] É o sétimo jogo de plataforma tridimensional na série principal Super Mario, retornando para o projeto de nível mais livre visto em Super Mario 64 e Super Mario Sunshine.[2] No jogo, o icônico chapéu de Mario torna-se um personagem próprio (Cappy)
Jogabilidade
Em Super Mario Odyssey, o jogador joga como Mario em suas aventuras por terras além do Reino dos Cogumelos com o auxílio de um novo personagem introduzido no jogo, o Cappy. Esse “chapéu vivo” garante um novo acréscimo à dificuldade e a dinâmica já vista nos jogos anteriores, pois além de ser uma forma de ataque além do seu tradicional pulo, ele dá também a habilidade de “capturar” os carismáticos inimigos da série e alguns objetos. A nova mecânica funciona da seguinte maneira: ao chacoalhar os Joy-Cons ou apertar um simples botão, Cappy é arremessado e volta para a cabeça de Mario automaticamente, apenas se não encostar em algo que ele possa interagir.[4] Há também vários outros simples movimentos com os Joy-Cons que fazem o chapéu rodear o cenário de maneiras diferentes, sendo útil de várias maneiras, como por exemplo a possibilidade de coletar moedas eliminar inimigos ao seu redor com mais rapidez. As mecânicas já vistas anteriormente como o “Salto Bomba” e o “Salto Escalada” também estão presentes no jogo.
O jogo consiste em coletar “Power Moons” (Luas de Poder) para poder viajar pelo mundo com a nave Odyssey. O mundo é dividido em 17 reinos, que possuem características únicas e foram planejados para diferentes formas de exploração. Alguns também fazem referência a lugares famosos reais, como ocorre na Cidade de Nova Donkey Cada lugar tem suas Moedas Regionais, e elas tem uma forma diferente dependendo da região onde se localizam. Um detalhe importante é que o jogo inclui em seus reinos pequenas partes com a jogatina em 2D que servem para escalar construções ou para ir a outro lugar do cenário, nos remetendo aos antigos jogos da franquia. A jogabilidade desses trechos é quase a mesma de Super Mario Bros. do NES com pouquíssimas alterações (como em alguns trechos onde a gravidade muda).
Elementos fixos da franquia não foram colocados no jogo, como o sistema de vidas e os Poderes Adicionais. Ao morrer, Mario apenas perde 10 moedas e retorna do seu último checkpoint (mesmo se não tiver nenhuma moeda não ocorre um Fim de Jogo). Para gastar suas moedas o jogo apresenta as lojas Crazy Cap. Localizadas em todos os reinos, exceto Cloud Kingdom, Ruined Kingdom, Dark Side, e Darker Side[5], é aonde são vendidas roupas novas para o Mario e outros itens colecionáveis. As roupas podem ser compradas tanto com as moedas normais quanto com as moedas locais, e algumas são desbloqueadas também com os amiibos (apesar de não precisar ter um, uma vez que todas as roupas e colecionáveis já são desbloqueáveis dentro do próprio jogo). Cada Amiibo também pode interferir no gameplay de um jeito, como dando invencibilidade temporária, vidas extras e revelando localizações de Power Moons
História
Acima do Castelo da Peach, Mario luta contra Bowser em sua aeronave, com a Princesa a bordo também. Bowser finalmente derrota Mario enviando-o para um lugar desconhecido. Bowser então vai embora e começa seus preparativos para um casamento forçado com a Princesa Peach. O boné de Mario voa para fora do navio (que foi derrubado da cabeça de Mario durante seu último ataque) passando pelas hélices atrás do navio, destruindo-o. Os restos são pegos por um fantasma em forma de chapéu, que finalmente encontra Mario em sua terra, Bonneton, localizado em Cap Kingdom.
Se existe uma coisa que a internet adora, é transformar o Sonic em uma criatura assustadora. Ao longo dos anos surgiram dezenas de versões malignas do ouriço, desde Sonic.EXE até diversas creepypastas criadas por fãs. Mas uma delas chamou a atenção justamente por fazer o oposto.
Em vez de um monstro que quer caçar o Sonic, essa história apresenta uma criatura misteriosa que faz de tudo para protegê-lo.
Criado pela artista Swagnes no twitter, o quadrinho conhecido pela comunidade como Still Life Sonic mistura o universo de Sonic com o fenômeno das Backrooms, criando uma das histórias mais interessantes já feitas por fãs.
O que são as Backrooms?
As Backrooms são um conceito de terror que ficou extremamente popular na internet. O cenário é composto por corredores infinitos, paredes amareladas, carpete velho e um zumbido constante vindo das lâmpadas do teto.
O lugar parece desafiar completamente as leis da física. Não existe uma direção certa, o tempo funciona de maneira estranha e diferentes ambientes podem surgir sem qualquer lógica. Conforme alguém avança, novos níveis aparecem, cada um com sua própria aparência e seus próprios perigos.
É justamente nesse labirinto sem fim que Sonic desperta, sem saber como foi parar ali.
O encontro com um Sonic muito estranho
Enquanto tenta encontrar uma saída, Sonic percebe que está sendo observado por uma figura extremamente familiar.
A criatura possui a aparência de um Sonic muito mais alto, com olhos duplicados, orelhas extras e um enorme sorriso que causa bastante desconforto.
Mesmo sem demonstrar qualquer agressividade, sua aparência faz Sonic entrar em pânico.
A única reação possível é correr.
O problema é que essa versão consegue acompanhar sua velocidade com facilidade.
Uma corrida pelas Backrooms
Depois de cair em outro nível das Backrooms, Sonic propõe uma corrida.
A aposta é simples.
Quem encontrar a saída primeiro vence.
A criatura aceita imediatamente, mas durante toda a corrida nunca diz uma única palavra. Ela apenas responde com gestos e continua acompanhando Sonic.
Os dois atravessam corredores inundados, deslizam sobre estruturas metálicas, correm sobre a água e exploram o gigantesco Nível da Piscina, um dos cenários mais famosos das Backrooms.
Durante a perseguição, Sonic começa a sentir algo que praticamente nunca acontece em seus jogos.
Ele fica cansado.
Mesmo sendo conhecido por correr sem parar, aquele lugar parece consumir sua energia pouco a pouco.
O verdadeiro objetivo do Still Life Sonic
Após correr até o limite, Sonic acredita finalmente ter encontrado uma saída.
Mas a criatura chega primeiro.
Sem forças, Sonic cai na água e acaba afundando, ficando inconsciente.
É justamente nesse momento que acontece a maior reviravolta da história.
Em vez de deixá-lo morrer, o Still Life Sonic mergulha para salvá-lo.
Ele puxa Sonic para fora da água e o leva até um lugar seguro.
Pela primeira vez, fica claro que essa criatura nunca esteve tentando capturá-lo.
Ela estava apenas tentando ajudá-lo.
Enquanto isso, seus amigos procuram respostas
Fora das Backrooms, todos percebem que Sonic desapareceu.
Amy, Tails, Knuckles, Shadow, Silver e até Eggman começam a investigar o ocorrido.
Silver acredita que Sonic pode ter sido levado para outra dimensão.
Já Eggman afirma conhecer uma possível entrada para esse estranho lugar.
Ele revela a existência de uma anomalia escondida em Green Hill, funcionando como um portal para as Backrooms.
Agora todos precisam decidir se entrarão naquele mundo para resgatar Sonic.
— Swaggness 🦁Sun Goddess🔥 (@swaggness225) July 5, 2026
Depois de alguns dias convivendo juntos, os dois seguem viagem pelas Backrooms rumo ao Nível 94, um enorme campo com colinas, casas isoladas e uma atmosfera extremamente misteriosa.
— Swaggness 🦁Sun Goddess🔥 (@swaggness225) July 10, 2026
Ele possui uma aparência perturbadora, mas demonstra empatia, salva a vida de Sonic diversas vezes e se torna praticamente um guia dentro das Backrooms.
Essa inversão de expectativas tornou o quadrinho extremamente popular entre os fãs, principalmente por misturar o universo de Sonic com um dos maiores fenômenos de terror da internet.
Splatoon Raiders pode ser a maior evolução da franquia e finalmente conquistar quem não gosta do competitivo
A Nintendo revelou muitos detalhes de Splatoon Raiders durante o seu Direct, e a impressão que ficou é que estamos diante de um dos projetos mais ambiciosos da história da franquia.
A Nintendo revelou muitos detalhes de Splatoon Raiders durante o seu Direct, e a impressão que ficou é que estamos diante de um dos projetos mais ambiciosos da história da franquia.
Diferente da série principal, que sempre teve o multiplayer competitivo como foco, Splatoon Raiders aposta em uma grande campanha single player, mas com um importante diferencial: ela poderá ser jogada também no modo cooperativo.
O jogo coloca os jogadores para explorar uma ilha inédita, utilizando todas as mecânicas clássicas de tinta da série. Além de enfrentar criaturas selvagens, será possível explorar o cenário, coletar recursos, fabricar equipamentos através de sistemas de crafting e evoluir o personagem com elementos de RPG muito mais profundos do que muitos imaginavam.
Uma das maiores surpresas da apresentação foi justamente a confirmação de que a campanha contará com um modo multiplayer cooperativo. Inicialmente, muita gente acreditava que a aventura seria totalmente focada na experiência solo, mas a Nintendo decidiu expandir a proposta permitindo que amigos explorem a ilha juntos.
O modo cooperativo também promete trazer missões específicas, como caçadas a tesouros e desafios contra inimigos especiais espalhados por diferentes áreas do mapa. Isso aumenta bastante a variedade de atividades e dá ainda mais motivos para continuar explorando o mundo do jogo.
Essa abordagem lembra o melhor dos jogos cooperativos não competitivos, permitindo que os jogadores utilizem seus personagens evoluídos para enfrentar os desafios da campanha ao lado de amigos, sem depender exclusivamente das disputas online tradicionais.
Para quem sempre teve curiosidade sobre a franquia, mas nunca se interessou pelo lado competitivo de Splatoon, Raiders pode ser a porta de entrada perfeita. A combinação entre exploração, sobrevivência, progressão de personagem, crafting e cooperação tem potencial para atrair um público completamente novo.
Se a Nintendo entregar tudo o que mostrou durante o Direct, Splatoon Raiders tem tudo para representar uma verdadeira revolução para a série e se tornar um dos lançamentos mais interessantes do Nintendo Switch 2.
E você?
Você pretende jogar Splatoon Raiders pela campanha solo, pelo cooperativo ou ainda prefere o multiplayer competitivo tradicional da franquia? Deixe sua opinião nos comentários!
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