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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje volto com a parte 3 da SAGA Super Mario.exe, sim a saga de Creppypastas de jogos do Mario, com 8 jogos NOVOS.

MARIO EXE destruiu o MARIO 😈| O RETORNO DE MARIO EXE SAGA 3

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PLAYLIST HISTORIA Mario.exe

Mario exe https://youtu.be/1qezZaH6Dco
Super Mario BRos exe SAGA COMPLETA https://youtu.be/tAxnkomdaBw
A VOLTA de MARIO.exe https://youtu.be/iTGJC_Vuh8Q

Historia de Pokemon https://youtu.be/K7jy-p67h9o
Pokémon Lost Silver https://youtu.be/Eeo6JhPexjw
Detetive PIKACHU FILME https://youtu.be/vAwVO9eiOgQ

Jump Force https://youtu.be/_mXIAtWaoAQ
Dragon Ball Adventure com Sonic https://youtu.be/a-TXlyxoHAc
Dragon Ball Adventure Nintendo WII https://youtu.be/i9m_TOYFDCI

Historia Detalrune https://youtu.be/s2ZCYTHW4oM
Bendy And the ink Machine https://youtu.be/cJASLn6Hckw

Historia Freedon Planet https://youtu.be/PneMqXZ1YmI

Jogos Neste video

1 super mario exe
2 mario.exe the mushroom kingdom’s doom round 1
3 super mario land exe
4 unplumbered.exe
5 special for you
6 super mario 64 but diferent
7 super mario dolor
8 super mario maker exe

Mais Sobre A lenda de Super mario bros.exe

A história começa com um cara que estava navegando aleatoriamente na internet. Em seguida, um anúncio pop-up aparece em sua tela sobre um cartucho usado Mario 64 na condição de hortelã por dez dólares. O cara sentindo nostalgia começa a comprar o jogo, apesar de alegar que ele nunca confiou nesses anúncios. Sério, eu apenas comecei e já acertei a estupidez do personagem. Acho isso hilário que agora o homem percebe que o cartucho estava rasgado quando o adesivo da frente apareceu arrancado com Mario grosseiramente escrito nele. Vamos parar aqui quando você amar esses idiotas que, no começo, agem como idiotas completos. Se você ver um anúncio aparecer em uma tela de computador de uma fonte completamente desconhecida, por que alguém colocaria suas informações nele? Bem, talvez eu devesse parabenizar esse idiota por agir de maneira estúpida no começo do enredo. Assim como eu disse da última vez, quando eu começo a ver um personagem agir como um idiota, então vou abordá-los como idiotas. É claro, não vamos esquecer que o rótulo rasgado com a capa da frente rabiscou em tropeços. Eu posso dizer que isso foi escrito anos atrás porque naquela época muitos autores explicariam isso em suas tramas. Ao mesmo tempo, eles usam para descrever os títulos desses jogos assustadores como MaRIo e Z3LD @ TW0 [2] (Zelda II CP). Sim, nada sussurra meus jimmies então um título rabiscado escrito estupidamente sem inteligência.
Detalhes
Honestamente, eu não consigo tirar uma folga dessa porcaria quando o cara puxa outro movimento idiota. O rosto de Mario na tela inicial gira de uma maneira incomum e o ruído estático da TV é explicado por Moron. Se você vê que o jogo está agindo de tal forma que ele te assusta, por que continuar? Claro, assim como o idiota que ele é, Moron inicia um novo jogo e pula a abertura de Peach. A próxima parte, eu admito, foi escrita decentemente como nenhuma música está tocando e não havia nem mesmo Sapos em volta do castelo. A tela para o Campo de Batalha de Bob-omb era branca ao entrar em um nível. Como mencionado, esta parte foi realmente decente como um daqueles recursos de compilação lenta em um CP. Eu sempre afirmo como a importância de um PC de jogos de qualidade está usando uma construção adequada que, por sua vez, cria antecipação. O castelo vazio com todas as portas trancadas, nenhuma música tocando nem sapos ao redor do salão principal justificam essa construção lenta. Isso cria uma sensação de desconforto de que algo está obviamente desligado.

A história nos leva ao nosso segundo ataque, agora que o cara suspeita e menciona algo que o levou a pressionar A. É engraçado como algo o compeliu a fazer uma coisa estúpida, mesmo que o nível claramente dissesse “Volte atrás”. Ele entra no nível e descobre um modelo original de Luigi aparecendo e ao tentar se aproximar, Luigi decola. Moron correu atrás dele e percebeu que os inimigos e a música estavam diminuindo a velocidade toda vez que ele pegava uma moeda. A música pára de tocar depois de receber uma quinta moeda quando os inimigos começaram a se deitar como se estivessem mortos. Quando Moron chega ao cume, uma casa gasta estava em King Bob-omb. Ele entra para ver uma imagem parada de Luigi pendurado em uma corda com Mario começando a chorar.

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Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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