MARIO EXE destruiu o MARIO | O RETORNO DE MARIO EXE SAGA 3
Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje volto com a parte 3 da SAGA Super Mario.exe, sim a saga de Creppypastas de jogos do Mario, com 8 jogos NOVOS.
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MARIO EXE destruiu o MARIO 😈| O RETORNO DE MARIO EXE SAGA 3
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A história começa com um cara que estava navegando aleatoriamente na internet. Em seguida, um anúncio pop-up aparece em sua tela sobre um cartucho usado Mario 64 na condição de hortelã por dez dólares. O cara sentindo nostalgia começa a comprar o jogo, apesar de alegar que ele nunca confiou nesses anúncios. Sério, eu apenas comecei e já acertei a estupidez do personagem. Acho isso hilário que agora o homem percebe que o cartucho estava rasgado quando o adesivo da frente apareceu arrancado com Mario grosseiramente escrito nele. Vamos parar aqui quando você amar esses idiotas que, no começo, agem como idiotas completos. Se você ver um anúncio aparecer em uma tela de computador de uma fonte completamente desconhecida, por que alguém colocaria suas informações nele? Bem, talvez eu devesse parabenizar esse idiota por agir de maneira estúpida no começo do enredo. Assim como eu disse da última vez, quando eu começo a ver um personagem agir como um idiota, então vou abordá-los como idiotas. É claro, não vamos esquecer que o rótulo rasgado com a capa da frente rabiscou em tropeços. Eu posso dizer que isso foi escrito anos atrás porque naquela época muitos autores explicariam isso em suas tramas. Ao mesmo tempo, eles usam para descrever os títulos desses jogos assustadores como MaRIo e Z3LD @ TW0 [2] (Zelda II CP). Sim, nada sussurra meus jimmies então um título rabiscado escrito estupidamente sem inteligência.
Detalhes
Honestamente, eu não consigo tirar uma folga dessa porcaria quando o cara puxa outro movimento idiota. O rosto de Mario na tela inicial gira de uma maneira incomum e o ruído estático da TV é explicado por Moron. Se você vê que o jogo está agindo de tal forma que ele te assusta, por que continuar? Claro, assim como o idiota que ele é, Moron inicia um novo jogo e pula a abertura de Peach. A próxima parte, eu admito, foi escrita decentemente como nenhuma música está tocando e não havia nem mesmo Sapos em volta do castelo. A tela para o Campo de Batalha de Bob-omb era branca ao entrar em um nível. Como mencionado, esta parte foi realmente decente como um daqueles recursos de compilação lenta em um CP. Eu sempre afirmo como a importância de um PC de jogos de qualidade está usando uma construção adequada que, por sua vez, cria antecipação. O castelo vazio com todas as portas trancadas, nenhuma música tocando nem sapos ao redor do salão principal justificam essa construção lenta. Isso cria uma sensação de desconforto de que algo está obviamente desligado.
A história nos leva ao nosso segundo ataque, agora que o cara suspeita e menciona algo que o levou a pressionar A. É engraçado como algo o compeliu a fazer uma coisa estúpida, mesmo que o nível claramente dissesse “Volte atrás”. Ele entra no nível e descobre um modelo original de Luigi aparecendo e ao tentar se aproximar, Luigi decola. Moron correu atrás dele e percebeu que os inimigos e a música estavam diminuindo a velocidade toda vez que ele pegava uma moeda. A música pára de tocar depois de receber uma quinta moeda quando os inimigos começaram a se deitar como se estivessem mortos. Quando Moron chega ao cume, uma casa gasta estava em King Bob-omb. Ele entra para ver uma imagem parada de Luigi pendurado em uma corda com Mario começando a chorar.
Mario Kart World: Vale a Pena? O Novo Mario Kart em Mundo Aberto Dividiu Opiniões
Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.
Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.
A principal novidade está no mapa contínuo. Diferente dos jogos anteriores, onde cada corrida era isolada, aqui tudo é conectado. Ao terminar uma corrida, o jogador precisa dirigir até a próxima pista, o que cria uma sensação de mundo aberto. A ideia, no papel, é interessante e ambiciosa, mas na prática apresenta alguns problemas. Grande parte do tempo é gasta nesses trajetos de transição, o que reduz o aproveitamento das pistas principais e quebra um pouco o ritmo tradicional que consagrou a franquia.
Apesar disso, existe um modo que se destaca claramente acima dos outros. O modo eliminatória funciona como uma espécie de battle royale dentro do universo de Mario Kart. As corridas começam com muitos jogadores e, ao longo do percurso, vários são eliminados progressivamente até restarem apenas os melhores. Essa estrutura torna as partidas mais tensas, competitivas e imprevisíveis, sendo facilmente o ponto mais forte do jogo e o modo que melhor aproveita o conceito de mapa interligado.
Na jogabilidade, o jogo mantém alguns elementos clássicos, como a mecânica de planar, mas também faz mudanças importantes. A presença de até 24 jogadores simultâneos deixa as corridas mais caóticas, e a interação com o cenário ganha mais destaque, com veículos e obstáculos dinâmicos influenciando a corrida. Por outro lado, algumas decisões não agradaram tanto, como a remoção das corridas subaquáticas e, principalmente, a ausência de personalização de veículos, algo que era bastante valorizado nos títulos anteriores.
Outro ponto que chama atenção é o sistema de skins. O jogo introduz uma mecânica em que o jogador pode pegar alimentos durante a corrida e, ao consumi-los, o personagem muda de visual instantaneamente. Isso cria uma progressão diferente, incentiva a exploração e adiciona variedade, mas também contribui para uma experiência mais caótica e, em alguns momentos, até confusa.
Os itens continuam sendo uma parte essencial da experiência e mantêm o caos característico da franquia. Elementos clássicos retornam ao lado de novas adições, ampliando ainda mais as possibilidades durante as corridas. O resultado é um gameplay imprevisível, onde qualquer corrida pode mudar completamente em questão de segundos.
No quesito pistas, o jogo impressiona visualmente e em criatividade. Há cenários que vão de desertos com um estilo cinematográfico a cidades cheias de tráfego, além de áreas inspiradas em Donkey Kong e uma Rainbow Road que se passa no espaço. No entanto, as pistas retrô foram tão modificadas que, em muitos casos, perderam a identidade original, o que pode decepcionar quem esperava uma nostalgia mais fiel.
O mundo aberto também permite exploração livre, onde o jogador pode circular pelo mapa, coletar itens e interagir com o ambiente sem necessariamente estar em uma corrida. Ainda assim, esse elemento funciona mais como um complemento do que como um pilar central da experiência.
Nem tudo funciona perfeitamente. As transições longas entre pistas, a falta de personalização e a remoção de algumas mecânicas clássicas são pontos que pesam contra o jogo. Além disso, ainda existe uma dependência de atualizações futuras para expandir o conteúdo e corrigir algumas dessas questões.
O preço também chama atenção, chegando a cerca de 500 reais no Brasil. Mesmo assim, por ser um dos principais títulos do console e oferecer uma experiência multiplayer forte, acaba se tornando quase indispensável para quem possui a plataforma.
No geral, Mario Kart World é um jogo que assume riscos. Ele abandona parte da fórmula tradicional para tentar algo novo, e embora nem todas as mudanças funcionem, ainda entrega uma experiência divertida e marcante. O modo eliminatória, em especial, mostra que a franquia ainda tem espaço para evoluir de maneiras interessantes.
Acredita que o Ps3 Xbox 360 e Nintendo wii u ja são retro?
Se você cresceu jogando PlayStation 3, Xbox 360 ou até o Nintendo Wii U, talvez seja melhor se preparar: oficialmente, essa geração já começou a ser tratada como retrô. Pois é… aquele console que parecia “moderno ontem” já virou parte da história.
Se você cresceu jogando PlayStation 3, Xbox 360 ou até o Nintendo Wii U, talvez seja melhor se preparar: oficialmente, essa geração já começou a ser tratada como retrô. Pois é… aquele console que parecia “moderno ontem” já virou parte da história.
E não, isso não é só sensação essa mudança foi reforçada pela GameStop, uma das maiores redes de lojas de videogame do mundo.
A GameStop declarou essa geração virou retrô
A GameStop, conhecida principalmente pela venda de jogos usados (comprando barato e revendendo mais caro), está se adaptando ao mercado atual. Com o crescimento do interesse por jogos retrô, a empresa começou a classificar títulos e consoles como PS3, Xbox 360 e Wii U dentro dessa categoria.
E faz sentido mesmo que doa admitir.
O tempo passou mais do que parece
Vamos encarar os fatos
O PlayStation 3 foi lançado em 2006 O Xbox 360 também chegou em 2005/2006 O Wii U, apesar de mais recente (2012), já ficou pra trás há tempo
Ou seja estamos falando de consoles com quase 20 anos
Isso historicamente sempre foi o suficiente pra algo ser considerado retrô
Mas e no Brasil
Aqui a realidade sempre foi um pouco diferente Muita gente ainda joga nessas plataformas seja por acessibilidade preço ou nostalgia recente
Então é normal parecer cedo demais pra chamar de retrô Mas globalmente essa virada já aconteceu
E o mais louco a geração atual também já está envelhecendo
Pra piorar ou melhorar dependendo do ponto de vista
O PlayStation 5 já tem cerca de 6 anos O Xbox Series X|S também está nessa faixa
Ou seja a próxima transição já está no horizonte
No fim das contas
A definição de retrô pode até variar de pessoa pra pessoa mas uma coisa é certa o tempo nos videogames passa rápido demais
E aquele console que você jogava ontem hoje já virou nostalgia
E aí você aceita que PS3 e Xbox 360 são retrô ou ainda tá em negação
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