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Queridos, eu sou Roberto e vou falar sobre o grande e polemico Zenfone 6 que consegue ter a proeza de ser um telefone sem notch e com camera retrátil que humilha concorrencia nos Selfies

MELHOR E MAIS BARATO QUE GALAXY s10 ? ZENFONE 6 ANÁLISE

Espero que gostem


Aonde Conseguir o ZENFONE 6

https://rkplay.com.br/celular_ZENFONE_6

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Mais Sobre Zenfone 6

O ASUS ZenFone é uma série de smartphones com Sistema operacional Android, produzido e vendido pela ASUS. A linha foi anunciada na Consumer Electronics Show 2014 em Las Vegas, Nevada.[1] A linha ZenFone contava até a segunda geração com processadores Intel Atom, e com a interface Asus Zen UI.

O Asus ZenFone 6 é um smartphone Android com características inovadoras que o tornam uma excelente opção para qualquer tipo de utilização. A tela de 6.4 polegadas coloca esse Asus no topo de sua categoria. A resolução também é alta: 2340×1080 pixel. As funcionalidades oferecidas pelo Asus ZenFone 6 são muitas e top de linha. Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet, além de conectividade Wi-fi e GPS presente no aparelho. Tem também leitor multimídia, rádio, videoconferência, e bluetooth. Enfatizamos a excelente memória interna de 64 GB com a possibilidade de expansão.
O Asus ZenFone 6 é um produto com poucos concorrentes em termos de multimídia graças à câmera de 48 megapixels que permite tirar fotos fantásticas com uma resolução de 8000×6000 pixels e gravar vídeos em 4K a espantosa resolução de 3840×2160 pixels. A espessura de 9.2 milímetros é realmente ótima e torna o Asus ZenFone 6 ainda mais espetacular.

Aprendendo a história por trás do design do Zenfone 6, ganhamos mais reconhecimento pelo produto final. Por exemplo, a equipe queria uma bateria grande com grande longevidade, o que tornou a 18W QC4.0 a melhor opção. Mais energia e longevidade e capacidade da bateria teriam sido reduzidas.

Tenha em mente que a Asus queria se encaixar em certas dimensões físicas para tornar confortável o corpo de metal e vidro do telefone. E nós achamos que isso aconteceu.

A tela de 6,4 ”1080p + é um LCD, que alguns vêem como uma vantagem. Se nada mais, a matriz RGB completa é mais nítida do que um PenTile OLED. E é um painel de alta qualidade com renderização de cores sólidas e legibilidade para inicialização.

Chegamos até aqui e não mencionamos o chipset. É um Snapdragon 855 com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, uma configuração de 8/256 GB também está disponível. A Asus queria manter as coisas simples, então não há modelo “z” este ano e você não precisa se preocupar com armazenamento – o slot para cartão triplo pode conter dois SIMs e um microSD.

Asus é o novo OnePlus? O Zenfone 6 será lançado a € 500, um preço que o OnePlus não atingiu desde o 5T. Sem mencionar que oferece recursos pelos quais os fãs têm clamado.

Sim, há um slot microSD, um fone de ouvido de 3,5 mm, uma enorme bateria (5,000mAh), um LED de notificação também. Todas essas são coisas que os grandes players – Apple, Huawei e Google – têm “superado” em seus carros-chefe, apenas a Samsung parece estar segurando o forte. E Asus.
Mesmo na maior parte puro Android – não One como Asus queria incluir alguns recursos de valor agregado, mas ainda livre da carga de uma pele pesada. Como o HMD não conseguiu exibir um carro-chefe puro do Android, sua escolha foi limitada ao Google Pixel. E agora Asus.

A empresa merece muito crédito pelo Zenfone 6. Ele tem um design premium de tela cheia com uma exclusiva câmera flip-up motorizada e alto-falantes estéreo. E ainda custa menos do que o Galaxy A80, que nem faz parte da linha principal da Samsung. Custa aproximadamente o mesmo que um Pixel 3a XL.

Análise

Fire Emblem: Fortune’s Wave – Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

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Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

O jogo é simplesmente lindo. Os gráficos em estilo anime são impressionantes, as animações são muito bem produzidas e existe uma grande preocupação em desenvolver a relação entre os personagens enquanto a história avança.

E é justamente aí que aparece um problema enorme para o público brasileiro: o jogo não possui localização para português.

Quando penso em recomendar esse jogo para a galera que acompanha o RK Play, essa é uma das primeiras coisas que passam pela minha cabeça. Estamos falando de um jogo focado em história, personagens, diálogos e construção de um universo medieval. Ou seja, entender o que está acontecendo não é apenas um detalhe.

Você pode até saber inglês e conseguir jogar tranquilamente. Mas muita gente no Brasil não domina o idioma. E isso não significa falta de interesse em videogames. Muitas pessoas simplesmente nunca tiveram a oportunidade de aprender inglês de forma suficiente para acompanhar um jogo com centenas de diálogos.

E existe outro ponto importante: você pode saber inglês, mas seus amigos, familiares ou outras pessoas que poderiam conhecer esse jogo talvez não saibam.

Isso acaba criando uma barreira enorme.

Eu já falei aqui no perfil sobre esse jogo e, sinceramente, é um título que eu facilmente consigo recomendar para muita gente. Ele tem uma proposta muito interessante, visual impressionante, combate estratégico, exploração e muitas horas de conteúdo.

Só que, para quem não entende inglês, a experiência pode ficar bastante prejudicada.

E o pior é que você não está apenas deixando de entender algumas frases. Você pode acabar perdendo justamente uma das partes mais importantes da experiência: a história e a relação entre os personagens.

Eu sei que qualquer pessoa pode começar a aprender inglês a qualquer momento. Também sei que existem escolas bilíngues e pessoas que têm contato com o idioma desde cedo.

Mas estamos falando do Brasil.

Uma localização em português não seria apenas uma comodidade. Para muita gente, ela seria a diferença entre conseguir aproveitar completamente o jogo ou simplesmente deixar passar.

Por isso fica a pergunta: uma tradução para português poderia fazer esse jogo alcançar muito mais jogadores no Brasil?

Na minha opinião, quando um jogo depende tanto de narrativa e diálogo, a localização faz uma diferença enorme na possibilidade de ele conquistar um novo público.

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Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

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E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

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