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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game da serie sonic.exe mostrando a real luta de metal sonic contra o sonic exe

METAL SONIC vs SONIC EXE 😈| Historia Sonic exe Anomally

Espero que gostem!


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EPISODIOS SONIC EXE

Jogos mencionados nesta saga

1 sonic 1.exe
2 sonic.exe the annomally
3 sonic 4R.exe
4 sonic.exe the tower of millennium
5 Sonic exe History of mobius

extras
1 o special stage.exe
2 new vanilla death
3 chaos Hunter mata sally
4 cream.exe e tails.exe

Mais sobre metal sonic e Sonic exe

Metal Sonic (メタルソニック Metaru Sonikku) é um malígno robô, contraparte de Sonic The Hedgehog, criado pelo Dr.Eggman. Assim como como ele aparenta, ele possui vários movimentos de Sonic, incluindo o Homming Attack. Metal Sonic está sempre do lado Mal da série, sendo em Sonic Rivals 2, o unico jogo onde ele assume um papel dentro da história como um personagem Jogavel, é notavel que ele seja o vilão mais recorrente da série Sonic The Hedgehog abaixo apenas de Eggman. E disputa uma posição acirrada com Shadow The Hedgehog como o maior rival do Ouriço Azul.

As outras versões

Metal Sonic tem muitas e muitas versões, versões em Aosth, versões na Archie Comics, versões na Fleetway, e as outras versões dos games, na verdade, chega a ser um exagero, vou falar um pouco de cada uma das versões dele:

Pseudo Sonic:

aparece no Aosth e na Archie Comics, é apenas uma cópia que Robotnik criou para causar problema e as outras pessoas acharem que ele é o Sonic.

Silver Sonic (s):

Apareceu no Sonic 2 de Mega Drive, no Sonic Adventure (normal ou DX) e também na Archie Comics, na Death Egg Saga, é uma versão cinza-prata do Sonic, com cabelo em forma de serra, armamento pesado e tamanho maior que o Sonic

Mecha Sonic:

versão que apareceu no Sonic 3 & Knuckles, ele tem grandes espinhos e é maior que o Sonic, tem um único olho e pode lançar bolas de fogo.

Metalic Sonic:

versão que apareceu na Archie Comics, é o Sonic em pessoa, mas foi robôtizado pelo Robotizador de Robotnik, foi derrotado por Metalic Knuckles.

Metal Sonic (Chaotix):

É a versão do Knuckles’ Chaotix, quando Robotnik usa as Chaos Rings para transformá-lo em um dragão vermelho em tamanho gigante.

Rocket Metal Sonic:

versão do jogo Sonic the Fighters (Sonic Championship no EUA) onde Metal Sonic é reconstruído em forma de foguete (como um Transformer), ele tem a cabeça MUITO achatada, e é muito rápido, ainda mais em sua forma de foguete.

Metallix:

é o líder da Brotherhood of Metallix, da Sonic the Comic, a BoM é uma irmandade de Metais Sonics, ele é vermelho e usa um Eggpod.

Robo Sonic:

em uma experiência, uma raça de alienígenas trocaram formas entre seres biológicos e metálicos, no caso, Sonic e Tails (bio), com Eggman e Snively (robô), na Archie Comics, ai Sonic ficou prateado, espinhos grandes, cresceu e tem muito armamento.

Metal Sonic 3.0:

versão que aparece no Sonic Rivals 2, foi criado por Eggman Nega, é como o Metal Sonic normal, mas é cinza, tem traços amarelos e vermelhos, foi derrotado por Metal Sonic.

Neo Metal Sonic:

após Eggman recriar Metal Sonic com a habilidade de copiar habilidades de outros, Metal Sonic copia habilidades de Chaos e se torna Neo Metal Sonic em Sonic Heroes, é grande, tem espinhos em formato de X, traços bra

Metal Sonic nos games

Metal Sonic não foi utilizado muitas vezes (comparado a outros personagens) nos jogos, sua primeira aparição foi em Sonic CD para Sega CD, onde não era jogável, mas era o mestre da zona da Stardust Speedway, onde na verdade era uma corrida entre ele e Sonic. Depois participou de alguns spin-offs como Sonic Drift, Sonic Drift 2, onde era um jogo de corrida e ele era jogável.

Depois participou do jogo Knuckles’ Chaotix (somente Chaotix em japonês) para 32X, onde ele novamente era um mestre, mas em sua primeira luta ele não fazia muita coisa, o jogador tinha que acertar um objeto que depois teria de acertar (na sorte) Metal Sonic, a verdadeira batalha foi quando Robotnik usa o poder das Chaos Rings para transformar Metal Sonic em um enorme dragão vermelho, mas é derrotado por Knuckles e os Chaotix.

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Virtua Fighter CrossRoads pode ser a grande evolução dos jogos de luta

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A SEGA finalmente resolveu apostar alto novamente em uma de suas franquias mais importantes. Durante sua recente apresentação, a empresa revelou Virtua Fighter Cross Roads, um projeto ambicioso que promete levar a lendária série de luta para um novo patamar.

O que mais chamou atenção foi justamente o fato de que o jogo não parece querer ser apenas mais um título tradicional do gênero. Embora o combate clássico em arenas continue sendo o coração da experiência, a proposta vai muito além disso. A apresentação mostrou um forte foco narrativo, exploração de cenários e elementos que lembram bastante a estrutura vista nos jogos da série Yakuza, atualmente conhecida como Like a Dragon.

Isso não é coincidência. A equipe responsável pelo projeto possui ligação direta com os desenvolvedores da franquia Like a Dragon, e isso fica evidente na forma como o mundo, os personagens e a narrativa estão sendo construídos. A ideia é criar uma experiência mais completa, misturando ação, exploração, momentos cinematográficos e até um toque de humor característico das produções da Ryu Ga Gotoku Studio.

A revelação acabou deixando algumas pessoas confusas. Afinal, Virtua Fighter sempre foi conhecido por ser uma franquia focada exclusivamente em combate. Porém, ao que tudo indica, a SEGA quer expandir os limites do gênero e oferecer algo que os jogos de luta raramente entregam atualmente: uma aventura de grande escala.

E isso é algo extremamente interessante. Durante os anos 90, a SEGA foi uma das empresas pioneiras dos jogos de luta em 3D, ajudando a definir padrões que influenciaram toda a indústria. Ver a companhia retornar a esse gênero com um projeto de grande orçamento demonstra confiança em uma fórmula que muitos estúdios deixaram de explorar.

Além de homenagear suas raízes, Virtua Fighter Cross Roads parece disposto a modernizar a franquia sem abandonar sua identidade. O resultado pode ser exatamente o que o gênero precisa para voltar a surpreender o público.

Pessoalmente, estou torcendo muito para que esse projeto dê certo. Os jogos de luta já viveram momentos de enorme popularidade, passaram por altos e baixos ao longo das décadas e hoje enfrentam um mercado bastante competitivo. Ainda assim, Virtua Fighter Cross Roads tem potencial para fazer algo realmente diferente e mostrar que ainda existe espaço para inovação.

Se a SEGA conseguir entregar tudo o que está prometendo, podemos estar diante de um dos projetos mais importantes da história recente dos jogos de luta.

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Tales of Arise no Nintendo Switch 2: Vale a Pena Jogar?

A Bandai Namco trouxe Tales of Arise para o Nintendo Switch 2, dando aos jogadores a oportunidade de aproveitar um dos JRPGs mais elogiados dos últimos anos em uma plataforma portátil. Mas será que vale a pena embarcar nessa aventura?

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A Bandai Namco trouxe Tales of Arise para o Nintendo Switch 2, dando aos jogadores a oportunidade de aproveitar um dos JRPGs mais elogiados dos últimos anos em uma plataforma portátil. Mas será que vale a pena embarcar nessa aventura?

Uma história de revolução e descobertas

O jogo apresenta o mundo de Dahna, um planeta que foi escravizado durante 300 anos por um povo de um mundo tecnologicamente muito mais avançado. Você controla Alphen, um homem mascarado que perdeu a memória, não sente dor e vive como escravo.

À primeira vista, a trama parece ser uma simples história de revolução contra um império opressor. No entanto, conforme a aventura avança, a narrativa cresce muito mais do que isso, explorando o passado dos protagonistas, seus conflitos e os mistérios que envolvem os dois mundos.

Combate dinâmico e divertido

Um dos grandes destaques de Tales of Arise é seu sistema de combate. O jogo mistura elementos de RPG de ação com mecânicas estratégicas. Ao encontrar inimigos pelo cenário, os confrontos acontecem em arenas dedicadas, onde você controla seu personagem enquanto coordena ataques e habilidades do restante do grupo.

O resultado é um combate rápido, visualmente impressionante e extremamente satisfatório.

Visual impressionante no Switch 2

A boa notícia é que o jogo está muito bonito no Nintendo Switch 2. Os cenários, efeitos visuais e personagens continuam impressionando, enquanto o desempenho se mantém sólido tanto no modo portátil quanto na TV.

Além disso, o jogo conta com diversas cenas em estilo anime que ajudam a desenvolver a narrativa e aprofundar a relação entre os personagens.

Finalmente com legendas em português

Outro ponto positivo é a presença de legendas em português. Os relançamentos recentes da franquia vêm recebendo localização para o nosso idioma, tornando a experiência muito mais acessível para os jogadores brasileiros.

Vale a pena?

Se você gosta de JRPGs com uma história envolvente, personagens carismáticos e um sistema de combate divertido, Tales of Arise continua sendo uma excelente opção. A versão para Nintendo Switch 2 entrega uma ótima experiência portátil, mantendo a qualidade que fez o jogo se destacar em outras plataformas.

E para quem não possui um Switch 2, o título também está disponível em outras plataformas, permitindo que mais jogadores conheçam essa aventura épica.

Tales of Arise é uma excelente porta de entrada para a franquia e uma ótima escolha para quem procura um JRPG de alta qualidade.

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