METAL SONIC vs SONIC EXE | Historia Sonic exe Anomally
Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game da serie sonic.exe mostrando a real luta de metal sonic contra o sonic exe
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5 Sonic exe History of mobius
extras
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2 new vanilla death
3 chaos Hunter mata sally
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Mais sobre metal sonic e Sonic exe
Metal Sonic (メタルソニック Metaru Sonikku) é um malígno robô, contraparte de Sonic The Hedgehog, criado pelo Dr.Eggman. Assim como como ele aparenta, ele possui vários movimentos de Sonic, incluindo o Homming Attack. Metal Sonic está sempre do lado Mal da série, sendo em Sonic Rivals 2, o unico jogo onde ele assume um papel dentro da história como um personagem Jogavel, é notavel que ele seja o vilão mais recorrente da série Sonic The Hedgehog abaixo apenas de Eggman. E disputa uma posição acirrada com Shadow The Hedgehog como o maior rival do Ouriço Azul.
As outras versões
Metal Sonic tem muitas e muitas versões, versões em Aosth, versões na Archie Comics, versões na Fleetway, e as outras versões dos games, na verdade, chega a ser um exagero, vou falar um pouco de cada uma das versões dele:
Pseudo Sonic:
aparece no Aosth e na Archie Comics, é apenas uma cópia que Robotnik criou para causar problema e as outras pessoas acharem que ele é o Sonic.
Silver Sonic (s):
Apareceu no Sonic 2 de Mega Drive, no Sonic Adventure (normal ou DX) e também na Archie Comics, na Death Egg Saga, é uma versão cinza-prata do Sonic, com cabelo em forma de serra, armamento pesado e tamanho maior que o Sonic
Mecha Sonic:
versão que apareceu no Sonic 3 & Knuckles, ele tem grandes espinhos e é maior que o Sonic, tem um único olho e pode lançar bolas de fogo.
Metalic Sonic:
versão que apareceu na Archie Comics, é o Sonic em pessoa, mas foi robôtizado pelo Robotizador de Robotnik, foi derrotado por Metalic Knuckles.
Metal Sonic (Chaotix):
É a versão do Knuckles’ Chaotix, quando Robotnik usa as Chaos Rings para transformá-lo em um dragão vermelho em tamanho gigante.
Rocket Metal Sonic:
versão do jogo Sonic the Fighters (Sonic Championship no EUA) onde Metal Sonic é reconstruído em forma de foguete (como um Transformer), ele tem a cabeça MUITO achatada, e é muito rápido, ainda mais em sua forma de foguete.
Metallix:
é o líder da Brotherhood of Metallix, da Sonic the Comic, a BoM é uma irmandade de Metais Sonics, ele é vermelho e usa um Eggpod.
Robo Sonic:
em uma experiência, uma raça de alienígenas trocaram formas entre seres biológicos e metálicos, no caso, Sonic e Tails (bio), com Eggman e Snively (robô), na Archie Comics, ai Sonic ficou prateado, espinhos grandes, cresceu e tem muito armamento.
Metal Sonic 3.0:
versão que aparece no Sonic Rivals 2, foi criado por Eggman Nega, é como o Metal Sonic normal, mas é cinza, tem traços amarelos e vermelhos, foi derrotado por Metal Sonic.
Neo Metal Sonic:
após Eggman recriar Metal Sonic com a habilidade de copiar habilidades de outros, Metal Sonic copia habilidades de Chaos e se torna Neo Metal Sonic em Sonic Heroes, é grande, tem espinhos em formato de X, traços bra
Metal Sonic nos games
Metal Sonic não foi utilizado muitas vezes (comparado a outros personagens) nos jogos, sua primeira aparição foi em Sonic CD para Sega CD, onde não era jogável, mas era o mestre da zona da Stardust Speedway, onde na verdade era uma corrida entre ele e Sonic. Depois participou de alguns spin-offs como Sonic Drift, Sonic Drift 2, onde era um jogo de corrida e ele era jogável.
Depois participou do jogo Knuckles’ Chaotix (somente Chaotix em japonês) para 32X, onde ele novamente era um mestre, mas em sua primeira luta ele não fazia muita coisa, o jogador tinha que acertar um objeto que depois teria de acertar (na sorte) Metal Sonic, a verdadeira batalha foi quando Robotnik usa o poder das Chaos Rings para transformar Metal Sonic em um enorme dragão vermelho, mas é derrotado por Knuckles e os Chaotix.
LANÇAMENTO SURPRESA! Shadow of the Tomb Raider chega ao Nintendo Switch 2 com desempenho baixo do esperado
Pessoal, é isso mesmo! Depois de mil anos de espera, Shadow of the Tomb Raider finalmente chegou ao Nintendo Switch! O lançamento pegou muita gente de surpresa e marca a chegada do último capítulo da trilogia reboot de Lara Croft aos consoles da Nintendo.
Para começar, o jogo consegue entregar uma experiência jogável no Switch, permitindo que os fãs acompanhem a conclusão dessa fase da franquia tanto no modo portátil quanto na TV. Entretanto, existe uma questão importante: será que essa remasterização poderia ter sido melhor otimizada?
Uma versão que poderia ir além
Embora o jogo funcione bem, fica aquela sensação de que faltou um pouco mais de ambição na parte técnica. A experiência parece favorecer o modo portátil, mas, quando pensamos em jogar na televisão, surge a dúvida sobre o que poderia ter sido feito para aproveitar melhor o hardware do console.
Uma otimização mais agressiva poderia tornar a experiência ainda mais interessante, especialmente se fosse possível alcançar 60 FPS. Claro que isso depende das limitações técnicas da versão e das escolhas feitas durante o desenvolvimento, mas é justamente aí que fica aquela sensação de oportunidade perdida.
Estamos falando do encerramento de uma trilogia que marcou uma geração de jogos de ação e aventura. Por isso, seria interessante ver um trabalho técnico capaz de valorizar ainda mais essa despedida.
O fim de uma era para Lara Croft
Mais do que um simples lançamento, Shadow of the Tomb Raider representa o encerramento de um ciclo para Lara Croft.
A trilogia reboot apostou em uma abordagem mais cinematográfica, com exploração, sobrevivência, combates e uma narrativa que mostrava as origens da personagem. A influência de jogos como Uncharted também ajudou a definir a identidade dessa fase, que levou Tomb Raider para uma direção diferente daquela popularizada nos jogos clássicos.
Agora, com essa trilogia chegando ao Nintendo Switch, temos mais uma oportunidade de revisitar uma das fases mais importantes da franquia.
E o futuro promete uma mudança de direção!
A próxima grande aposta da série é retornar às raízes de Lara Croft com um remake do primeiro Tomb Raider, originalmente lançado para o PlayStation em 1996. A expectativa é descobrir como essa aventura clássica será reinterpretada para uma nova geração.
Vale a pena jogar no Switch?
Para quem nunca experimentou essa trilogia, a chegada de Shadow of the Tomb Raider ao Nintendo Switch é uma ótima oportunidade de conhecer o capítulo final dessa jornada.
Por outro lado, quem esperava uma versão tecnicamente mais ambiciosa pode sentir que o jogo tinha potencial para entregar mais, principalmente na otimização para a televisão.
No fim das contas, Lara Croft encerra sua jornada nessa trilogia reboot e se prepara para um novo capítulo de sua história.
acredito que o jogo no minimo deveria rodar melhor no modo dock, parece que ele roda igual o modo portatil só que na tela, o que deixa essa lançamento com cara de que foi mal otimizado.
Final Fantasy Resonance é uma volta a origem da série em um genero tradado como morto
Sabe aquele RPG que você começa a jogar esperando uma aventura legal, mas que, quando percebe, já passou dezenas de horas explorando o mundo, montando builds e enfrentando chefes cada vez mais poderosos? Foi exatamente essa a experiência que tive com Final Fantasy Resonance.
Sabe aquele RPG que você começa a jogar esperando uma aventura legal, mas que, quando percebe, já passou dezenas de horas explorando o mundo, montando builds e enfrentando chefes cada vez mais poderosos? Foi exatamente essa a experiência que tive com Final Fantasy Resonance.
Depois de aproximadamente 80 horas de gameplay, finalmente concluí essa aventura e posso dizer que fiquei bastante satisfeito com o resultado. O jogo resgata muitas das características que fizeram os RPGs japoneses clássicos conquistarem tantos fãs, mas também apresenta sistemas de combate modernos, uma boa variedade de possibilidades para evoluir os personagens e uma história que vai muito além daquela tradicional batalha entre o bem e o mal.
Nesta análise, vou compartilhar tudo o que achei do jogo, incluindo os pontos positivos, as coisas que poderiam ser melhores e se realmente vale a pena investir seu tempo nessa aventura. E pode ficar tranquilo: esta análise não contém spoilers da história nem de momentos importantes do gameplay.
Final Fantasy Resonance está disponível para Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC. A versão analisada foi a de Nintendo Switch 2, recebida gratuitamente e antecipadamente da Square Enix, a quem agradeço pela oportunidade.
Um Final Fantasy com raízes clássicas
Uma das primeiras coisas que chamam a atenção em Final Fantasy Resonance é sua apresentação visual. Este é um RPG que utiliza o estilo HD-2D, popularizado por Octopath Traveler e posteriormente explorado pela Square Enix em produções como Live A Live, Triangle Strategy e Dragon Quest.
A combinação de cenários tridimensionais com personagens em pixel art funciona muito bem aqui. Temos aquela aparência que lembra os RPGs da época dos consoles de 16 bits, mas com efeitos de iluminação, profundidade e cenários que aproveitam as possibilidades das plataformas modernas.
O resultado é um jogo que consegue transmitir uma sensação nostálgica sem parecer ultrapassado. Para quem sente falta daquela época em que os RPGs japoneses apostavam em mundos enormes, cristais elementais, personagens carismáticos e combates por turnos, a proposta é bastante atraente.
Entretanto, o visual não é a única coisa que aproxima Resonance dos clássicos da franquia. Sua estrutura também bebe bastante da fonte dos Final Fantasy lançados originalmente para Super Nintendo, especialmente na maneira como apresenta sua aventura e desenvolve seus sistemas de combate.
Existe ainda uma curiosidade interessante sobre a origem do projeto: o jogo foi desenvolvido a partir de Final Fantasy Brave Exvius, um RPG mobile com mecânicas de gacha. Porém, essa origem não compromete a experiência que temos aqui.
Na prática, Final Fantasy Resonance foi reformulado de maneira tão significativa, tanto na apresentação quanto no combate, que funciona como uma experiência completa de RPG para consoles e PC. Eu mesmo não havia jogado Brave Exvius e, se não conhecesse a origem do projeto, dificilmente imaginaria que ele começou como um jogo para celulares.
E isso é um grande mérito. O resultado não passa a sensação de estarmos jogando uma versão mobile simplesmente adaptada para outras plataformas. Temos um RPG com identidade própria e uma estrutura pensada para sustentar uma aventura de dezenas de horas.
Uma história que vai além do bem contra o mal
A história de Final Fantasy Resonance acontece no planeta Lapis, um mundo protegido por cristais elementais. Quando surgem acontecimentos estranhos envolvendo o Cristal da Terra, somos enviados para investigar a situação ao lado de Rain e Lasswell.
Rain é o protagonista da aventura, enquanto Lasswell é seu melhor amigo. Os dois são guerreiros a serviço do Reino de Grandshelt e acabam envolvidos em acontecimentos que vão muito além da missão inicialmente apresentada.
Não vou entrar em detalhes para preservar as surpresas da narrativa, mas existe algo que gostei bastante durante minhas 80 horas de gameplay: a maneira como o jogo desenvolve seus personagens e suas motivações.
Inicialmente, a impressão é de que estamos diante daquela clássica disputa entre heróis e vilões. De um lado, temos os personagens que precisam salvar o mundo. Do outro, aqueles que parecem representar uma ameaça. Só que, conforme a história avança, essa divisão se torna muito menos simples.
O jogo apresenta personagens com valores, objetivos e convicções próprias. Mesmo quando discordamos das decisões de alguém, conseguimos compreender de onde vêm suas motivações e por que determinadas escolhas fazem sentido para aquela pessoa.
Isso vale tanto para os protagonistas quanto para os coadjuvantes e antagonistas. Em vez de tratar todos os conflitos como uma disputa entre personagens bons e ruins, a narrativa procura explorar diferentes perspectivas.
Para mim, esse é um dos pontos mais fortes de Final Fantasy Resonance. Uma boa história é fundamental em um RPG japonês, principalmente quando estamos investindo tantas horas naquele universo. E, felizmente, o jogo conseguiu me manter interessado no que aconteceria a seguir.
O combate por turnos é o grande destaque
Se existe um aspecto em que Final Fantasy Resonance realmente me conquistou, foi o sistema de combate.
Estamos falando de um RPG com batalhas aleatórias e combates por turnos. A princípio, isso pode parecer bastante tradicional, mas o jogo introduz mecânicas que tornam cada confronto mais estratégico do que simplesmente escolher um ataque e esperar o próximo turno.
Todos os adversários possuem uma barra de vida e uma barra de postura. A barra de vida representa a resistência do inimigo, enquanto a postura está diretamente relacionada à nossa capacidade de quebrar sua defesa e abrir oportunidades para causar ainda mais dano.
E aqui está o detalhe importante: nem sempre atacar diretamente a barra de vida é a melhor estratégia.
Ao explorar as fraquezas dos adversários e utilizar habilidades adequadas, podemos reduzir sua postura até quebrá-la. Isso abre oportunidades para ataques adicionais e aumenta o potencial de dano do grupo.
Quando conseguimos deixar todos os inimigos sem postura ao mesmo tempo, também podemos liberar ataques especiais associados às visões equipadas.
Essa mecânica muda bastante a maneira como encaramos os confrontos. Em determinadas situações, vale mais a pena preparar uma sequência de ataques para quebrar a postura do adversário do que simplesmente despejar as habilidades mais poderosas sobre ele.
Isso também faz com que conhecer os inimigos seja importante. Uma equipe bem preparada consegue aproveitar fraquezas e controlar o ritmo das batalhas, enquanto um grupo mal montado pode enfrentar dificuldades desnecessárias.
O sistema tem profundidade suficiente para continuar interessante mesmo depois de muitas horas. E, considerando que terminei a campanha após aproximadamente 80 horas, esse é um elogio bastante importante.
O sistema de visões traz personagens de outros Final Fantasy
Outra mecânica fundamental é o sistema de visões.
Dentro do universo do jogo, existem ecos do passado e de outros mundos que podem auxiliar nossos personagens durante os combates. Essas visões concedem acesso a habilidades e permitem utilizar poderes associados a diferentes personagens da franquia.
É aqui que encontramos referências a protagonistas conhecidos, como Terra, de Final Fantasy VI, Cloud, de Final Fantasy VII, e Zidane, de Final Fantasy IX.
Cada personagem jogável pode equipar uma visão e, dessa forma, combinar suas habilidades próprias com os poderes concedidos por ela.
Isso cria uma camada adicional de personalização. Não estamos apenas escolhendo quais personagens levar para a batalha, mas também decidindo quais habilidades queremos disponibilizar para cada integrante da equipe.
As visões possuem habilidades ativas e passivas, além de um sistema próprio de progressão. Conforme ganham experiência, elas desbloqueiam benefícios que fortalecem os personagens e permitem aproveitar determinadas habilidades mesmo quando a visão não está mais equipada.
Por isso, recomendo experimentar diferentes combinações ao longo da aventura. Ficar preso a uma única visão durante todo o jogo significa perder oportunidades de desenvolver melhor seus personagens.
Atenção para quem ainda não terminou outros Final Fantasy: os santuários de visões podem apresentar cenas e textos com spoilers dos jogos representados. Se você ainda pretende jogar Final Fantasy VI, VII, IX ou outros títulos relacionados, tenha cuidado com essas apresentações. É possível recrutar as visões sem precisar assistir a todas as cenas ou ler todos os textos.
É uma decisão importante para quem deseja aproveitar as referências sem descobrir antecipadamente acontecimentos de outros jogos da franquia.
Elementais e builds: prepare-se para experimentar
Final Fantasy Resonance dá bastante importância aos elementos. Temos afinidades como fogo, água, gelo, vento, terra, relâmpago, luz e trevas, e explorar as fraquezas dos inimigos é essencial para quebrar suas posturas com eficiência.
O interessante é que a personalização não se limita às magias. Tanto ataques físicos quanto habilidades mágicas podem possuir propriedades elementais, enquanto outras habilidades não apresentam nenhum elemento específico.
Isso significa que precisamos pensar não apenas no elemento mais adequado para cada inimigo, mas também nas características de cada personagem.
Se determinado integrante possui atributos físicos elevados, por exemplo, pode ser mais interessante investir em ataques físicos e habilidades que aproveitem esse potencial. Já personagens com atributos mágicos elevados podem se beneficiar de uma configuração focada em magias.
Durante minha aventura, gostei bastante de experimentar diferentes combinações. Lasswell foi um bom exemplo disso. Como ele já possui habilidades associadas ao gelo, procurei complementar suas possibilidades de ataque com outras visões, permitindo que ele também explorasse elementos diferentes.
Em determinado momento, consegui montar uma configuração voltada para acertos críticos, aumentando consideravelmente seu dano e sua capacidade de quebrar a postura dos adversários.
Esse tipo de combinação faz diferença porque os equipamentos, acessórios, habilidades passivas e visões trabalham juntos. Uma escolha isolada pode parecer pequena, mas o resultado muda bastante quando conseguimos combinar vários bônus que se complementam.
É justamente aí que Final Fantasy Resonance se destaca. O jogo oferece espaço para testar estratégias, ajustar os personagens e encontrar maneiras próprias de enfrentar os desafios.
Quem gosta de montar builds e procurar combinações eficientes tem bastante coisa para explorar.
Limit Bursts, Espers e habilidades especiais
Além das mecânicas de postura e das visões, o jogo apresenta os Limit Bursts, ataques especiais capazes de causar grandes quantidades de dano.
Esses golpes se tornam ainda mais interessantes quando combinados com determinadas habilidades e equipamentos. Dependendo da configuração da equipe, é possível acelerar consideravelmente o carregamento dessas técnicas e criar sequências de ataques especiais em intervalos curtos.
Isso recompensa quem dedica tempo à construção das builds. Em vez de simplesmente equipar os itens com os maiores números, podemos procurar combinações que melhorem a frequência de uso das habilidades e aumentem o potencial ofensivo do grupo.
Alguns personagens também conseguem invocar Espers, criaturas poderosas que auxiliam temporariamente durante as batalhas. Entre elas estão nomes conhecidos da franquia, como Ramuh e Leviatã.
As invocações ajudam a ampliar a variedade dos confrontos e trazem aquele espetáculo visual que muitos fãs esperam de um Final Fantasy.
Também temos uma boa variedade de buffs e debuffs. Podemos aumentar atributos, reduzir a força dos adversários, acelerar ou desacelerar ações e utilizar efeitos como veneno, paralisia, sono e confusão.
Outro ponto positivo é que determinadas condições negativas podem funcionar até mesmo contra chefes. Isso abre possibilidades estratégicas que nem sempre encontramos em RPGs do gênero, nos quais muitos inimigos importantes são praticamente imunes a esse tipo de abordagem.
No conjunto, essas mecânicas tornam o combate bastante flexível. Existem várias maneiras de preparar uma equipe eficiente, e o jogo recompensa quem procura entender como os diferentes sistemas funcionam em conjunto.
A progressão dos personagens é bem equilibrada
Uma decisão de design que merece elogios é a maneira como Final Fantasy Resonance administra a experiência dos personagens.
O grupo ativo conta com quatro integrantes, mas temos mais personagens jogáveis disponíveis. Isso permite experimentar formações diferentes sem precisar abandonar permanentemente aqueles que ficam fora da equipe principal.
O jogo não deixa os personagens inativos completamente para trás em termos de nível. Dessa forma, podemos fazer alterações no grupo conforme a situação ou simplesmente porque queremos experimentar outros integrantes.
É uma solução simples, mas bastante eficiente.
Em RPGs longos, pode ser frustrante descobrir que determinado personagem parece interessante, mas está muitos níveis abaixo do restante da equipe porque quase nunca foi utilizado. Resonance reduz esse problema e facilita a experimentação.
Como consequência, a variedade de personagens se torna mais relevante. Podemos testar diferentes composições, explorar habilidades específicas e adaptar o grupo aos desafios sem transformar cada mudança em uma longa sessão de treinamento.
Missões secundárias, exploração e viagem rápida
Em relação à estrutura da aventura, Final Fantasy Resonance apresenta seus objetivos principais de maneira clara e também informa quais missões secundárias estão disponíveis.
Normalmente, prefiro concentrar meu tempo na campanha principal. Entretanto, neste jogo, acabei realizando quase todas as missões secundárias que apareceram durante a progressão.
Isso aconteceu porque elas oferecem recompensas interessantes e ajudam a fortalecer o grupo de maneira natural. Ao completar essas atividades antes de avançar para determinadas partes da história, consegui manter meus personagens em um nível adequado sem precisar passar horas repetindo batalhas apenas para ganhar experiência.
É uma estrutura que funciona muito bem para quem deseja aproveitar o conteúdo disponível sem transformar a aventura em uma sequência interminável de grind.
O mundo também oferece diferentes tipos de lugares para explorar, incluindo cidades, vilas, calabouços, santuários, áreas de desafio, um Coliseu e outras localidades especiais.
O mapa-múndi ajuda a dar variedade à jornada, enquanto a possibilidade de retornar rapidamente aos locais já visitados facilita bastante a conclusão das missões pendentes.
Por outro lado, existe uma decisão de design de que não gostei tanto.
O jogo indica de maneira excessivamente detalhada para onde devemos ir. Em uma experiência mais linear, isso não seria necessariamente um problema. Porém, em uma aventura que incentiva a exploração, gostaria de ter mais oportunidades para descobrir segredos por conta própria.
Encontrar uma passagem escondida ou descobrir uma recompensa sem receber uma indicação praticamente exata de sua localização pode ser uma das partes mais divertidas de um RPG.
Quando o jogo entrega todas essas informações antecipadamente, parte da sensação de descoberta acaba se perdendo.
Ainda assim, o sistema de viagem rápida funciona muito bem e torna a exploração mais prática. Voltar a uma cidade para entregar uma missão ou retornar a uma área que antes era difícil demais é algo simples, sem exigir que o jogador percorra novamente longos trajetos.
É um equilíbrio entre conveniência e exploração que poderia ser melhor, mas que não chegou a comprometer minha experiência.
Visual HD-2D e desempenho no Nintendo Switch 2
Visualmente, Final Fantasy Resonance é um jogo muito bonito.
A direção de arte combina personagens em pixel art, cenários tridimensionais e ilustrações elaboradas para criar uma apresentação que valoriza tanto a nostalgia quanto os recursos gráficos modernos.
A variedade de ambientes também ajuda a manter a aventura visualmente interessante. Os diferentes locais associados aos cristais elementais apresentam características próprias, evitando que a exploração pareça limitada a um único tipo de cenário.
No Nintendo Switch 2, a experiência foi bastante positiva. O jogo apresentou boa qualidade visual e desempenho consistente durante praticamente toda a campanha.
Encontrei apenas um trecho específico em que a performance se mostrou menos estável, em uma região com chuva e relâmpagos. Mesmo assim, foi uma situação pontual e não chegou a prejudicar significativamente minha experiência.
Os menus e a interface também merecem elogios. As informações são organizadas de maneira clara, e acompanhar as missões, administrar equipamentos e configurar habilidades é relativamente simples.
Em um RPG com tantas possibilidades de personalização, ter uma interface que facilita o acesso às informações faz bastante diferença.
No geral, a versão de Nintendo Switch 2 entregou uma experiência muito satisfatória, tanto em apresentação visual quanto em desempenho.
Trilha sonora e dublagem
A trilha sonora é outro grande destaque.
Final Fantasy Resonance apresenta músicas originais e também versões rearranjadas de temas associados a outros jogos da franquia. Essa combinação ajuda a reforçar a identidade do projeto e cria momentos que devem agradar especialmente aos fãs de longa data.
Os efeitos sonoros também são muito bem executados. Desde a navegação pelos menus até os sons de ataques físicos, magias, acertos críticos e habilidades especiais, existe um cuidado que contribui para a sensação de impacto durante as batalhas.
A dublagem está disponível em inglês e japonês. Durante minha experiência, joguei a campanha inteira com as vozes em japonês e gostei bastante das interpretações dos personagens.
As vozes ajudam a dar personalidade ao elenco e complementam a apresentação das cenas. É um trabalho que combina bem com a proposta de um RPG focado em história e personagens.
A ausência de português é um grande problema
Infelizmente, nem tudo são elogios.
Final Fantasy Resonance não conta com tradução para português, nem mesmo nas legendas. E, sinceramente, considero essa ausência uma das decisões mais decepcionantes da Square Enix em relação ao lançamento.
O Brasil possui uma comunidade enorme de jogadores, e existe um público que acompanha a franquia há décadas. Disponibilizar uma tradução para português seria uma maneira importante de tornar essa aventura acessível a mais pessoas.
A situação fica ainda mais estranha quando observamos que outros jogos da série já receberam localização para nosso idioma. Final Fantasy Pixel Remaster, Final Fantasy XV, Final Fantasy XVI e os jogos da trilogia Final Fantasy VII Remake são exemplos de títulos que contam com suporte ao português.
Quando alguns lançamentos recebem tradução e outros ficam de fora, a política de localização da franquia parece bastante inconsistente.
No caso de Resonance, o problema é ainda mais significativo porque o texto utiliza vocabulário e construções que podem exigir um nível avançado de inglês. Não estamos falando apenas de entender instruções básicas ou acompanhar diálogos simples. Para aproveitar plenamente a narrativa, é necessário compreender textos, motivações e explicações relacionadas aos acontecimentos do mundo.
Isso é uma pena, porque o jogo tem qualidades suficientes para conquistar muitos jogadores que podem acabar afastados justamente pela barreira do idioma.
Minha crítica aqui não é à qualidade da narrativa, mas à falta de acessibilidade linguística. Um RPG tão bom merecia receber o mesmo cuidado de localização que outros títulos importantes da franquia.
Afinal, Final Fantasy Resonance vale a pena?
Depois de aproximadamente 80 horas, minha impressão é bastante positiva.
Final Fantasy Resonance é um RPG que resgata com competência várias das características que tornaram os jogos clássicos do gênero tão especiais. Temos uma aventura extensa, personagens bem desenvolvidos, uma história que vai além da divisão tradicional entre heróis e vilões e um sistema de combate que continua interessante mesmo depois de dezenas de horas.
A variedade de visões, as possibilidades de construir builds e a combinação entre ataques elementais, quebra de postura, Limit Bursts, Espers e efeitos de status fazem com que o combate tenha profundidade de verdade.
Também gostei da progressão dos personagens, da quantidade de missões secundárias e da maneira como o jogo permite fortalecer a equipe sem exigir sessões excessivas de grind.
Os principais pontos negativos ficam por conta da exploração excessivamente guiada e, principalmente, da ausência de tradução para português. O primeiro aspecto reduz um pouco a sensação de descoberta, enquanto o segundo limita o acesso a uma aventura que merecia alcançar um público ainda maior.
Mesmo com essas ressalvas, recomendo bastante Final Fantasy Resonance para quem gosta de RPGs japoneses clássicos, especialmente jogos como Dragon Quest VII, Star Ocean: The Second Story e Bravely Default, além dos Final Fantasy tradicionais.
Se você está em dúvida, vale conferir a demonstração gratuita, caso esteja disponível na loja da sua plataforma, para conhecer o combate e descobrir se a proposta combina com seu gosto.
Para mim, Final Fantasy Resonance foi uma experiência muito satisfatória do início ao fim. É um RPG que entende bem suas raízes, oferece sistemas de combate envolventes e consegue manter a vontade de continuar jogando mesmo depois de 80 horas.
Minha conclusão é que Final Fantasy Resonance é uma excelente pedida para quem sente falta dos RPGs japoneses clássicos. A Square Enix acertou em cheio na construção do combate e na apresentação visual. Agora só falta dar mais atenção à localização para que jogadores brasileiros também possam aproveitar essa aventura sem barreiras linguísticas.
Se você curte RPGs por turnos, gosta de experimentar builds e sente saudade daquela época de grandes aventuras em mundos de fantasia, este é um jogo que merece entrar no seu radar.
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