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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo da franquia sonic, com o retorno do sonic e tails em dupla. contra o metal sonic no SONIC 4

Espero que gostem!

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HISTORIA DE SONIC

Playlist

Historia de Sonic 1 https://youtu.be/GzL9-XRMHwI

Historia de Sonic CD https://youtu.be/52ff02U8tnw

Sonic 1 e 2 do master system https://youtu.be/LptAcsYlGSo

Tails adventure https://youtu.be/OQ6_Yt30j8A

LEGO SONIC https://youtu.be/tB-KqoCbVtE

SONIC FAN GAMES

Historia dos jogos

Continuação do tão controverso e polêmico Sonic 4, o Episódio II vem para tentar mostrar que a Sega ainda sabe como fazer Sonic à moda antiga. Com vários aprimoramentos em relação ao episódio I, este episódio vem com grandes novidades. A história em si já começa como se fosse a continuação do Sonic CD: o retorno do Little Planet, Metal Sonic, a ovodamorte e também do Tails, que volta para ajudar o Sonic em sua aventura. Infelizmente as partes baseadas no Sonic CD param por aí, pois infelizmente as Time Stone e viagens no tempo não voltaram junto do planeta, mas quem sabe no episódio 3? A jogabilidade é semelhante ao Sonic Advance 3, onde você tem o Tails sempre te acompanhando, semelhante ao que ele fazia na era genesis, e você pode executar alguns movimentos combinados para passar em alguma partes específicas do jogo. Sonic 4 Episode II atendeu aos anseios dos gamers de PC e foi também lançado para PC, via download. Aliás, o game, assim como o primeiro episódio, é exclusivamente disponibilizado via download. Junto do Episode II, foi lançado o Episode I para PC. Este review serve a todas as versões do game, que foi lançado para PS3, XBOX 360, Android, iOS e PC. Não foi lançado para Wii.

Sonic 4 Episode II não apresenta muitas diferenças em relação ao primeiro episódio. Na realidade, até mesmo pelo seu conceito ser um episódio adicional ao que ao final será o Sonic 4 (um game composto de episódios), a única diferença mesmo parece ser as novas fases e agora o fato de que o Tails foi incluído como personagem coadjuvante (e jogável no modo Multiplayer).

O padrão gráfico continua o mesmo do primeiro episódio, porém melhorado. Evidentemente que sendo um game de plataforma 2D para sistemas modernos, pode-se caprichar no background e nos elementos interativos nas fases, o que há muito em Sonic 4 Episódio II. Isso faz com que o game tenha a impressão dos clássicos, com um maior desenvolvimento gráfico e elementos interativos.

Quanto à jogabilidade, a engine foi melhorada em relação ao Episódio I e está bem mais fluída, mas o “Spider Sonic” continua. O spider Sonic é o apelido dado pelos fãs em relação ao bug do Episódio I, em que o Sonic consegue ficar praticamente parado na vertical. Outra falha de engine que não foi corrigida é a lentidão do SpinDash. Ao contrário dos clássicos, em que você aperta, aperta, aperta e aperta e o Sonic sai com tudo, em Sonic 4 Episode II, o Sonic sai na mesma velocidade, lento…

A interação entre o Sonic e o Tails, como já referida, ficou bem feita. Ao contrário da era genesis, no qual se você estivesse jogando sozinho, era necessário pegar o controle 2 para o Tails carregar o Sonic, agora é possível fazer tudo com um controle apenas.

Como no Episódio I, cada ato de uma zona tem uma ambientação diferente, porém no Episódio II, eles levaram isso a um novo patamar, agora não somente muda o ambiente ou a hora do dia, mas também o tema da fase muda e muito, um bom exemplo disso é a White Park Zone, onde você começa em uma imensidão de gelo, depois passa para uma enorme montanha russa onde nem existe gelo e depois vai para uma seqüência de cavernas submersas e com muita neve no caminho.

Quanto ao mais, Sonic 4 Episode II mantém a proposta de resgate da trilogia clássica, trazendo todos os elementos conhecidos da série Sonic: os monitores de itens, badniks, loopings, postes de estrela para salvar a fase temporariamente, Special Stage (coletado da mesma maneira que no episódio anterior e, portanto, igual ao Sonic 1 do Mega: 50 anéis após terminar cada ato) e etc. A tela do jogo é a mesma do anterior, trazendo apenas o contador de vidas, anéis, pontuação e tempo.

Análise

Escape from rever After: o “Paper Mario moderno” que tá chamando atenção

Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

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Se você é fã de RPGs com estilo único, pode ficar de olho em Escape from Ever After, um jogo indie que vem chamando bastante atenção por lembrar diretamente a fórmula clássica de Paper Mario, mas trazendo suas próprias ideias criativas.

Visual que mistura 2D e 3D de forma inteligente

O primeiro destaque do jogo é o visual. Todo o cenário é construído em 3D, enquanto personagens e inimigos parecem recortes em 2D, criando aquele estilo clássico que lembra papel. Isso não só dá personalidade, como também faz tudo funcionar de forma muito fluida e charmosa.

Jogabilidade com estratégia e timing

Assim como os melhores RPGs do estilo, o jogo aposta em um sistema de batalha que vai além do básico. Você utiliza parceiros durante a jornada, interage com o cenário e ainda precisa dominar o timing dos comandos. Dá para se defender de ataques e executar golpes com mais eficiência apertando o botão no momento certo, o que deixa tudo mais dinâmico e envolvente.

Sistema de parceiros que muda a experiência

Um dos pontos mais interessantes é o sistema de parceiros. Eles não estão ali só para ajudar na luta, mas também participam da exploração e da resolução de desafios. Isso impacta diretamente na forma como você avança e deixa a experiência mais variada do começo ao fim.

Curto, mas marcante

Apesar de ser um RPG relativamente curto, Escape from Ever After compensa com uma experiência bem condensada e divertida. Ele pega a base consagrada de Paper Mario e adapta para algo mais moderno, com foco em ritmo e criatividade.

Vale a pena?

Se você curte RPGs com identidade forte, mecânicas criativas e aquele toque nostálgico, esse jogo é uma ótima surpresa. Ele mostra que ainda dá para reinventar fórmulas clássicas sem perder a essência.

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Games

Shinobi Art of Vengeance o crossover mais inesperado (e incrível) da SEGA

Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.

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Se você achava que já tinha visto de tudo nos games, calma lá. A nova DLC de Shinobi entrega um dos crossovers mais insanos da história da SEGA e funciona muito bem.

Estamos falando de um ninja lendário enfrentando vilões icônicos de universos completamente diferentes, incluindo ninguém menos que o próprio Dr. Eggman.

Os vilões que invadiram Shinobi

Essa DLC não economiza no fan service. Você enfrenta três figuras clássicas:

  • Death Adder, o tirano brutal de Golden Axe, trazendo toda a vibe medieval inspirada em Conan. E sim, ele continua extremamente difícil.
  • Um personagem da franquia Yakuza Goro Majima, com aquele estilo caótico que quem conhece a saga reconhece na hora.
  • E claro, o destaque absoluto: Dr. Eggman, direto do universo de Sonic the Hedgehog.

Eggman na Green Hill em 2D

Aqui é onde a DLC realmente se destaca.

A batalha contra Eggman acontece numa Green Hill em estilo 2D, extremamente bem trabalhada e carregada de nostalgia. Mas o ponto principal é outro: é uma das raras vezes em que vemos o Robotnik enfrentando um humano de igual para igual.

E a luta evolui:

  • Começa no clássico: robôs, armadilhas e ataques mecânicos
  • Quando começa a perder, Eggman muda a estratégia
  • A Egg Mobile se transforma em um robô gigante com temática samurai

A batalha escala e leva o jogador para uma versão estilizada da Chemical Plant, aumentando ainda mais o impacto visual e mecânico do confronto.

Por que essa DLC funciona tão bem

  • Mistura universos diferentes da SEGA com coerência
  • Mantém a identidade de cada franquia
  • Apresenta chefes variados e memoráveis
  • Equilibra nostalgia com novidade

É o tipo de conteúdo que parece improvável, mas foi executado com muito cuidado.

Vale a pena?

Sim, vale muito.

Se você gosta de jogos clássicos da SEGA, crossovers criativos ou quer ver o Eggman em um contexto completamente diferente, essa DLC é uma recomendação fácil.

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