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Queridos, eu sou Roberto e vou te falar, sobre oiphone incrivel da apple e o REVOLUCIONARIO celular da XIAOMI que ultrapassa 100 mil mega pixels

MI NOTE 10 vs IPHONE 11🤨 Qual é o MELHOR ?

Espero que gostem


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Mais sobre Xiaomi MI note 10 ( cc9 pro )

O Xiaomi Mi Note 10 Pro é, sem dúvida, um dos smartphones Android mais avançados e abrangentes disponíveis no mercado, graças ao seu rico equipamento e recursos multimídia avançados. Tem um grande display de 6.47 polegadas com uma resolução de 2340×1080 pixel. As funcionalidades oferecidas pelo Xiaomi Mi Note 10 Pro são muitas e inovadoras. Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet. Enfatizamos a excelente memória interna de 256 GB mas sem a possibilidade de expansão.

O Xiaomi Mi Note 10 Pro é um produto com poucos concorrentes em termos de multimídia graças à câmera de 108 megapixels que permite ao Xiaomi Mi Note 10 Pro tirar fotos fantásticas com uma resolução de 12000×9000 pixels e gravar vídeos em 4K a espantosa resolução de 3840×2160 pixels.

A Xiaomi oficializou o Mi CC9 Pro com o nome de Mi Note 10 globalmente. O novo smartphone, com câmera de 108 megapixels e mais quatro sensores na parte traseira, promete ser um grande passo da chinesa para aprimorar ainda mais a qualidade fotográfica de seus dispositivos.

Resumindo, o aparelho tem uma lente ultra-wide, uma lente wide, e mais duas teleobjetivas, com aproximações ao objetos em distâncias diferentes. O quinto sensor é o de profundidade, usado para as fotos com fundo desfocado.

Em uma postagem na rede social Weibo, a Xiaomi explicou um pouco sobre um curioso conceito que chamou de compressão espacial. Trata-se de um fenômeno observado facilmente com as diferentes câmeras do Mi Note 10 em que, mesmo que o objeto da foto e fundo não se movimentem, diferentes quadros dão a impressão que os objetos no fundo estão se aproximando.

O grande diferencial do aparelho são seu conjunto de câmeras quíntuplo, que está sendo chamado pela empresa de penta cameras. Sendo a lente principal de 108MP, sensor Samsung ISOCELL Bright HMX, desenvolvido em parceria entre a Xiaomi e a sul-coreana. Em conjunto com os outros sensores de 5MP, 12MP, 20MP e 2MP. A câmera frontal é de 32MP com abertura de f/2.0. As lentes são: grande angular, ultra grande angular, telephoto, telephoto de grande alcance e uma macro.

Mais Sobre Iphone 11 , Iphone 11 pro, Iphone 11 MAX

O novo iPhone 11 se torna realidade: a Apple anunciou nesta terça-feira (10) a nova linha de celulares, com preço entre US$ 699 e US$ 1.099 nos Estados Unidos. O trio composto também por iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max chega ao mercado no dia 20 de setembro, com pré-venda a partir do dia 13. Além dos telefones, foram anunciados o Apple Watch 5, o novo iPad de 10,2 polegadas e o preço do serviço Apple TV Plus, espécie de rival da Netflix – com chegada confirmada no Brasil.

iPhone 11: disponibilidade e preço

Seguindo sua tradição anual, a Apple anunciou três novos smartphones hoje, 10 de setembro. Os aparelhos chegam ao mercado em 20 de setembro, mas já estão disponíveis em pré-venda a partir desta sexta-feira, 13.

O preço inicial do iPhone 11 é de 699 dólares. Já o iPhone 11 Pro chega ao mercado por 999 dólares e iPhone 11 Pro Max 1099 dólares. Ainda não temos informações sobre a vendas destes três modelos no Brasil.

Confirmando os rumores, o iPhone 11 chega com um design distinto das versões anteriores. A Apple colocou um módulo com duas lentes na câmera principal, mas manteve o tamanho da tela da variante do ano passado. Assim, o iPhone 11 possui 6,1 polegadas e vem com o entalhe parte frontal, por conta dos sensores do Face ID.

iPhone 11: design e tela

Em 2019, a linha iPhone conta com novas opções de cores, tais como violeta, branco, verde, amarelo, preto e vermelho.

A mudança para a câmera traseira dupla muda a impressão que temos do iPhone 11, que lembra muitos dos aparelhos da Huawei e, recentemente, da Motorola. Agora, o dispositivo possui uma lente ultra-angular.

Análise

Resident Evil Requiem é uma mistura do NOVO e Velho de um bom jeito – REVIEW

Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

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Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

Uma experiência dividida em dois estilos

Logo no início, você assume o controle de Grace, uma protagonista que representa tudo aquilo que marcou os Resident Evil mais recentes pós Resident Evil 7: Biohazard. Terror em primeira pessoa, vulnerabilidade e uma sensação constante de perigo.

Essa primeira parte do jogo é focada no medo puro. Recursos escassos, inimigos imprevisíveis e um ritmo mais lento fazem você sentir cada passo como uma decisão importante. É aquela experiência clássica de sobrevivência que muitos fãs pediam de volta.

Mas tudo muda quando Leon S. Kennedy entra em cena.

A virada para ação

Quando Leon assume o protagonismo, o jogo muda completamente de tom. A gameplay passa a lembrar bastante Resident Evil 6, só que dessa vez funcionando melhor.

Aqui entram combates mais intensos, sistema de parry, uso criativo de itens e muito mais foco em ação e movimentação. É praticamente uma evolução do estilo mais action da franquia, só que melhor equilibrado.

Um conceito criativo e estranho

Um dos pontos mais interessantes do jogo é a forma como os inimigos são construídos.

Os zumbis não são apenas criaturas genéricas. Eles são reflexos de memórias e traumas. Antes de serem infectados, eles tinham vidas, hábitos e obsessões.

Isso gera inimigos bem únicos, como um açougueiro transformado em um monstro brutal, um zelador que continua limpando compulsivamente e criaturas que evitam luz por traumas anteriores.

É estranho, mas funciona e adiciona uma camada psicológica bem interessante ao terror.

Um dos Resident Evil mais longos

Outro destaque é a duração. Resident Evil Requiem é um dos títulos mais longos da franquia, o que pode ser um ponto positivo para quem quer conteúdo.

Mas essa duração vem com uma mudança clara de ritmo. O jogo começa com terror intenso, evolui para sobrevivência no meio e termina com ação total.

Essa progressão pode surpreender ou até incomodar dependendo do tipo de jogador que você é.

Vale a pena?

Sim, e muito.

Mesmo com essa mudança de identidade ao longo da campanha, o jogo consegue se manter divertido do início ao fim. Ele mistura o melhor de diferentes fases da franquia e entrega uma experiência única.

Se você curte terror psicológico, ação estilo Resident Evil moderno e narrativas criativas, então esse jogo é para você.

No fim das contas, pode até dividir opiniões, mas é um dos Resident Evil mais interessantes já feitos.

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Games

Mario Kart World: Vale a Pena? O Novo Mario Kart em Mundo Aberto Dividiu Opiniões

Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

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Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

A principal novidade está no mapa contínuo. Diferente dos jogos anteriores, onde cada corrida era isolada, aqui tudo é conectado. Ao terminar uma corrida, o jogador precisa dirigir até a próxima pista, o que cria uma sensação de mundo aberto. A ideia, no papel, é interessante e ambiciosa, mas na prática apresenta alguns problemas. Grande parte do tempo é gasta nesses trajetos de transição, o que reduz o aproveitamento das pistas principais e quebra um pouco o ritmo tradicional que consagrou a franquia.

Apesar disso, existe um modo que se destaca claramente acima dos outros. O modo eliminatória funciona como uma espécie de battle royale dentro do universo de Mario Kart. As corridas começam com muitos jogadores e, ao longo do percurso, vários são eliminados progressivamente até restarem apenas os melhores. Essa estrutura torna as partidas mais tensas, competitivas e imprevisíveis, sendo facilmente o ponto mais forte do jogo e o modo que melhor aproveita o conceito de mapa interligado.

Na jogabilidade, o jogo mantém alguns elementos clássicos, como a mecânica de planar, mas também faz mudanças importantes. A presença de até 24 jogadores simultâneos deixa as corridas mais caóticas, e a interação com o cenário ganha mais destaque, com veículos e obstáculos dinâmicos influenciando a corrida. Por outro lado, algumas decisões não agradaram tanto, como a remoção das corridas subaquáticas e, principalmente, a ausência de personalização de veículos, algo que era bastante valorizado nos títulos anteriores.

Outro ponto que chama atenção é o sistema de skins. O jogo introduz uma mecânica em que o jogador pode pegar alimentos durante a corrida e, ao consumi-los, o personagem muda de visual instantaneamente. Isso cria uma progressão diferente, incentiva a exploração e adiciona variedade, mas também contribui para uma experiência mais caótica e, em alguns momentos, até confusa.

Os itens continuam sendo uma parte essencial da experiência e mantêm o caos característico da franquia. Elementos clássicos retornam ao lado de novas adições, ampliando ainda mais as possibilidades durante as corridas. O resultado é um gameplay imprevisível, onde qualquer corrida pode mudar completamente em questão de segundos.

No quesito pistas, o jogo impressiona visualmente e em criatividade. Há cenários que vão de desertos com um estilo cinematográfico a cidades cheias de tráfego, além de áreas inspiradas em Donkey Kong e uma Rainbow Road que se passa no espaço. No entanto, as pistas retrô foram tão modificadas que, em muitos casos, perderam a identidade original, o que pode decepcionar quem esperava uma nostalgia mais fiel.

O mundo aberto também permite exploração livre, onde o jogador pode circular pelo mapa, coletar itens e interagir com o ambiente sem necessariamente estar em uma corrida. Ainda assim, esse elemento funciona mais como um complemento do que como um pilar central da experiência.

Nem tudo funciona perfeitamente. As transições longas entre pistas, a falta de personalização e a remoção de algumas mecânicas clássicas são pontos que pesam contra o jogo. Além disso, ainda existe uma dependência de atualizações futuras para expandir o conteúdo e corrigir algumas dessas questões.

O preço também chama atenção, chegando a cerca de 500 reais no Brasil. Mesmo assim, por ser um dos principais títulos do console e oferecer uma experiência multiplayer forte, acaba se tornando quase indispensável para quem possui a plataforma.

No geral, Mario Kart World é um jogo que assume riscos. Ele abandona parte da fórmula tradicional para tentar algo novo, e embora nem todas as mudanças funcionem, ainda entrega uma experiência divertida e marcante. O modo eliminatória, em especial, mostra que a franquia ainda tem espaço para evoluir de maneiras interessantes.

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