Queridos, eu sou Roberto e comparo, o pixel 3a, é tao bom quanto um p
MOTOROLA ONE VISION é QUASE tão bom quanto um PIXEL 3a 🤔
Espero que gostem
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Mais sobre o Motorola one vision
Mesmo que a Motorola não seja o fabricante dominante que foi, nunca teve medo de inovar e empurrar o envelope. A empresa está até mesmo querendo lançar um telefone dobrável, revivendo a série RAZR, mas isso não significa que ele esteja negligenciando sua linha de midrange. A empresa quer manter-se atualizada com as tendências atuais e oferecer um conjunto raro de recursos para o preço pedido e entrega o Motorola One Vision.
A One Vision traz muitas novidades para a linha da Motorola. A taxa de proporção 21: 9, a câmera selfie punch-hole e um chipset fabricado pela Samsung – o Exynos 9609 – são novos para os telefones Moto. E tudo é embrulhado dentro de um pacote estiloso sem sair muito do design típico da Motorola. Você pode facilmente dizer de longe que este é um celular Motorola e isso certamente não é uma coisa ruim.
Assim como os recém-lançados smartphones Sony Xperia, a Motorola enfatiza a alta tela 21: 9, que achamos ser particularmente útil para percorrer feeds de mídia social e multi-tarefas. Ah, e claro, ao assistir ao conteúdo 21: 9 no Netflix e no YouTube.
A câmera principal traseira de 48MP é outro grande ponto de venda da One Vision. Naturalmente, o sensor emprega um filtro Quad-Bayer combinando quatro pixels em uma saída de uma imagem de 12MP, mas com HDR nativo e desempenho de pouca luz impulsionado.
Aqui está a folha de dicas do Motorola One Vision:
Especificações do Motorola One Vision
Corpo: 160,1 x 71,2 x 8,7 mm, 180 gramas, painéis de vidro dianteiro e traseiro, armação de plástico.
Tela: 6,3 “FHD +, resolução de 1080 x 2520 px; proporção de 21: 9; ~ 432 ppi.
Chipset: Exynos 9609 (10 nm): Octa-core (4×2.2 GHz Cortex-A73 e 4×1.7 GHz Cortex-A53), GPU MP3 Mali-G72.
Memória: 4 GB de RAM, 128 GB de armazenamento integrado, suporte a slot microSD (até 512 GB).
SO: Android One baseado no Android 9.0 Pie.
Câmera traseira: 48MP, f / 1.7, OIS, Quad Pixel 1.6μm, sensor de profundidade PDAF + 5MP; Gravação de vídeo a 1080p @ 30fps, 2160p a 30fps.
Câmera frontal: 25 MP, f / 2.0; Pixel Quad 0,9 μm; Gravação de vídeo de 1080 @ 30fps.
Bateria: 3.500mAh, TurboPower 15W carregamento rápido.
Conectividade: slot híbrido Dual-SIM; LTE; USB 2.0 tipo C; Wi-Fi a / b / g / n / ac; GPS + GLONASS + BDS; Bluetooth 5.0; NFC
Diversos: Câmera frontal com furos
Desembalando o Motorola One Vision
O smartphone vem em um pacote padrão, bastante pequeno à primeira vista, mas contém praticamente tudo que você esperaria e ainda mais.
Além do próprio telefone, do bloco de carregamento e do cabo USB-A para USB-C e dos manuais usuais, a caixa também abriga uma capa protetora de silicone transparente e um par de fones de ouvido da marca Motorola. No entanto, nos disseram que os brotos só estarão disponíveis no Brasil.
Projete e construa
Para nossa surpresa, o Motorola One Vision apresenta materiais premium – vidro na frente e nas costas. O fabricante não diz nada sobre sua origem, então é provável que não seja o Gorilla Glass, mas não podemos ter certeza.
De qualquer forma, é uma vantagem sobre a maioria dos aparelhos nesta faixa de preço e vale a pena considerar. O telefone parece muito bom na mão, mesmo que o quadro de plástico não pareça tão premium. No entanto, não há bordas salientes, uma vez que a estrutura encontra as duas chapas de vidro perfeitamente sem uma lacuna visível.
O telefone parece sólido e resistente – na verdade, alguns podem achar um pouco pesado demais em 180g. Desta vez, no entanto, a empresa não comercializa os dispositivos como repelente de água, portanto, não há nano revestimento, infelizmente.
Sonic Ultra Saturn: o Sonic que nunca existiu no Sega Saturn
Cara, vou ser bem direto: esse é um dos jogos de Sonic mais interessantes que eu encontrei na internet nos últimos tempos. As fangames do Sonic precisavam urgentemente de um respiro algo que fosse além do “mais do mesmo” e Sonic Ultra Saturn entrega exatamente isso.
Cara, vou ser bem direto: esse é um dos jogos de Sonic mais interessantes que eu encontrei na internet nos últimos tempos. As fangames do Sonic precisavam urgentemente de um respiro algo que fosse além do “mais do mesmo” e Sonic Ultra Saturn entrega exatamente isso.
A proposta é simples e ao mesmo tempo genial: imaginar como seria um Sonic 2D feito especificamente para o Sega Saturn, como se a Sega tivesse continuado apostando pesado nesse estilo durante a era 32 bits. Um universo alternativo onde o Sonic recebeu foco total, enquanto a empresa não abandonava o personagem para investir em outros projetos.
E, ironicamente, isso conversa muito com a história real.
Um Sonic perdido na era 32 bits
Na época do Sega Saturn, a Sega decidiu explorar novas ideias. Um dos maiores exemplos disso é NiGHTS into Dreams, jogo que acabou absorvendo vários talentos da Sonic Team. Enquanto isso, o Sonic ficou meio de lado, sem receber aquele grande jogo que a galera sempre esperou.
Sonic Ultra Saturn parte exatamente dessa lacuna histórica. Ele se apresenta como um jogo que nunca existiu, mas que poderia muito bem ter sido lançado no Saturn.
E isso aparece em tudo:
Uso intenso de névoa, transparências e efeitos visuais típicos do Saturn
Animações de cenário constantes
Efeitos de flash
Mistura pontual de elementos 2D com sensação de profundidade quase 3D
Quem jogou títulos como Shinobi no Saturn vai reconhecer essa identidade visual na hora.
Apresentação absurda e anime nostálgico
A apresentação desse jogo é simplesmente inacreditável.
Logo de cara, dá pra perceber que o criador reutilizou cenas de animações clássicas do Sonic, principalmente do projeto conhecido como Sonic OVA (o famoso anime em duas partes). Tem gente que considera essa animação como o “primeiro filme do Sonic”, e honestamente… não estão tão errados.
O jogo monta uma abertura no estilo Sonic CD, só que com uma identidade totalmente Saturn. É daquelas coisas que batem forte na nostalgia.
Eu mesmo reassisti essa animação depois de jogar. Lembro de ter visto quando era novo, baixada de sites antigos como o Power Sonic. E é bizarro como várias ideias dali acabaram influenciando jogos futuros.
Se você acha que Sonic X é o melhor anime do Sonic, recomendo fortemente dar uma chance a essa animação clássica. Ela é outro nível.
Personagens, save e estrutura clássica
O jogo segue uma estrutura bem próxima de Sonic 3:
Sistema de save
Personagens jogáveis: Sonic, Tails e Knuckles
Mas, pra chegar ao final verdadeiro, tudo indica que você precisa jogar com o Sonic, já que é ele quem coleta as Esmeraldas do Caos e acessa a forma Super.
A jogabilidade é sólida:
Spin Dash
Alta velocidade
Física que realmente funciona
Nada daquela sensação escorregadia ou descontrolada que a gente vê em jogos como Sonic 4. Aqui, o controle é firme e prazeroso.
Madness Mountain: uma fase que parece esquecida no tempo
A primeira fase, Madness Mountain, já mostra o nível do projeto.
Ela mistura:
Áreas verdes no estilo Green Hill
Regiões montanhosas
Trechos subterrâneos
Sessões de água
Lava aparecendo de forma inesperada
É uma fase totalmente 2D, mas com uma riqueza absurda de ideias. Dá pra sentir que quem criou isso é fã de Sonic de verdade.
Tem referências claras:
Partes verdes lembram Green Hill
Áreas montanhosas remetem às fases underground do Sonic 2 (Master System)
Badniks de várias eras diferentes
É como jogar uma fase perdida de um Sonic clássico que nunca foi lançado.
Segundo ato: trilhos, perseguições e genialidade
No segundo ato, o Sonic começa a descer a montanha e encontra as primeiras instalações do Eggman.
A fase muda o tempo todo:
Trilhos de trem
Armadilhas que esmagam o jogador
Sessões subaquáticas
Escudos elementais clássicos e novos
E então vem uma das ideias mais geniais do jogo: a luta contra o chefe é uma perseguição.
Eggman foge enquanto atira, e você recebe ajuda do Boomer aquela tartaruguinha que quase foi o parceiro original do Sonic antes do Tails existir.
O chefe só toma dano quando os próprios tiros dele ricocheteiam em rochas e voltam contra ele.
Demorei quase 10 minutos pra entender isso.
E foi incrível.
Dynamite Plant: caos, ódio e criatividade
Essa fase mistura tudo que eu odeio:
Óleo
Antigravidade
Estruturas industriais
Serras, esteiras, armadilhas
Ela lembra Chemical Plant, mas elevada à insanidade.
Tem badniks que parecem ter saído de jogos de pinball do Sonic. Inclusive, o jogo reaproveita sprites e ideias de várias gerações.
A luta contra o Eggman aqui não perdoa erro. Caiu, morreu.
Só dá pra vencer com paciência e leitura de padrão.
Crystal Frost: gelo, labirinto e chefes estranhos
Crystal Frost parece inspirada em projetos cancelados como Sonic X-treme.
Tem música resgatada desses protótipos e uma jogabilidade baseada em:
Plataformas escorregadias
Botões
Espinhos de gelo
É uma fase cansativa, longa e às vezes frustrante.
O chefe, por outro lado, é… estranho.
Eggman vira um boneco de neve.
A luta é fácil demais, principalmente comparada à dificuldade da fase.
Rain Savana: o Saturn gritando na tela
Essa é, sem dúvida, a fase mais “Sega Saturn” do jogo.
Névoa, chuva, trovões, iluminação dinâmica… tudo isso era o orgulho técnico do console.
O primeiro ato acontece à noite, sob lua cheia. O segundo, ao amanhecer, com neblina.
E aí surge ele: Metal Sonic.
A luta envolve queda livre, tiros, controle de direção e muita tensão. Funciona bem no primeiro encontro… mas o segundo confronto é confuso e frustrante.
Sinceramente? É uma das piores lutas do jogo.
Flying Factory, fuga e caos total
Depois disso, o jogo vira literalmente um shoot’em up.
Sonic em cima do Tornado, atirando em robôs, desviando de projéteis e avançando em direção à fortaleza aérea do Eggman.
A sequência de fuga da aeronave é sensacional:
Contagem regressiva
Plataforma tremendo
Explosão
Sonic caindo do céu, desviando de destroços
Tudo isso brincando com perspectiva de forma criativa.
Wetland Zone e o inferno final
Sonic cai numa praia estranha, com planetas gigantes no céu.
Metal Sonic retorna, agora controlado diretamente pelo Eggman.
A luta é cruel:
Laser gigante
Espinhos
Pouco espaço para erro
Depois disso, vem uma corrida final em perspectiva quase 3D, até chegar à fortaleza definitiva.
A última fase mistura tudo:
Esteiras
Teleportes
Espinhos
Elevadores
O chefe final usa um conceito perdido do Sonic CD, com cápsulas de energia que precisam ser rebatidas.
Funciona… mas é estranho.
Final ruim, Special Stage terrível e redenção
Se você não pegar as Esmeraldas do Caos, prepare-se para o final ruim.
E os Special Stages… são horríveis.
É como um jogo de sinuca em 3D mal controlado, inspirado em conceitos descartados do Saturn.
Mas, se você insiste, coleta todas as esmeraldas e chega ao final verdadeiro…
Vale a pena.
Super Sonic enfrenta um Metal Sonic reconstruído numa batalha épica, cheia de efeitos, raios e energia.
No fim, o Eggman cai, e o Sonic salva o dia sob uma tempestade.
Mas ele representa exatamente o que poderia ter sido.
Um jogo feito ao longo de 7 anos, que resgata conceitos abandonados pela Sega, mistura nostalgia com ideias novas e entrega uma experiência única entre fangames.
Eu gostei muito.
E sinceramente? Queria ver mais projetos assim.
Se você curte fangames do Sonic, esse aqui é obrigatório.
E se quiser ver outros jogos incríveis como esse, dá uma olhada na playlist de Fun Games do Sonic.
POPUCOM – esse aqui é o melhor jogo coop que tu vai jogar | REVIEW
Esse jogo já te conquista logo de cara pela simplicidade, mas não se engana: por trás do visual fofinho, tem uma jogabilidade bem pensada e extremamente divertida.
Se tu curte jogos cooperativos, daqueles que dá pra sentar no sofá com alguém e se divertir sem estresse, anota esse nome: Popucom.
Esse jogo já te conquista logo de cara pela simplicidade, mas não se engana: por trás do visual fofinho, tem uma jogabilidade bem pensada e extremamente divertida.
Jogabilidade simples, mas viciante
Aqui você controla um personagem que precisa atirar em diversas bolhas coloridas, e o grande charme do jogo está nos combos. Quando você encaixa as cores certas, tudo explode na tela, trazendo aquela sensação gostosa de puzzle bem resolvido.
O mais interessante é que o jogo te obriga a jogar em coop. Ele foi claramente pensado para duas pessoas, o que deixa tudo mais dinâmico, cooperativo e, principalmente, divertido.
Coop é o coração do jogo
O modo principal é o modo história, totalmente focado no cooperativo. Dá pra jogar localmente ou online, mas sendo bem sincero: a melhor experiência é jogando lado a lado com alguém.
Eu joguei no Nintendo Switch, e no online não tive muita sorte — basicamente não encontrei ninguém jogando. Então fica o aviso: esse é um jogo feito pra chamar um amigo, um familiar ou alguém que esteja perto de você.
Visual leve e relaxante
O visual é bem simples, mas extremamente funcional. Ele lembra muito aquele estilo anime super colorido, com cores vibrantes e uma identidade visual que combina perfeitamente com a proposta do jogo.
Em vários momentos ele passa uma vibe de Puzzle Bobble, mas com uma pegada mais moderna e descontraída. É claramente um jogo indie feito para relaxar, sem pressão, sem estresse.
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