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Pantufa the cat é uma hack rom que transforma o jogo do sonic original do sega mega drive em um jogo totalmente NOVO, e isso é muito bom pq tem a experiencia de gameplay do sonic classico em uma nova historia

NOVO Sustituto do SONIC | Pantufa the Cat

Espero que gostem!


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HISTORIA DE FAN GAMES SONIC

Playlist

O Pantufa the Cat DX é um hack do Sonic Rom que foi transformado em seu próprio jogo. Um tipo de jogo de plataformas. Eu diria que isso é mais um jogo de fãs do que um rom hack. Mas, no entanto, é um truque do Sonic, o ouriço 1, e adiciona coisas novas para apimentar as coisas.

O que Pantufa the Cat DX tem para oferecer aos jogadores? Plataformas de tentativa e erro, agora isso não é tão ruim, jogos como cuphead, Wings of vi e eu quero ser o boshy, todos têm esse tema de tentativa e erro. Está no lugar para que alguns jogadores não consigam “segurar” o direito de vencer, como os jogos do Sonic nos últimos tempos. Não há nenhum desafio nos jogos da Sonic, é muito simples e tornou alguns jogadores “suaves” quando um jogo oferece um desafio real, semelhante ao cuphead, asas do vi. Eles odeiam isso.

História?

Pantufa, o gato, oferece um bom desafio de plataforma para você aproveitar. jogue como Pantufa the Cat e visite as 6 novas zonas com novos layouts, novas peças de jogo e novas armadilhas.

O cão de caça ao pato virou rouge com seu NES super potente, e ele está decidido a matar Pantufa, ao que parece, mas Pantufa tem algo a dizer sobre isso.

Novo neste jogo é uma nova jogada. O salto desviado que permite que Pantufa evite danos por alguns segundos e o novo “escudo Infinito” que mantém o jogador seguro de tudo, além de ser esmagado.

Não há vidas, dado que está sendo executado com o tema de tentativa e erro, e há uma barra de saúde que o jogador possui. Pode ser reabastecido quebrando um monitor com um ícone de pata ou coletando 20 coings também reabastecem parte de sua saúde

Eu acho que os únicos problemas que tenho com este jogo é que, perigos e inimigos parecem estar em lugares onde você não tem como reagir a tempo. Os pontos de verificação nos níveis posteriores estão distantes, a um ponto em que estão perto do final do estágio ou do chefe, mas isso é justo, já que é tarde da partida, as coisas aumentam.

Alguns perigos parecem ter uma caixa de dano mais ampla e houve mortes injustas, e o jogo parece ter desacelerado ao reaparecer em um ponto de verificação, mas esses são detalhes.

Toda a tentativa e erro em um jogo do Sonic é uma desativação para alguns.

No geral, Pantufa the Cat DX deixou uma sensação um pouco agradável depois de vencer um jogo difícil que ofereceu um desafio real e a sensação de superá-lo foi ainda melhor. Entrei neste jogo com sentimentos muito baixos e confusos em relação ao jogo, mas depois de jogar estava errado e fico feliz.

Pantufa the Cat DX é a razão pela qual os jogadores precisam de jogos como este. Quando há um desafio real que o jogador não pode vencer, eles perdem ou desistem porque não é fácil. Hoje, os jogadores ficaram fracos e macios. Se você pode se manter certo, esse é o desafio que eles querem, mas não precisam.

O Pantufa the Cat DX é um jogo de plataformas decente que oferece um desafio consistente durante todo o jogo, e diversão aqui pode ser divertida. O jogo recompensa o jogo habilidoso, em vez da velocidade. Como eu disse, Pantufa, o Cat DX, é um jogo de plataformas decente, ou seja, se você entrar neste jogo sabendo que não é um jogo sônico, terá um tempo melhor. Se você pensar que vai ser um jogo do Sonic, não vai se divertir.

Está longe de ser perfeito, mas se você gosta de jogos de tentativa e erro, e gosta de um bom jogo de plataforma com o Challenge, o Pantufa the Cat DX deve atender às suas necessidades.

Games

Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

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Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Cara, vou te falar que vale pra caraca.

Onimusha: Way of the Sword representa o retorno da franquia com uma proposta moderna, mas sem abandonar aquilo que tornou a série tão marcante. O jogo coloca você novamente em uma versão do Japão feudal cheia de demônios, onde a principal ferramenta para sobreviver é uma boa espada.

E visualmente o negócio está impressionante.

Uma nova versão do Onimusha

Quem conhece os jogos antigos vai perceber rapidamente que Way of the Sword mudou bastante a estrutura da franquia.

Os primeiros Onimusha tinham uma estrutura mais próxima de Resident Evil clássico, com cenários mais fechados, câmera mais distante e uma progressão que lembrava bastante os jogos de terror da Capcom daquela época. Ao mesmo tempo, o combate já tinha uma pegada de hack and slash, embora fosse bem mais cadenciado do que algo como Devil May Cry.

Agora a situação é completamente diferente.

Way of the Sword parece ter buscado inspiração na câmera sobre o ombro dos Resident Evil modernos. Você fica muito mais próximo do personagem durante a exploração e, principalmente, durante os combates.

E aí entra a espada.

O combate é muito mais direto, com você enfrentando diversos inimigos e utilizando sua lâmina para literalmente ceifar uma quantidade absurda de demônios.

Combate, orbes e ataques especiais

Durante as batalhas, você também encontra diferentes orbes e esferas que podem ser absorvidos pelo personagem.

Esses elementos servem para carregar determinados tipos de ataques especiais e acrescentam uma camada interessante ao combate. É aquele tipo de mecânica que deixa as lutas mais dinâmicas e faz você prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor.

Também dá para perceber algumas influências dos jogos Soulslike em determinadas situações de combate.

Não estou dizendo que Onimusha virou um Soulslike, porque não é isso. É mais uma impressão causada pela maneira como algumas lutas são construídas, pela importância de observar os inimigos e pelo ritmo de determinados confrontos.

E o sensor de movimento do Switch 2?

No Nintendo Switch 2, o jogo também possui suporte ao sensor de movimento dos Joy-Con.

E vou ser bem sincero: para mim, é uma das partes menos interessantes da experiência.

Eu entendo completamente a ideia de utilizar os movimentos para controlar a espada. É um diferencial que pode ser divertido durante alguns minutos, principalmente para quem gosta de experimentar recursos diferentes do console.

Mas depois disso, eu prefiro voltar para o controle tradicional e simplesmente apertar os botões.

A jogabilidade tradicional é muito mais confortável e, na minha opinião, combina melhor com a proposta do jogo.

Onimusha continua sabendo fazer comédia

Uma das coisas que mais gostei é que Onimusha: Way of the Sword consegue equilibrar muito bem sua atmosfera.

O jogo tem um visual extremamente sério, uma ambientação pesada e uma história envolvendo samurais, demônios e violência. Só que, em determinados momentos, aparecem aquelas situações completamente inesperadas que quebram um pouco a tensão.

E isso é muito Capcom.

A empresa tem uma tradição muito forte de colocar momentos de humor em jogos que, aparentemente, deveriam ser extremamente sérios.

Onimusha consegue fazer isso sem destruir completamente a atmosfera.

Uma história cheia de reviravoltas

Sem entrar em spoilers, a história também consegue surpreender.

Way of the Sword possui algumas reviravoltas que realmente não parecem óbvias, principalmente quando começamos a descobrir mais sobre determinados personagens.

E tem um vilão que, sinceramente, mostra mais uma vez o nível de maldade que alguns personagens da Capcom conseguem alcançar.

É aquele tipo de situação em que você olha para a tela e pensa: “Caraca, não é possível que esse cara fez isso.”

Mas essa parte fica para um outro vídeo, porque aí já entramos no território dos spoilers.

Vale os R$ 200?

Para quem estava esperando o retorno de Onimusha com um jogo novo, eu diria que sim.

Onimusha: Way of the Sword não tenta simplesmente copiar os jogos antigos. Ele pega a essência da franquia e adapta sua estrutura para uma geração mais moderna.

A câmera mudou, o combate evoluiu, a apresentação gráfica está impressionante e algumas mecânicas parecem claramente influenciadas pelas tendências modernas dos jogos de ação.

No Nintendo Switch 2, ainda existe o diferencial do sensor de movimento, embora eu particularmente prefira jogar utilizando os controles tradicionais.

Por cerca de R$ 200, para quem gosta de jogos de ação, samurais e da própria franquia Onimusha, é uma experiência que vale bastante a pena conhecer.

Agora, se você esperava uma experiência praticamente idêntica aos Onimusha clássicos, é importante saber que Way of the Sword mudou bastante a fórmula.

E talvez justamente essa mudança seja uma das coisas mais interessantes desse retorno.

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Análise

Vale a pena jogar My Hero Academia all justice agora no Switch 2?

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Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.

O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.

Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.

Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.

O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.

Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.

Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.

E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.

Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.

O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.

O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.

Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.

No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.

Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.

O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.

E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.

Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.

My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.

Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.

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