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Crash tem um jogo curioso no game boy, esse é o que conta a origem de fake crash? e coloca os herois e amigos de crash contra ele, é bom jogo apesar de que muitas pessoas ignoram a existencia

Origem de FAKE Crash 😵| Crash Bandicoot 2: N-Tranced – Rk Play

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge

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PLAYLIST HISTORIA DO CRASH

Crash Ntranced

Crash Bandicoot 2: N-Tranced (Crash Bandicoot Advance 2: Round and Round Hypnotic Panic!? no Japão) é o segundo jogo para o Game Boy Advance da série Crash. Foi lançado pela Vicarious Visions em 7 de janeiro de 2003.

Jogabilidade
Sendo quase idêntico ao seu predecessor The Huge Adventure, N-Tranced possui poucas inovações: além de pegar cristais, diamantes e relíquias divididas em safira, ouro e platina, em algumas fases há estilhaços de diamante, usados para habilitar fases secretas. Como em The Huge Adventure, não há a Bazuca de Frutas, mas dois novos Super-Poderes: o Super-Escorregão e o Pulo Foguete. Também há a possibilidade de controlar a Atlasfera (tirada de The Wrath of Cortex) em algumas fases, e cada porção do Hiperespaço possui três subdivisões de níveis: Arábia, Egito e vulcão. Quando Crunch é derrotado, as fases com a Atlasfera ficam para ele, e Coco fica com as fases no espaço. Crash Falso não é jogável quando derrotado, mas serve de grande ajuda na batalha com N. Trance.

História
No coração do Hiperespaço, Uka Uka reclama com o Dr. Nefasto Tropy da incompetência de Neo Córtex e de como seu último plano de encolher a Terra falhou miseravelmente. Ele então confia em N. Tropy para ajudá-lo em seu plano de dominação mundial. Tropy então usa seus dons de prever o futuro e tem a idéia de passar os Bandicoots para o lado do mal. Ele então convoca N. Trance, um ser de outra dimensão que se parece muito com um ovo, e é um exímio hipnotizador. Ele então abduz Crunch e Coco, mas ao tentar pegar Crash, Aku Aku o salva, e ele acaba pegando Crash Falso. Logo após, N. Trance hipnotiza todos, fazendo-os malvados.

Depois de pegar alguns cristais viajando pelo Hiperespaço, Crash liberta Crunch numa batalha pelos céus da Arábia e Coco num vulcão. Depois de libertar Crash Falso da hipnose, N. Tropy percebe que pegaram o Crash errado, mas N. Trance o assegura de que não encontrarão o esconderijo deles nem em um milhão de anos. Porém, eles acham coletando mais cristais. Ao derrotar N. Trance, N. Tropy foge, mas Crash o acha e o derrota. Com a derrota e captura de N. Tropy, Aku Aku decide que deveriam tirar uma fotogafia para celebrar. Os Bandicoots se agrupam ao redor de N. Tropy e Crash Falso tira a foto. Isso é revelado ser o futuro que N. Tropy viu. Nervoso, Uka Uka diz que na próxima eles verão o que é um verdadeiro adversário.

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Virtua Fighter CrossRoads pode ser a grande evolução dos jogos de luta

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A SEGA finalmente resolveu apostar alto novamente em uma de suas franquias mais importantes. Durante sua recente apresentação, a empresa revelou Virtua Fighter Cross Roads, um projeto ambicioso que promete levar a lendária série de luta para um novo patamar.

O que mais chamou atenção foi justamente o fato de que o jogo não parece querer ser apenas mais um título tradicional do gênero. Embora o combate clássico em arenas continue sendo o coração da experiência, a proposta vai muito além disso. A apresentação mostrou um forte foco narrativo, exploração de cenários e elementos que lembram bastante a estrutura vista nos jogos da série Yakuza, atualmente conhecida como Like a Dragon.

Isso não é coincidência. A equipe responsável pelo projeto possui ligação direta com os desenvolvedores da franquia Like a Dragon, e isso fica evidente na forma como o mundo, os personagens e a narrativa estão sendo construídos. A ideia é criar uma experiência mais completa, misturando ação, exploração, momentos cinematográficos e até um toque de humor característico das produções da Ryu Ga Gotoku Studio.

A revelação acabou deixando algumas pessoas confusas. Afinal, Virtua Fighter sempre foi conhecido por ser uma franquia focada exclusivamente em combate. Porém, ao que tudo indica, a SEGA quer expandir os limites do gênero e oferecer algo que os jogos de luta raramente entregam atualmente: uma aventura de grande escala.

E isso é algo extremamente interessante. Durante os anos 90, a SEGA foi uma das empresas pioneiras dos jogos de luta em 3D, ajudando a definir padrões que influenciaram toda a indústria. Ver a companhia retornar a esse gênero com um projeto de grande orçamento demonstra confiança em uma fórmula que muitos estúdios deixaram de explorar.

Além de homenagear suas raízes, Virtua Fighter Cross Roads parece disposto a modernizar a franquia sem abandonar sua identidade. O resultado pode ser exatamente o que o gênero precisa para voltar a surpreender o público.

Pessoalmente, estou torcendo muito para que esse projeto dê certo. Os jogos de luta já viveram momentos de enorme popularidade, passaram por altos e baixos ao longo das décadas e hoje enfrentam um mercado bastante competitivo. Ainda assim, Virtua Fighter Cross Roads tem potencial para fazer algo realmente diferente e mostrar que ainda existe espaço para inovação.

Se a SEGA conseguir entregar tudo o que está prometendo, podemos estar diante de um dos projetos mais importantes da história recente dos jogos de luta.

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Tales of Arise no Nintendo Switch 2: Vale a Pena Jogar?

A Bandai Namco trouxe Tales of Arise para o Nintendo Switch 2, dando aos jogadores a oportunidade de aproveitar um dos JRPGs mais elogiados dos últimos anos em uma plataforma portátil. Mas será que vale a pena embarcar nessa aventura?

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A Bandai Namco trouxe Tales of Arise para o Nintendo Switch 2, dando aos jogadores a oportunidade de aproveitar um dos JRPGs mais elogiados dos últimos anos em uma plataforma portátil. Mas será que vale a pena embarcar nessa aventura?

Uma história de revolução e descobertas

O jogo apresenta o mundo de Dahna, um planeta que foi escravizado durante 300 anos por um povo de um mundo tecnologicamente muito mais avançado. Você controla Alphen, um homem mascarado que perdeu a memória, não sente dor e vive como escravo.

À primeira vista, a trama parece ser uma simples história de revolução contra um império opressor. No entanto, conforme a aventura avança, a narrativa cresce muito mais do que isso, explorando o passado dos protagonistas, seus conflitos e os mistérios que envolvem os dois mundos.

Combate dinâmico e divertido

Um dos grandes destaques de Tales of Arise é seu sistema de combate. O jogo mistura elementos de RPG de ação com mecânicas estratégicas. Ao encontrar inimigos pelo cenário, os confrontos acontecem em arenas dedicadas, onde você controla seu personagem enquanto coordena ataques e habilidades do restante do grupo.

O resultado é um combate rápido, visualmente impressionante e extremamente satisfatório.

Visual impressionante no Switch 2

A boa notícia é que o jogo está muito bonito no Nintendo Switch 2. Os cenários, efeitos visuais e personagens continuam impressionando, enquanto o desempenho se mantém sólido tanto no modo portátil quanto na TV.

Além disso, o jogo conta com diversas cenas em estilo anime que ajudam a desenvolver a narrativa e aprofundar a relação entre os personagens.

Finalmente com legendas em português

Outro ponto positivo é a presença de legendas em português. Os relançamentos recentes da franquia vêm recebendo localização para o nosso idioma, tornando a experiência muito mais acessível para os jogadores brasileiros.

Vale a pena?

Se você gosta de JRPGs com uma história envolvente, personagens carismáticos e um sistema de combate divertido, Tales of Arise continua sendo uma excelente opção. A versão para Nintendo Switch 2 entrega uma ótima experiência portátil, mantendo a qualidade que fez o jogo se destacar em outras plataformas.

E para quem não possui um Switch 2, o título também está disponível em outras plataformas, permitindo que mais jogadores conheçam essa aventura épica.

Tales of Arise é uma excelente porta de entrada para a franquia e uma ótima escolha para quem procura um JRPG de alta qualidade.

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