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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar lego dimensions com a dlc do sonic dentro deste jogo, será que é bom? Vamos para a historia

Espero que gostem!

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LEGO Dimensions mistura diversas marcas que já foram lançadas nos brinquedos em uma aventura completa e com toda a cara de videogame. Tudo começa quando Batman, Gandalf e Wildstyle são retirados de suas devidas dimensões ? Gotham City, Terra-Média e Terra Lego para lidar com uma ameaça que pode destruir todos os mundos.

O game se inicia de forma hilária, com o trio de heróis encarando encontros inesperados, como Gandalf sendo salvo do Balrog de O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, com a ajuda do Homem-Morcego. Tudo segue o mesmo humor leve que vemos em outros games da série Lego, com direito à excelente dublagem (apenas em inglês) para todos os personagens.

Enquanto isso, um tipo de vilão cósmico está roubando artefatos de vários universos para criar uma arma suprema. Assim ele obtém o Um Anel, de O Senhor dos Anéis, as sapatilhas vermelhas, de O Mágico de Oz, uma Kryptonita, vinda de Gotham City. O chefão é ajudado por outros vilões das séries presentes no jogo, como Coringa, Saruman e por aí vai. O trio principal de heróis precisa se unir para viajar entre dimensões, a partir de um portal encontrado na base, lidar com as ameaças e restaurar os artefatos perdidos. Também é preciso resgatar aliados que foram raptados e manter a ordem em cada um dos mundos viajado.

LEGO Dimensions funciona com brinquedos reais, que são transportados para o game. O jogo utiliza todo o potencial da marca Lego, inclusive com ações de montar e desmontar os brinquedos. Todas as pecinhas presentes no jogo vêm desmontadas na caixa: desde os bonecos, passando pelos veículos e até mesmo o portal/base que lê os objetos e os transporta para o game.
Apenas os personagens são construídos com instruções no papel todo o restante é montado apenas quando o game pede, com instruções mostradas na tela.

A montagem faz parte da narrativa do game, o que o torna mais interessante. O restante do game é formado pela jogabilidade simples e divertida que conhecemos da série Lego. Cada personagem possui sua habilidade específica e pode ser usado em vários pontos do cenário para avançar na história. Os comandos são básicos, como pulo, golpe e poderes especiais e também é possível alternar entre os heróis com um simples pressionar do botão.

O modo multiplayer sempre presente é outra característica que deixa Lego Dimensions ainda mais imperdível. Para jogar com outra pessoa basta ligar o segundo controlar para direcionar o segundo personagem. É possível sair a qualquer momento, o que torna as coisas ainda mais simples.

Como qualquer game do gênero “toy to life”, ou “brinquedos trazidos à vida”, Lego Dimensions possui inúmeras expansões que adicionam novos capítulos ao game, mais mundos para se explorar, brinquedos adicionais e, claro, prolongam a diversão. Em resumo, Lego Dimensions é o melhor game do gênero “toys to life” disponível no mercado.

Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Games

Isso que o achei de Fading Echo

Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

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Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

Fading Echo é um jogo de ação, exploração e plataforma que coloca você no controle de uma personagem capaz de alternar entre sua forma humana e uma esfera de água. Essa mecânica é a grande estrela da experiência, já que muda completamente a maneira como você explora os cenários, resolve puzzles e enfrenta inimigos.

A proposta mistura elementos de plataforma com combate hack and slash, criando uma jogabilidade dinâmica e cheia de possibilidades. Durante a demonstração que testei, pude utilizar diferentes fluidos, como água, lava, ácido e outros elementos especiais. Cada um deles influencia a exploração e abre novas formas de interagir com o ambiente.

Grande parte da aventura gira em torno dessas transformações e da manipulação dos fluidos. Você precisa entender como cada elemento funciona para alcançar áreas secretas, superar obstáculos e descobrir novos caminhos pelo mapa.

Outro aspecto que me chamou bastante atenção foi o visual. O jogo utiliza uma direção artística que lembra o estilo cel shading, aquele visual mais cartunesco que deixa tudo muito bonito e cheio de personalidade. Foi justamente esse estilo gráfico que despertou minha curiosidade logo de cara.

A versão que joguei durante a Gamescom ainda estava em desenvolvimento. A demo disponível na época era apenas em inglês e apresentava algumas pequenas falhas gráficas, algo totalmente compreensível considerando que certas cenas ainda nem estavam finalizadas. Mesmo assim, já era possível enxergar todo o potencial do projeto.

Agora o jogo continua evoluindo e tudo indica que contará com dublagem. Além disso, uma demonstração já pode ser testada em algumas plataformas, incluindo a Steam.

Fading Echo ainda não é um dos jogos mais conhecidos do mercado, mas acredito que vale a pena ficar de olho nele. Como alguém que adora jogos de plataforma, exploração e mecânicas criativas, encontrei aqui várias ideias interessantes. Somado a isso, o combate hack and slash ajuda a manter o ritmo da aventura sempre ativo, tornando a experiência muito mais envolvente.

Se você gosta de jogos que misturam movimentação fluida, exploração, puzzles inteligentes e combate dinâmico, Fading Echo certamente merece entrar no seu radar.

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