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Queridos, eu sou Roberto e venho falar do incrivel galaxy s10 lite que promete destruir o iphone 11 em desempenho e bateria

SAMSUNG Galaxy S10 LITE ta DESTRUINDO IPHONE 11 😱
Espero que gostem

Links com desconto e entrega rapida

Galaxy S10

https://rkplay.com.br/galaxy_s10e


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robertokarlos #samsung #celular

O Samsung Galaxy S10 Lite é um smartphone Android com características inovadoras que o tornam uma excelente opção para qualquer tipo de utilização, representando um dos melhores dispositivos móveis já feitos. A tela de 6.7 polegadas coloca esse Samsung no topo de sua categoria. A resolução também é alta: 2400×1080 pixel. As funcionalidades oferecidas pelo Samsung Galaxy S10 Lite são muitas e todas top de linha. Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet, além de conectividade Wi-fi e GPS presente no aparelho. Tem também leitor multimídia, videoconferência, e bluetooth. Enfatizamos a excelente memória interna de 128 GB com a possibilidade de expansão.

Depois de tantos rumores aqui e ali, a Samsung finalmente formalizou que tem mais uma variante do Galaxy S10, chamada de Galaxy S10 Lite e que chama atenção por ser um topo de linha com o melhor processador do ano passado, mais bateria, mais câmera e um concorrente da casa que já fazia quase que tudo isso e hoje já está com preço justo: Galaxy S10e.

O Galaxy S10 Lite entra em um mundo que estava morrendo, mas que teimou em reaparecer novamente: o de smartphone topo de linha com hardware intermediário, mas com nome chique pra ajudar no status de “tenho um Galaxy S10 (…) Lite”. Essa frase até faria sentido, mas a Samsung foi mais inteligente do que no passado e colocou o “Lite” com basicamente o mesmo hardware da geração anterior (ou atual, já que ele é Galaxy S10 e não S11) e isso é bom, muito bom.
A excelência deste Samsung Galaxy S10 Lite é completada por uma câmera de 48 megapixels que permite tirar fotos fantásticas com uma resolução de 8000×6000 pixels e gravar vídeos em 4K a espantosa resolução de 3840×2160 pixels. A espessura de 8.1 milímetros é realmente ótima e torna o Samsung Galaxy S10 Lite ainda mais espetacular.

Como é o Galaxy S10 Lite?
Por dentro o Galaxy S10 Lite vem com exatamente o mesmo chip que equipou o Galaxy S10e, isso significa um Snapdragon 855 com oito núcleos rodando até 2,84 GHz, 6 GB ou 8 GB de RAM e 128 GB de espaço interno, mas a tela cresceu 0,9 polegada e a proporção passou de 19:9 para 20:9.

O conjunto de câmeras mudou e agora são três na traseira, sendo a principal de 48 megapixels e abertura de f/2,0, uma ultrawide de 12 megapixels (no S10e era de 16 MP) e a vedete do momento, que é uma lente de 5 megapixels apenas para fotos em macro. A frontal deixou de estar no canto e agora fica num furo no meio, com 3,2 vezes mais resolução – passou de 10 MP para 32 MP.

Dá pra considerar o celular como um Galaxy S10,5 e isso pode ser um problema justamente pela existência do Galaxy S10e, que já economizou onde podia (seguindo os passos do iPhone XR) e manteve um preço agradável. Ele é uma barganha, uma compra muito certa!

Ele é melhor do que o Galaxy S10e?
É uma evolução pequena, mas pouca coisa e o que emperra é o preço. No mundo lá fora o preço do Galaxy S10 Lite é de 649 euros, 130 euros a menos do que o preço do Galaxy S10e em seu lançamento. A queda de preço internacional ficou em 16,6% e se apenas levarmos este número para os R$ 4,3 mil de lançamento do Galaxy S10e, o valor ICF (Instituto Chute do Fogaça) ficaria em alguma coisa perto de R$ 3,5 mil.

O Galaxy S10e, na data de publicação deste artigo, pode ser encontrado por R$ 2,3 mil, 34% mais barato do que o preço ICF – que é 46,4% mais barato do que seu preço de lançamento marcado como R$ 4,3 mil, 10 meses atrás.

Levando em conta as vantagens da compra e as diferenças entre o Galaxy S10e e o Galaxy S10 Lite, a não ser que você faça toda questão do mundo de tirar fotos em macro, vale mais a pena comprar o S10e mesmo. Ele ainda será atualizado por algum tempo e receberá novidades por até um ano e meio, já que este é o prazo médio de vida de um Samsung topo de linha. Ah, o Galaxy S10 Lite ainda não foi lançado no Brasil, mas ele já está na página de homologação da Anatel – então espere o lançamento em breve.

Análise

Resident Evil Requiem é uma mistura do NOVO e Velho de um bom jeito – REVIEW

Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

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Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

Uma experiência dividida em dois estilos

Logo no início, você assume o controle de Grace, uma protagonista que representa tudo aquilo que marcou os Resident Evil mais recentes pós Resident Evil 7: Biohazard. Terror em primeira pessoa, vulnerabilidade e uma sensação constante de perigo.

Essa primeira parte do jogo é focada no medo puro. Recursos escassos, inimigos imprevisíveis e um ritmo mais lento fazem você sentir cada passo como uma decisão importante. É aquela experiência clássica de sobrevivência que muitos fãs pediam de volta.

Mas tudo muda quando Leon S. Kennedy entra em cena.

A virada para ação

Quando Leon assume o protagonismo, o jogo muda completamente de tom. A gameplay passa a lembrar bastante Resident Evil 6, só que dessa vez funcionando melhor.

Aqui entram combates mais intensos, sistema de parry, uso criativo de itens e muito mais foco em ação e movimentação. É praticamente uma evolução do estilo mais action da franquia, só que melhor equilibrado.

Um conceito criativo e estranho

Um dos pontos mais interessantes do jogo é a forma como os inimigos são construídos.

Os zumbis não são apenas criaturas genéricas. Eles são reflexos de memórias e traumas. Antes de serem infectados, eles tinham vidas, hábitos e obsessões.

Isso gera inimigos bem únicos, como um açougueiro transformado em um monstro brutal, um zelador que continua limpando compulsivamente e criaturas que evitam luz por traumas anteriores.

É estranho, mas funciona e adiciona uma camada psicológica bem interessante ao terror.

Um dos Resident Evil mais longos

Outro destaque é a duração. Resident Evil Requiem é um dos títulos mais longos da franquia, o que pode ser um ponto positivo para quem quer conteúdo.

Mas essa duração vem com uma mudança clara de ritmo. O jogo começa com terror intenso, evolui para sobrevivência no meio e termina com ação total.

Essa progressão pode surpreender ou até incomodar dependendo do tipo de jogador que você é.

Vale a pena?

Sim, e muito.

Mesmo com essa mudança de identidade ao longo da campanha, o jogo consegue se manter divertido do início ao fim. Ele mistura o melhor de diferentes fases da franquia e entrega uma experiência única.

Se você curte terror psicológico, ação estilo Resident Evil moderno e narrativas criativas, então esse jogo é para você.

No fim das contas, pode até dividir opiniões, mas é um dos Resident Evil mais interessantes já feitos.

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Games

Mario Kart World: Vale a Pena? O Novo Mario Kart em Mundo Aberto Dividiu Opiniões

Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

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Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

A principal novidade está no mapa contínuo. Diferente dos jogos anteriores, onde cada corrida era isolada, aqui tudo é conectado. Ao terminar uma corrida, o jogador precisa dirigir até a próxima pista, o que cria uma sensação de mundo aberto. A ideia, no papel, é interessante e ambiciosa, mas na prática apresenta alguns problemas. Grande parte do tempo é gasta nesses trajetos de transição, o que reduz o aproveitamento das pistas principais e quebra um pouco o ritmo tradicional que consagrou a franquia.

Apesar disso, existe um modo que se destaca claramente acima dos outros. O modo eliminatória funciona como uma espécie de battle royale dentro do universo de Mario Kart. As corridas começam com muitos jogadores e, ao longo do percurso, vários são eliminados progressivamente até restarem apenas os melhores. Essa estrutura torna as partidas mais tensas, competitivas e imprevisíveis, sendo facilmente o ponto mais forte do jogo e o modo que melhor aproveita o conceito de mapa interligado.

Na jogabilidade, o jogo mantém alguns elementos clássicos, como a mecânica de planar, mas também faz mudanças importantes. A presença de até 24 jogadores simultâneos deixa as corridas mais caóticas, e a interação com o cenário ganha mais destaque, com veículos e obstáculos dinâmicos influenciando a corrida. Por outro lado, algumas decisões não agradaram tanto, como a remoção das corridas subaquáticas e, principalmente, a ausência de personalização de veículos, algo que era bastante valorizado nos títulos anteriores.

Outro ponto que chama atenção é o sistema de skins. O jogo introduz uma mecânica em que o jogador pode pegar alimentos durante a corrida e, ao consumi-los, o personagem muda de visual instantaneamente. Isso cria uma progressão diferente, incentiva a exploração e adiciona variedade, mas também contribui para uma experiência mais caótica e, em alguns momentos, até confusa.

Os itens continuam sendo uma parte essencial da experiência e mantêm o caos característico da franquia. Elementos clássicos retornam ao lado de novas adições, ampliando ainda mais as possibilidades durante as corridas. O resultado é um gameplay imprevisível, onde qualquer corrida pode mudar completamente em questão de segundos.

No quesito pistas, o jogo impressiona visualmente e em criatividade. Há cenários que vão de desertos com um estilo cinematográfico a cidades cheias de tráfego, além de áreas inspiradas em Donkey Kong e uma Rainbow Road que se passa no espaço. No entanto, as pistas retrô foram tão modificadas que, em muitos casos, perderam a identidade original, o que pode decepcionar quem esperava uma nostalgia mais fiel.

O mundo aberto também permite exploração livre, onde o jogador pode circular pelo mapa, coletar itens e interagir com o ambiente sem necessariamente estar em uma corrida. Ainda assim, esse elemento funciona mais como um complemento do que como um pilar central da experiência.

Nem tudo funciona perfeitamente. As transições longas entre pistas, a falta de personalização e a remoção de algumas mecânicas clássicas são pontos que pesam contra o jogo. Além disso, ainda existe uma dependência de atualizações futuras para expandir o conteúdo e corrigir algumas dessas questões.

O preço também chama atenção, chegando a cerca de 500 reais no Brasil. Mesmo assim, por ser um dos principais títulos do console e oferecer uma experiência multiplayer forte, acaba se tornando quase indispensável para quem possui a plataforma.

No geral, Mario Kart World é um jogo que assume riscos. Ele abandona parte da fórmula tradicional para tentar algo novo, e embora nem todas as mudanças funcionem, ainda entrega uma experiência divertida e marcante. O modo eliminatória, em especial, mostra que a franquia ainda tem espaço para evoluir de maneiras interessantes.

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