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Sonic Adventure (ソニックアドベンチャー, Sonikku Adobenchā?) é o primeiro jogo em 3D da série Sonic, lançado pela Sega em 1998 (Japão) e 1999 (internacionalmente) para o Dreamcast.
Em 2003, foi lançado Sonic Adventure DX: Director’s Cut, um port de Sonic Adventure para Nintendo GameCube e PC com alguns extras.
Em 15 de setembro de 2010, o jogo é re-lançado para Xbox 360, não em DVDs, mas na Xbox Live Arcade, para ser baixado. Em 21 de setembro da mesma forma é lançado para PlayStation 3, através da PlayStation Network e por fim, em 16 de setembro de 2014, foi lançado para Windows através da Steam.
Jogabilidade
As duas versões do jogo Sonic Adventure DX são distintas. A versão para PC falhou um pouco na jogabilidade, pelo fato do jogo de câmeras, e a alta resolução dificultarem a jogabilidade em algumas fases, tornando os movimentos mais lentos (dependendo da configuração de seu computador), o que não ocorre na versão do GameCube, nem no Adventure original para Dreamcast.
História
A história dos dois jogos é idêntica. Alguns anos após Sonic e Knuckles terem derrotado Eggman na Death Egg, a cidade de Station Square é ameaçada por uma besta, o Chaos, que se alimenta das esmeraldas do caos, e cada uma o torna maior e mais perigoso. O Dr. Eggman, sabendo disso, vai em busca das 7 esmeraldas para destruir, com a ajuda de Chaos, a Station Square e construir em suas ruinas, a Robotnikland ou Eggmaland , como nos OVA’s e animes do Sonic . Cabe aos heróis do jogo, que são as personagens jogáveis, conseguir as esmeraldas antes do cientista do mal.
O jogo é formado por seis personagens, cada uma com a sua história, mas que se entrelaçam entre si. São eles: Sonic the Hedgehog, Tails, Knuckles, Amy Rose, Big the Cat e E-102 Gamma.
No início só é possível jogar com o Sonic, mas à medida que o jogo vai avançando, os outros personagens aparecem na história, e torna-se possível jogar com eles. Cada um dos personagens tem uma missão e um final diferente. O Sonic e o Tails, tentam conseguir as esmeraldas do Caos, procurando-as pela Station Square e a Mystic Ruins, que é a zona de floresta do jogo. Knuckles tenta recuperar os vários pedaços em que a Master Emerald se partiu, por causa de Chaos, fazendo a ilha flutuante (Angel Island) cair no oceano.
Amy tenta fugir de um robô de Eggman, o ZERO (aka. E-100 Alpha); e ajudar um passarinho, que se tornou seu amigo, a encontrar sua família. Big é um gato que gosta de pescar, e tenta encontrar seu amigo Froggy, um sapo. Finalmente, o E-102 é um robô do Eggman, que se torna bom e tem como missão “libertar” seus robôs irmãos.
E-102 Gamma era da família do passarinho que a Amy estava ajudando.
Este último passarinho e o Froggy, são importantes no jogo pois ambos engoliram uma esmeralda do caos. Depois de terminar o jogo com os seis personagens, pode-se jogar com o Super Sonic.
Houve ainda uma história paralela relatando uma civilização, a dos Equidnas, que queria as esmeraldas por causa do seu poder. Tikal, a filha de Pachacamac, líder equidna, tentou impedir. Contudo, foi em vão. Pachacamac ordenou seus soldados avançarem até as Chaos Emeralds, ignorando Tikal e os chaos no caminho (e ferindo-os gravemente). Isso causou a fúria de Chaos, que surgiu diante de Pachacamac e seus soldados, e usando o poder das Chaos Emeralds, se transformou em Perfect Chaos, destruindo a civilização equidna. Tikal ao recuperar a consciência, usou a Master Emerald para selar Chaos dentro da Master Emerald, mas foi selada junto com ele. O Chaos, que anteriormente havia destruído a civilização dos Equidnas quase na sua totalidade (restando somente as suas ruínas e alguns sobreviventes), depois de tomar a sétima esmeralda, se transforma no Perfect Chaos, e começa a destruir a Station Square. Tails percebe que Chaos só absorveu o poder negativo das esmeraldas, Sonic, então usa o poder positivo, e se transforma em Super Sonic para destruir Perfect Chaos.
Echoes of Aincrad nao é um jogo ruim, mas or que eu não gostei do novo jogo de Sword Art Online
Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.
A franquia Sword Art Online sempre despertou a imaginação dos fãs com a ideia de explorar Aincrad andar por andar, enfrentando monstros, derrotando chefes e evoluindo ao lado de outros jogadores. Por isso, quando Echoes of Aincrad foi anunciado, a expectativa era enorme. A proposta parecia ser justamente entregar essa experiência.
Infelizmente, depois de jogar, saí com uma sensação de decepção.
Uma premissa que tinha tudo para dar certo
Logo no início você cria o seu próprio personagem e começa a explorar Aincrad. A história se passa durante os acontecimentos da primeira temporada do anime, mas segue um caminho próprio.
Enquanto explora o mapa, é possível conversar com diversos NPCs, recrutá-los para o grupo e descobrir novas informações sobre o mundo. Alguns personagens chegam a mencionar Kirito e outros rostos conhecidos da série, ajudando a situar em qual momento da história o jogo acontece.
Essa liberdade de criar seu próprio aventureiro e viver uma narrativa paralela é uma ideia muito interessante.
O maior problema: só existem dois andares
Foi justamente aqui que minha empolgação acabou.
Quando pensamos em Aincrad, imaginamos um castelo com cem andares, cada um trazendo novos desafios, inimigos e chefes. Só que Echoes of Aincrad limita toda essa experiência a apenas dois andares.
Dois.
É difícil não sentir que o jogo ficou incompleto. A sensação é de que existe muito potencial desperdiçado, principalmente porque a proposta inicial parecia ser justamente explorar esse universo de forma mais ampla.
A jogabilidade é o grande destaque
Apesar das críticas, preciso admitir que a jogabilidade me surpreendeu bastante.
A Bandai Namco utilizou uma estrutura que lembra vários elementos dos jogos do gênero Souls.
Você pode esquivar com rolamentos, alternar entre ataques leves e pesados para criar combos, enfrentar chefes gigantes e aprender os padrões dos inimigos para sobreviver.
Tudo isso acontece com o estilo característico dos jogos de anime, incluindo habilidades especiais, ataques chamativos e um combate muito mais acelerado.
Na prática, jogar é divertido.
Um jogo que poderia ter sido muito maior
O problema é que, enquanto a jogabilidade acerta, o conteúdo deixa a desejar.
É impossível não pensar no quanto esse projeto poderia ter evoluído se explorasse mais andares, mais regiões e uma campanha mais longa.
A impressão é que estamos diante de uma excelente base que simplesmente termina cedo demais.
Vale a pena?
Eu não diria que Echoes of Aincrad é um jogo ruim.
Muito pelo contrário. O combate é divertido, a ambientação é fiel ao universo de Sword Art Online e existem boas ideias espalhadas pela aventura.
O grande problema é que ele entrega muito menos do que promete.
Se você é fã do anime, provavelmente vai gostar de revisitar Aincrad e descobrir essa nova história. Mas, para quem esperava finalmente viver a experiência definitiva de Sword Art Online em um videogame, a sensação será de que ainda estamos esperando esse jogo existir.
Minha conclusão: Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.
Jogos Amados e Odiados do Sonic: Os Maiores Acertos e Erros da SEGA
A trajetória do Sonic sempre foi marcada por altos e baixos. Jogos como Sonic Mania, Sonic 3 & Knuckles, Sonic Adventure 2 e Sonic Frontiers mostram todo o potencial da franquia quando a SEGA acerta. Por outro lado, títulos como Sonic Forces, Sonic Blast, Sonic Genesis e Sonic Boom demonstram como decisões de desenvolvimento e planejamento podem impactar negativamente um lançamento.
A história do Sonic é marcada por sucessos inesquecíveis e fracassos que até hoje dividem opiniões. Ao longo de mais de três décadas, a SEGA lançou jogos que redefiniram a franquia e outros que ficaram conhecidos pelas decisões controversas. Neste artigo, vamos relembrar alguns dos títulos mais amados e também aqueles que mais decepcionaram os fãs do ouriço azul.
Sonic Mania: O retorno triunfal do Sonic clássico
Depois de anos sem um grande jogo em 2D, Sonic Mania apareceu como uma verdadeira homenagem à era Mega Drive. Desenvolvido por fãs que posteriormente foram contratados pela própria SEGA, o jogo mistura fases clássicas remodeladas com cenários inéditos, preservando a jogabilidade tradicional e adicionando novidades.
Além da campanha principal, a versão Sonic Mania Plus trouxe o Encore Mode, permitindo alternar entre diferentes personagens durante as fases, além do retorno de Mighty e Ray, personagens que estavam desaparecidos desde o SegaSonic Arcade.
Para muitos jogadores, Sonic Mania representa o melhor jogo moderno do Sonic em 2D e uma das experiências mais completas da franquia.
Sonic Forces: Muito hype, pouca entrega
Enquanto Sonic Mania conquistava elogios, Sonic Forces seguia o caminho oposto. A proposta parecia excelente: um mundo dominado por Eggman, Sonic derrotado e uma resistência tentando recuperar o planeta.
Na prática, o jogo acabou decepcionando. A campanha é extremamente curta, a dificuldade é muito baixa e diversos acontecimentos importantes da história não recebem o desenvolvimento esperado.
Apesar da ideia interessante de criar um personagem próprio utilizando Wispons, muitos fãs consideram que o Avatar pouco influencia na narrativa, tornando boa parte da campanha desnecessária. Até hoje, Sonic Forces continua sendo um dos jogos mais criticados da franquia.
Sonic 3 & Knuckles: O auge da era Mega Drive
Poucos jogos conseguiram fechar uma geração com tanta qualidade quanto Sonic 3 & Knuckles.
A união entre Sonic 3 e Sonic & Knuckles criou uma aventura gigantesca, com novas fases, história expandida, Knuckles como personagem jogável e algumas das batalhas mais memoráveis da franquia.
Para muitos fãs, este é o ponto máximo dos jogos clássicos do Sonic e um dos maiores exemplos de como encerrar uma geração de consoles em grande estilo.
Sonic Blast: Um experimento que não agradou
Lançado para Game Gear, Sonic Blast apostou em gráficos pré-renderizados para simular um visual tridimensional.
Embora fosse um projeto bastante ambicioso para um portátil da época, as limitações do hardware prejudicaram bastante o resultado. Os gráficos ficaram confusos, a visibilidade era limitada e a jogabilidade não agradou boa parte dos jogadores.
Hoje, Sonic Blast costuma aparecer nas listas dos jogos menos queridos da franquia, embora ainda tenha seus admiradores pela proposta diferenciada.
Sonic Adventure 2: Um clássico absoluto
Sonic Adventure 2 marcou uma geração inteira.
A campanha dividida entre Heróis e Vilões, a estreia de Shadow, as fases extremamente variadas e uma das histórias mais marcantes da série fizeram do jogo um verdadeiro clássico.
Com o lançamento do filme Sonic 3, muitos jogadores voltaram a conhecer Adventure 2, aumentando ainda mais sua popularidade anos após o lançamento original.
Sonic Genesis (Game Boy Advance): Um dos piores ports da série
Para comemorar os 15 anos do Sonic, a SEGA lançou Sonic Genesis no Game Boy Advance.
O problema é que o port ficou marcado por diversos problemas técnicos, como quedas de desempenho, física inconsistente, lentidão constante e diversos bugs.
Mesmo oferecendo o Spin Dash como novidade, a versão acabou sendo considerada uma das piores adaptações de um jogo clássico do Sonic.
Sonic Frontiers: Uma nova direção para a franquia
Sonic Frontiers representou uma mudança radical na fórmula da série.
O jogo introduziu mapas abertos, exploração, elementos de RPG, quebra-cabeças e uma narrativa mais madura, aprofundando diversos aspectos do universo do Sonic.
Apesar das críticas recebidas no lançamento, Frontiers conseguiu conquistar muitos jogadores e abriu caminho para uma nova fase da franquia, tornando-se um dos maiores sucessos recentes da SEGA.
Sonic Boom: O “reboot” que deu errado
A intenção da SEGA era transformar Sonic Boom em uma nova identidade para a franquia.
Com redesign dos personagens, foco em exploração e combate cooperativo, o projeto parecia promissor. Entretanto, mudanças constantes durante o desenvolvimento, limitações do Wii U e um lançamento apressado impediram que o jogo atingisse seu potencial.
O resultado foi um dos lançamentos mais problemáticos da história do Sonic, encerrando rapidamente qualquer plano de transformar Sonic Boom na nova linha principal da série.
A trajetória do Sonic sempre foi marcada por altos e baixos. Jogos como Sonic Mania, Sonic 3 & Knuckles, Sonic Adventure 2 e Sonic Frontiers mostram todo o potencial da franquia quando a SEGA acerta. Por outro lado, títulos como Sonic Forces, Sonic Blast, Sonic Genesis e Sonic Boom demonstram como decisões de desenvolvimento e planejamento podem impactar negativamente um lançamento.
Independentemente das opiniões, uma coisa é certa: poucos personagens dos videogames possuem uma história tão rica e cheia de momentos memoráveis quanto o ouriço azul.
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