Connect with us

Published

on

Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo que usa como base o Super Mario Bros X para contar a saga de Sonic.exe em que ele enfreta, Mario, Luigi, Wario, Waluigi, Peatch , Toad, Kirby e Link numa saga grande e épica

SONIC EXE ACABOU com TODOS ?| HISTORIA Mario vs Sonic.exe 3

Espero que gostem!


? Seja Membro do canal https://www.youtube.com/channel/UCVmxV-_ds-UJeVC7w7AYQTQ/join

Me siga nas redes sociais: ?
? Twitter: /robertocarlosfj
? Insta: /robertocarlosfj
? Page do Face: /rkplayss
? Grupo do Face: /gamers brasil
? Lives na Twitch e Facebook: /rkplay

✉️ Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com

? #rkplay #historiasonic #sonicexe

Sonic.exe O inicio https://youtu.be/9zhpLnHeWUY
Sonic.exe 2 , o retorno https://youtu.be/IMQCsSsMt4Y

Sonic Fear https://youtu.be/UzaucXiLJOk
Sonic Fear 2 https://youtu.be/ZbDhbl0BHKg

Sunky the game https://youtu.be/vOd4W5m_4Bc
SUnky 2 a volta do ouriço zueiro https://youtu.be/Vs69PW7gfeo

HISTORIA DE SONIC

Mais Sobre Sonic Exe vs MARIO mod de SMBX ( Super Mario Bros X )

Este jogo é baseado numa creepypasta de sonic.exe , que é uma série de jogos famosos, alias como este mod de Super Mario coloca o SOnic.exe como personagem princiapal, podemos sim, chamar de sonic fan games , por que ele tambem se enquadra como um jogo com jogabilidade parecida com mario de super nintendo

Enredo
Sonic the Hedgehog descobre que seu melhor amigo Miles “Tails” Prower foi morto por um terrível monstro do mal. Logo depois ele recebe um pacote pelo correio, que inclui uma carta e um disco que contém um jogo chamado “SONIC.EXE”. Sonic decide jogar o jogo, ele joga como Tails, Knuckles e Robotnik e um por um, o morto por uma versão mal de si mesmo. Depois de terminar o jogo, ele logo percebe que a versão maligna de si mesmo do jogo entrou em seu mundo e matou Tails e agora está atrás dele.

Ah doce! Um jogo do Sonic!” Eu disse a mim mesmo.

Se alguns de vocês estão confusos, Sonic the Hedgehog é uma série de jogos principalmente sobre um ouriço azul antropomórfico chamado Sonic salvando um planeta chamado Mobius do malvado Dr. Ivo Robotnik que foi mudado para Eggman mais tarde na série. Eu me lembro de jogar os Sonic Games no meu Sega Genesis (Mega Drive na Europa) e na época, o Sonic estava competindo contra o Super Mario. Isso aconteceu durante os anos 90 com outras empresas tentando ganhar dinheiro sem sucesso.

Agora, de volta à história, fiquei tão animado quando vi o disco. Mas quanto custou e quanto tempo durou? Fui até o caixa e perguntei quanto tinha sido o disco e quanto tempo estava lá. O caixa me disse para guardar o disco de graça, e ele está lá desde 1994. Eu estava confuso sobre isso. 1994? Esse foi o ano em que o Sonic 3 e Sonic and Knuckles foram lançados.

SMBX é um jogo do Super Mario desenvolvido por Andrew Spinks Redigit e provavelmente foi a primeira versão foi lançada em 2009, o SMBX é um fã game e não é afiliado a Nintendo, o SMBX é um jogo que mistura itens de Super Mario Bros., Super Mario Bros. 2, Super Mario Bros. 3 e Super Mario World e a sua jogabilidade é demasiadamente parecida com os jogos originais, o SMBX possui o editor de níveis que dá a capacidade de qualquer um criar a sua fase ou episodio do Mario, a versão mais atualizada é Super Mario Bros. X version 1.3.0.1

O Super Mario Bros. X foi desenvolvido num computador com Windows Vista no Visual Basic 6, foram feitas várias versões de SMBX, a cada versão lançada sempre era posto mais itens no jogo, se dedicou ao desenvolvimento de Terraria que é um jogo que fez e faz muito sucesso, quando Redigit parou teve o fim do site e Redigit abandonou o desenvolvimento do jogo e não existe mais atualização, a versão mais atual é Super Mario Bros. X Version 1.3.0.1

com o editor de níveis a pessoa pode criar e editar fases (níveis) que quiser, também pode criar episodios e mapas do jogo, o significado de episodio em SMBX é um conjunto de fases ligadas entre si e recomenda-se ter pelo menos 10 (dez) níveis, como já foi dito o SMBX mistura itens dos jogos do Mario, estes jogos são os mesmos da oficial coletanea Super Mario All-Stars, no SMBX também é possível fazer gráficos personalizados do que quiser, inimigos paisagens etc…, a versão mais atualizada de SMBX não possui todos os itens dos jogos, mas ela tem muitos itens e muitas coisas.

Análise

Resident Evil Requiem é uma mistura do NOVO e Velho de um bom jeito – REVIEW

Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

Published

on

By

Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

Uma experiência dividida em dois estilos

Logo no início, você assume o controle de Grace, uma protagonista que representa tudo aquilo que marcou os Resident Evil mais recentes pós Resident Evil 7: Biohazard. Terror em primeira pessoa, vulnerabilidade e uma sensação constante de perigo.

Essa primeira parte do jogo é focada no medo puro. Recursos escassos, inimigos imprevisíveis e um ritmo mais lento fazem você sentir cada passo como uma decisão importante. É aquela experiência clássica de sobrevivência que muitos fãs pediam de volta.

Mas tudo muda quando Leon S. Kennedy entra em cena.

A virada para ação

Quando Leon assume o protagonismo, o jogo muda completamente de tom. A gameplay passa a lembrar bastante Resident Evil 6, só que dessa vez funcionando melhor.

Aqui entram combates mais intensos, sistema de parry, uso criativo de itens e muito mais foco em ação e movimentação. É praticamente uma evolução do estilo mais action da franquia, só que melhor equilibrado.

Um conceito criativo e estranho

Um dos pontos mais interessantes do jogo é a forma como os inimigos são construídos.

Os zumbis não são apenas criaturas genéricas. Eles são reflexos de memórias e traumas. Antes de serem infectados, eles tinham vidas, hábitos e obsessões.

Isso gera inimigos bem únicos, como um açougueiro transformado em um monstro brutal, um zelador que continua limpando compulsivamente e criaturas que evitam luz por traumas anteriores.

É estranho, mas funciona e adiciona uma camada psicológica bem interessante ao terror.

Um dos Resident Evil mais longos

Outro destaque é a duração. Resident Evil Requiem é um dos títulos mais longos da franquia, o que pode ser um ponto positivo para quem quer conteúdo.

Mas essa duração vem com uma mudança clara de ritmo. O jogo começa com terror intenso, evolui para sobrevivência no meio e termina com ação total.

Essa progressão pode surpreender ou até incomodar dependendo do tipo de jogador que você é.

Vale a pena?

Sim, e muito.

Mesmo com essa mudança de identidade ao longo da campanha, o jogo consegue se manter divertido do início ao fim. Ele mistura o melhor de diferentes fases da franquia e entrega uma experiência única.

Se você curte terror psicológico, ação estilo Resident Evil moderno e narrativas criativas, então esse jogo é para você.

No fim das contas, pode até dividir opiniões, mas é um dos Resident Evil mais interessantes já feitos.

Continue Reading

Games

Mario Kart World: Vale a Pena? O Novo Mario Kart em Mundo Aberto Dividiu Opiniões

Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

Published

on

By

Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

A principal novidade está no mapa contínuo. Diferente dos jogos anteriores, onde cada corrida era isolada, aqui tudo é conectado. Ao terminar uma corrida, o jogador precisa dirigir até a próxima pista, o que cria uma sensação de mundo aberto. A ideia, no papel, é interessante e ambiciosa, mas na prática apresenta alguns problemas. Grande parte do tempo é gasta nesses trajetos de transição, o que reduz o aproveitamento das pistas principais e quebra um pouco o ritmo tradicional que consagrou a franquia.

Apesar disso, existe um modo que se destaca claramente acima dos outros. O modo eliminatória funciona como uma espécie de battle royale dentro do universo de Mario Kart. As corridas começam com muitos jogadores e, ao longo do percurso, vários são eliminados progressivamente até restarem apenas os melhores. Essa estrutura torna as partidas mais tensas, competitivas e imprevisíveis, sendo facilmente o ponto mais forte do jogo e o modo que melhor aproveita o conceito de mapa interligado.

Na jogabilidade, o jogo mantém alguns elementos clássicos, como a mecânica de planar, mas também faz mudanças importantes. A presença de até 24 jogadores simultâneos deixa as corridas mais caóticas, e a interação com o cenário ganha mais destaque, com veículos e obstáculos dinâmicos influenciando a corrida. Por outro lado, algumas decisões não agradaram tanto, como a remoção das corridas subaquáticas e, principalmente, a ausência de personalização de veículos, algo que era bastante valorizado nos títulos anteriores.

Outro ponto que chama atenção é o sistema de skins. O jogo introduz uma mecânica em que o jogador pode pegar alimentos durante a corrida e, ao consumi-los, o personagem muda de visual instantaneamente. Isso cria uma progressão diferente, incentiva a exploração e adiciona variedade, mas também contribui para uma experiência mais caótica e, em alguns momentos, até confusa.

Os itens continuam sendo uma parte essencial da experiência e mantêm o caos característico da franquia. Elementos clássicos retornam ao lado de novas adições, ampliando ainda mais as possibilidades durante as corridas. O resultado é um gameplay imprevisível, onde qualquer corrida pode mudar completamente em questão de segundos.

No quesito pistas, o jogo impressiona visualmente e em criatividade. Há cenários que vão de desertos com um estilo cinematográfico a cidades cheias de tráfego, além de áreas inspiradas em Donkey Kong e uma Rainbow Road que se passa no espaço. No entanto, as pistas retrô foram tão modificadas que, em muitos casos, perderam a identidade original, o que pode decepcionar quem esperava uma nostalgia mais fiel.

O mundo aberto também permite exploração livre, onde o jogador pode circular pelo mapa, coletar itens e interagir com o ambiente sem necessariamente estar em uma corrida. Ainda assim, esse elemento funciona mais como um complemento do que como um pilar central da experiência.

Nem tudo funciona perfeitamente. As transições longas entre pistas, a falta de personalização e a remoção de algumas mecânicas clássicas são pontos que pesam contra o jogo. Além disso, ainda existe uma dependência de atualizações futuras para expandir o conteúdo e corrigir algumas dessas questões.

O preço também chama atenção, chegando a cerca de 500 reais no Brasil. Mesmo assim, por ser um dos principais títulos do console e oferecer uma experiência multiplayer forte, acaba se tornando quase indispensável para quem possui a plataforma.

No geral, Mario Kart World é um jogo que assume riscos. Ele abandona parte da fórmula tradicional para tentar algo novo, e embora nem todas as mudanças funcionem, ainda entrega uma experiência divertida e marcante. O modo eliminatória, em especial, mostra que a franquia ainda tem espaço para evoluir de maneiras interessantes.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending