Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo que tenta superar a zoeira do Sunky fazendo um monte de piadas em cima da série de jogos do Sonic.exe
SONIC EXE foi ZOADO neste JOGO ?| HISTORIA SONIC.EXE CRAZY
Espero que gostem!
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Historia de Sonic 1 https://youtu.be/GzL9-XRMHwI Historia de Sonic CD https://youtu.be/52ff02U8tnw Sonic 1 e 2 do master system https://youtu.be/LptAcsYlGSo
Sonic Rush https://youtu.be/Gj9kzlYUQGA
Sonic 4 episode 1 e Episode 2 https://youtu.be/KAvTxAo3b98
Sonic COLORS https://youtu.be/BqPqrhNcL3Y
SONIC GENERATIONS 3ds https://youtu.be/25fivCNADXg
Sonic Lost world https://youtu.be/jnjiWVZm-RU
SONIC MANIA https://youtu.be/JmMit0GGAo0
Shadow the hedgehog https://youtu.be/_DdntO7XCag
Tails adventure https://youtu.be/OQ6_Yt30j8A
LEGO SONIC https://youtu.be/tB-KqoCbVtE
Mais Sobre Sonic.exe Crazy , Sunky e tambem SNOC.SMEXEY THE GAYME
Sim, você ouviu certo! É a edição enlouquecida para Sonic.EXE – The Creepypasta Remake, um jogo que começou minha série .exe. O espírito louco de festa toma o controle de Sonic, e coisas estranhas acontecem a partir daí.
É estranho, eu sei, mas gosto de fazer esses tipos de jogos. Então se divirta!
História
Sunky the Game foi realmente um Sonic gordo andando por Level Fun, até que LooneyDude enviou uma foto de Sunky Bum no Sonic Stuff Research Group. As pessoas adoravam a foto, então em vez de um Sonic gordo, Looney usava o Sunky. No primeiro lançamento de Sunky the Game, apenas o Level Fun era jogável. Algum tempo depois, outra versão do jogo foi lançada, e contou com Level the Green. O Level Moist também foi lançado desta forma. Level Factory Land e sua contraparte Act 2 foram originalmente planejadas para Sunky the Game parte 1, mas LooneyDude percebeu que o tamanho do jogo seria muito grande, então ele subiu os níveis para a parte 2. O mesmo acontece com a parte 3.
Tittle
Bugs
Sunky the Game apresenta alguns bugs.
Sunky the Game parte 1
Movimento quando não há animação ambulante
Este é um bug raro que é difícil de retirar. Sunky deve estar andando e você deve soltar a tecla de seta e apertar rapidamente a tecla novamente. Se feito corretamente, então Sunky não parecerá que está se movendo, mas na verdade está se movendo.
Swim over water glitch
Esta falha clássica é arrancada quando você está prestes a completar o estágio, mas você está no lado mais à esquerda da passagem estreita vertical. Desde que sua mãe evitou o gatilho que faz Hunky subir e bater o poste de sinalização, Gunky vai nadar livremente sobre a água. No estado de natação, Hunky não pode coletar anéis ou nadar em declives, já que essas colisões não estão na lista de eventos do objeto de natação.
Sunky the Game part 2
Falha sonora inexistente Editar
Se Sunky morre em Level Factory Land (ACT 2), então um log de erro irá aparecer, informando que o jogo tentou parar um som não existente. Se Ignorar for escolhido, o nível será reiniciado sem nenhum problema. Se Abort for escolhido, o jogo será fechado. O bug está lá acidentalmente e de propósito. Por que o erro é proposital é porque Longitude tentou diminuir o tamanho do jogo excluindo o som, mas esqueceu de remover o coiner para esse som.
Sunky the Game part 3
Falha no final da animação ausente
Quando Sunky alcança a cápsula de escape na parte 3, às vezes o jogo não mostra a animação dele voando por razões desconhecidas. análise sfg plataforma sonic fan games
Sunky é uma paródia do Sonic.EXE. Em vez de tentar matar seus amigos, Sunky tenta fazer seus amigos felizes com seus poderes demoníacos. Em vez de ser sadisticamente inteligente como o Sonic.EXE, o Sunky é inocente, ingênuo e infantil. Com seus amigos Males and Nickles, Sunky se esforça para tornar sua casa perfeita.
Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.
O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.
Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.
Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.
O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.
Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.
Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.
E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.
Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.
O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.
O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.
Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.
No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.
Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.
O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.
E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.
Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.
My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.
Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.
Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.
Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.
Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.
O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.
É claro que não é perfeito.
Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.
Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.
E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.
Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.
A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.
Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.
E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.
Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.
Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.
Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.
Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.
Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.
Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.
E o principal problema é o cross-save.
Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.
Mas isso não acontece.
Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.
Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.
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