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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo da serie Sonic.exe que é um sonic fan game chamado Sonic exe Whisper of soul sequencia com as meninas do final bom de sonic.exe spirits of hell nesta analise

SONIC exe PEGOU AMY 😈| Historia SONIC EXE SPIRITS of HELL 2

Espero que gostem!

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Mais sobre Sonic exe Spirits of Hell

O início da vida de Exetior ainda é um mistério, embora o que se saiba é que ele era originalmente um dos Altos, entidades que criaram vida em Mobius. Ele foi aparentemente banido e despojado de seus poderes após complicações em como ele viu o mundo, o que o levou ao inferno como um arquidemon. Ele conseguiu escapar do inferno depois de várias explosões de energia da Esmeralda Mestre. Sendo lido pelos guardas do Inferno, ele decidiu usar o corpo de Sonic para permanecer indetectado, e copiou a imagem de Sonic, e formou um corpo adequado para ele, replicando o ouriço azul. Tentando assumir o controle sobre ele, Exetior foi incapaz de fazê-lo, e foi forçado a sair do corpo de Sonic por Creep. Creep disse a Exetior que, devido à força de vontade de Sonic, ele teria que destruir os principais pontos de determinação de Sonic, que são Tails, Knuckles e Eggman. O archdemon decidiu lidar com os três, para que ele pudesse assumir totalmente o controle do corpo de Sonic.

Melhor Final: Após Fatal Fog (acessado coletando todos os Black Rings) é derrotado, Tails, Knuckles, Dr. Eggman e Metal Sonic tentam se refugiar dentro do Hidden Palace, no entanto Exetior irá alcançá-lo independentemente das ações. Bate Exetior em todas as suas fases de batalha em Destroyed Mind, e acertando-o 15 vezes (menos) e escapando de Destroyed Mind depois de salvar Tails Knuckles e Dr. Eggman. Com Exetior enfraquecido, Metal Sonic coloca o corpo de Sonic no topo da Master Emerald, e isso destrói Exetior.

Good Ending: Muito similar ao Best Ending, no entanto, se você NÃO conseguir acertar o Exetior 15 vezes, o Exetior vai te tirar de escapar do Destroyed Mind, tornando (quase) impossível escapar. Knuckles menciona como eles correm o risco de destruir a mente de Sonic, já que ele não consegue lidar com o poder da Esmeralda Mestre, e sua previsão se torna realidade neste final. No entanto, a alma de Sonic vive. Isso também pode ser conseguido simplesmente não sendo feito da Destroyed Mind, mesmo depois de obter todos os 15 hits no Exetior.

Average Término # 1 (Tails): Primeiro, salve Tails Knuckles e Dr. Eggman, e entre em Deadly Fog (acessado por NOT coletando todos os Black Rings) como Tails, Exetior vai atacar o Dr. Eggman e Knuckles, mas Tails o desvia . Exetior tentará atacar Tails novamente, mas a raposa fofa se esquiva novamente, desta vez, Exetior será empalado por um pico. Exetior vai insultar Tails, dizendo como ele matou todos os amigos de Sonic como se eles não fossem nada, e Tails acaba com ele. Então os créditos rolam, e Tails está voando em uma direção, e a alma de Sonic aparece na frente dele.

Average Ending # 2 (Knuckles): Primeiro, salve Tails Knuckles e Dr. Eggman, e então entre em Deadly Fog como Knuckles, Exetior vai atacar o Dr. Eggman, seguido por Tails, então ele voltará para Knuckles, mas ele Bloqueia Exetior e Knuckles trocam provocações e Exetior joga Knuckles para trás com imenso poder. Exetior pergunta a Knuckles se ele tem alguma última palavra e responde com “See you in Hell” e Sonic / Exetior decapita. Então os créditos rolam, e depois de muita escalada, Knuckles se encontrará com Sally, Amy e Cream.

Análise

Resident Evil Requiem é uma mistura do NOVO e Velho de um bom jeito – REVIEW

Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

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Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

Uma experiência dividida em dois estilos

Logo no início, você assume o controle de Grace, uma protagonista que representa tudo aquilo que marcou os Resident Evil mais recentes pós Resident Evil 7: Biohazard. Terror em primeira pessoa, vulnerabilidade e uma sensação constante de perigo.

Essa primeira parte do jogo é focada no medo puro. Recursos escassos, inimigos imprevisíveis e um ritmo mais lento fazem você sentir cada passo como uma decisão importante. É aquela experiência clássica de sobrevivência que muitos fãs pediam de volta.

Mas tudo muda quando Leon S. Kennedy entra em cena.

A virada para ação

Quando Leon assume o protagonismo, o jogo muda completamente de tom. A gameplay passa a lembrar bastante Resident Evil 6, só que dessa vez funcionando melhor.

Aqui entram combates mais intensos, sistema de parry, uso criativo de itens e muito mais foco em ação e movimentação. É praticamente uma evolução do estilo mais action da franquia, só que melhor equilibrado.

Um conceito criativo e estranho

Um dos pontos mais interessantes do jogo é a forma como os inimigos são construídos.

Os zumbis não são apenas criaturas genéricas. Eles são reflexos de memórias e traumas. Antes de serem infectados, eles tinham vidas, hábitos e obsessões.

Isso gera inimigos bem únicos, como um açougueiro transformado em um monstro brutal, um zelador que continua limpando compulsivamente e criaturas que evitam luz por traumas anteriores.

É estranho, mas funciona e adiciona uma camada psicológica bem interessante ao terror.

Um dos Resident Evil mais longos

Outro destaque é a duração. Resident Evil Requiem é um dos títulos mais longos da franquia, o que pode ser um ponto positivo para quem quer conteúdo.

Mas essa duração vem com uma mudança clara de ritmo. O jogo começa com terror intenso, evolui para sobrevivência no meio e termina com ação total.

Essa progressão pode surpreender ou até incomodar dependendo do tipo de jogador que você é.

Vale a pena?

Sim, e muito.

Mesmo com essa mudança de identidade ao longo da campanha, o jogo consegue se manter divertido do início ao fim. Ele mistura o melhor de diferentes fases da franquia e entrega uma experiência única.

Se você curte terror psicológico, ação estilo Resident Evil moderno e narrativas criativas, então esse jogo é para você.

No fim das contas, pode até dividir opiniões, mas é um dos Resident Evil mais interessantes já feitos.

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Games

Mario Kart World: Vale a Pena? O Novo Mario Kart em Mundo Aberto Dividiu Opiniões

Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

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Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

A principal novidade está no mapa contínuo. Diferente dos jogos anteriores, onde cada corrida era isolada, aqui tudo é conectado. Ao terminar uma corrida, o jogador precisa dirigir até a próxima pista, o que cria uma sensação de mundo aberto. A ideia, no papel, é interessante e ambiciosa, mas na prática apresenta alguns problemas. Grande parte do tempo é gasta nesses trajetos de transição, o que reduz o aproveitamento das pistas principais e quebra um pouco o ritmo tradicional que consagrou a franquia.

Apesar disso, existe um modo que se destaca claramente acima dos outros. O modo eliminatória funciona como uma espécie de battle royale dentro do universo de Mario Kart. As corridas começam com muitos jogadores e, ao longo do percurso, vários são eliminados progressivamente até restarem apenas os melhores. Essa estrutura torna as partidas mais tensas, competitivas e imprevisíveis, sendo facilmente o ponto mais forte do jogo e o modo que melhor aproveita o conceito de mapa interligado.

Na jogabilidade, o jogo mantém alguns elementos clássicos, como a mecânica de planar, mas também faz mudanças importantes. A presença de até 24 jogadores simultâneos deixa as corridas mais caóticas, e a interação com o cenário ganha mais destaque, com veículos e obstáculos dinâmicos influenciando a corrida. Por outro lado, algumas decisões não agradaram tanto, como a remoção das corridas subaquáticas e, principalmente, a ausência de personalização de veículos, algo que era bastante valorizado nos títulos anteriores.

Outro ponto que chama atenção é o sistema de skins. O jogo introduz uma mecânica em que o jogador pode pegar alimentos durante a corrida e, ao consumi-los, o personagem muda de visual instantaneamente. Isso cria uma progressão diferente, incentiva a exploração e adiciona variedade, mas também contribui para uma experiência mais caótica e, em alguns momentos, até confusa.

Os itens continuam sendo uma parte essencial da experiência e mantêm o caos característico da franquia. Elementos clássicos retornam ao lado de novas adições, ampliando ainda mais as possibilidades durante as corridas. O resultado é um gameplay imprevisível, onde qualquer corrida pode mudar completamente em questão de segundos.

No quesito pistas, o jogo impressiona visualmente e em criatividade. Há cenários que vão de desertos com um estilo cinematográfico a cidades cheias de tráfego, além de áreas inspiradas em Donkey Kong e uma Rainbow Road que se passa no espaço. No entanto, as pistas retrô foram tão modificadas que, em muitos casos, perderam a identidade original, o que pode decepcionar quem esperava uma nostalgia mais fiel.

O mundo aberto também permite exploração livre, onde o jogador pode circular pelo mapa, coletar itens e interagir com o ambiente sem necessariamente estar em uma corrida. Ainda assim, esse elemento funciona mais como um complemento do que como um pilar central da experiência.

Nem tudo funciona perfeitamente. As transições longas entre pistas, a falta de personalização e a remoção de algumas mecânicas clássicas são pontos que pesam contra o jogo. Além disso, ainda existe uma dependência de atualizações futuras para expandir o conteúdo e corrigir algumas dessas questões.

O preço também chama atenção, chegando a cerca de 500 reais no Brasil. Mesmo assim, por ser um dos principais títulos do console e oferecer uma experiência multiplayer forte, acaba se tornando quase indispensável para quem possui a plataforma.

No geral, Mario Kart World é um jogo que assume riscos. Ele abandona parte da fórmula tradicional para tentar algo novo, e embora nem todas as mudanças funcionem, ainda entrega uma experiência divertida e marcante. O modo eliminatória, em especial, mostra que a franquia ainda tem espaço para evoluir de maneiras interessantes.

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