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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de sinistro, do sonic modificado do mega drive ( genesis ) que é conhecido como sonic.exe

Espero que gostem!

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Você provavelmente já jogou algum game do Sonic pelo menos uma vez na vida, não é verdade? Mas tem um jogo do ouriço que você nunca jogou, e provavelmente jamais vai querer jogar: conheça a história de SONIC.EXE, o game demoníaco do mascote da Sega!

Existe uma coisa que o ser humano sempre irá temer: o desconhecido. E existe uma outra coisa que faz o ser humano entrar no desconhecido, alheio até mesmo aos perigos que ele pode representar: a curiosidade.

A curiosidade é o que nos move adiante e nos empurra para novas descobertas; algumas boas, outras nem tanto. E foi a curiosidade que levou um pobre fã do Sonic aos piores momentos de sua vida na lenda sinistra que você vai conhecer agora.

Tom estava em sua casa jogando tranquilamente o (famigerado) game Sonic Unleashed quando,ao olhar pela janela, reparou que o carteiro havia acabado de deixar as correspondências em sua caixa de correio.

Ele então pausou o game e foi apanhar as correspondências. Ao abrir sua caixa de correio, viu que o carteiro havia deixado apenas uma caixinha de CD e uma carta. Pela letra, Tom reconheceu que a carta era de seu amigo Kyle, de quem Tom não tinha notícias há duas semanas.

Em letras estranhas, como se estivesse com dificuldades para escrever, Kyle dizia:

Tom estranhou a carta de seu melhor amigo, sumido há duas semanas, mas levianamente ignorou os avisos do game. Devia ser algum tipo de pegadinha, afinal. O que um simples game poderia fazer de mal a ele? Era apenas um game e nada mais!

Tom pegou o CD – um simples disco sem nada de especial – onde lia-se nome SONIC.EXE escrito com caneta permanente. Ao ver o nome Sonic, Tom ficou muito empolgado, pois era fã do ouriço,então tratou de colocar o CD em seu computador para jogá-lo.
Após a instalação, a tela de abertura do game apareceu. Era o primeiro game do Sonic, um clássico que marcou gerações. Embora não fosse um jogo novo, Tom ficou imensamente feliz por poder jogá-lo novamente.

Para piorar, o próprio Sonic estava mudado: seus olhos estavam totalmente pretos e sangravam, exibindo um par de aterrorizantes pupilas vermelhas e brilhantes. Para piorar, estes olhos macabros pareciam olhar diretamente para Tom!

Tom achou curioso, mas foi tudo tão rápido que ele pensou que aquilo era apenas um glitch do game. Após uma tela preta, uma nova tela apareceu com três save files… de Sonic The Hedgehog 3, algo impossível de acontecer!
Apesar de todas estas bizarrices, Tom não se sentiu amedrontado e resolveu encarar o desafio, escolhendo Tails para começar o game. A tela ficou preta por alguns segundos e uma macabra risada pixelada soou, muito semelhante à risada de Kefka, vilão de Final Fantasy VI.

Então surgiu uma mensagem na tela. Em uma tipografia estranha lia-se apenas “HILL, ACT 1″. Após isso, o game enfim começou, o cenário da clássica Green Hill Zone de Sonic 1 apareceu, e Tails começou a correr ao controle de Tom.

No entanto, a fase não possuía nenhum inimigo e progredia sempre em linha reta, ao som de uma estranha música que parecia tocada de trás para frente. Após 5 minutos em linha reta, Tails encontrou algo estranho: parecia um dos animais que são salvos ao fim de cada level, mas ele estava morto.

A partir desse momento, a música invertida começou a diminuir de volume e ficar cada vez mais lenta, e uma sucessão de animais mortos começou a aparecer pelo caminho, todos dentro de sinistras poças de sangue e parecendo mutilados. Para deixar tudo ainda mais estranho, a cada animal que Tails passava, sua expressão parecia ficar diferente, como se o próprio personagem estivesse ficando triste, se é que isso era possível.

Games

Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

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A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.

Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.

O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.

Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.

Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.

Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.

Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.

Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.

No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.

Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.

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Análise

REVIEW | R-Type Dimensions 3 chega para resgatar um dos maiores clássicos dos jogos de navinha

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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Os jogos de nave podem não dominar mais o mercado como antigamente, mas houve uma época em que esse gênero era um dos mais populares dos videogames. Pensando justamente em resgatar essa nostalgia, R-Type Dimensions chega como uma versão remasterizada de um dos maiores clássicos da franquia.

O grande destaque do jogo é a possibilidade de alternar, a qualquer momento, entre os gráficos originais e uma versão totalmente refeita em 3D. Basta apertar um botão para comparar como era o visual clássico e como ele ficou com a nova apresentação, trazendo um efeito bem interessante para quem gosta de revisitar títulos antigos.

Mesmo sendo um remaster, R-Type Dimensions mantém toda a essência da série. O jogador controla uma nave que avança automaticamente pelos cenários enquanto enfrenta ondas de inimigos, coleta novos poderes e precisa desviar de uma enorme quantidade de projéteis e obstáculos.

A franquia R-Type é considerada uma das mais importantes da história dos shoot ’em ups, ajudando a popularizar o gênero durante décadas. Para quem já conhece esse estilo de jogo, a experiência continua extremamente competente e divertida.

Outro ponto positivo é a presença do modo multiplayer, um recurso cada vez mais raro em lançamentos atuais e que torna a experiência ainda mais interessante para quem deseja jogar com um amigo.

As fases continuam sendo um dos grandes atrativos. Em determinados momentos, o cenário inteiro trabalha contra o jogador. Há trechos em que gotas de ácido caem do teto, abrindo lentamente passagens que antes estavam bloqueadas, enquanto outras fases exigem atenção constante ao ambiente, já que o perigo não vem apenas dos inimigos, mas também dos próprios elementos do cenário.

Apesar de manter um nível de desafio elevado, R-Type Dimensions não chega a ser frustrante. Como um lançamento moderno, o jogo conta com continues e sistemas de salvamento, tornando a experiência muito mais acessível do que nos arcades da época.

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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