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Spider-man milhes Morales é a saga do novo homem aranha que substitui o homem aranha original, primeiro jogo a fazer isso, e mostra que um jogo pode ser bom sem forçar uma historia exagerada no mundo aberto

SPIDER-MAN MILES MORALES é o Homem aranha que DEU CERTO!?

Espero que gostem!


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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

Mais Sobre Spider-man Miles Morales

Homem-Aranha da Marvel: Miles Morales é um jogo de ação e aventura de 2020 desenvolvido pela Insomniac Games e publicado pela Sony Interactive Entertainment para PlayStation 4 e PlayStation 5. Baseado no super-herói da Marvel Comics Miles Morales, é o segundo jogo da Marvel’s Spider Série Man, seguindo o Homem-Aranha da Marvel (2018). O jogo foi anunciado no evento de revelação do PlayStation 5 em junho de 2020 e foi lançado para o PlayStation 4 e como um título de lançamento para o PlayStation 5 em novembro de 2020. Ele recebeu críticas geralmente favoráveis ​​da crítica.

Jogabilidade
O jogo compartilha seu ambiente com seu antecessor. Miles Morales começa com a habilidade de usar teias para balançar e atacar inimigos e rastejar e correr em paredes. Em pontos-chave da história, ele ganha Venom Blast (a capacidade de incapacitar seus inimigos com eletricidade), Camouflage (invisibilidade temporária) e Mega Venom Blast (a capacidade de atacar vários inimigos próximos com sua explosão de veneno).

A narrativa continua de onde o Homem-Aranha da Marvel e seu conteúdo para download A cidade que nunca dorme parou, durante o qual Miles Morales foi mordido por uma aranha geneticamente aprimorada e ganhou poderes semelhantes aos de Peter Parker. Um ano após a conclusão do primeiro jogo, Morales treinou com Parker, mudou-se do Brooklyn para o Harlem e se integrou totalmente ao papel de Homem-Aranha, embora ainda esteja ganhando experiência. Depois que Parker sai para se juntar a sua namorada, a repórter do Daily Bugle Mary Jane Watson, no exterior como sua fotógrafa para cobrir a guerra civil em curso em Symkaria, Miles é deixado como o único webslinger de Nova York. Agora, ele deve equilibrar o apoio à campanha de sua mãe, Rio Morales, para a Câmara Municipal e a defesa de sua nova casa no Harlem e no resto da cidade de Nova York de uma guerra de gangues entre a Roxxon Energy Corporation e um exército criminoso de alta tecnologia chamado Underground, liderado pelo Tinkerer. Antes de partir, Parker diz a Morales que ele precisa ser como seu falecido pai Jefferson Davis e caminhar no caminho para se tornar um herói para Nova York

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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