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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game que é o crossover de mario que encontra o paper mario nesse crossover

Super Mario CROSSOVER 😲| Historia Mario & Luigi Paper Jam

Espero que gostem!


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Mais sobre Mario e Luigi paper jam

Mario & Luigi: Paper Jam, Mario & Luigi: Paper Jam Bros. na Europa e Austrália[2] e Mario & Luigi RPG Paper Mario MIX (マリオ&ルイージRPG ペーパーマリオMIX Mario & ruīji RPG pēpāmario MIX?) no Japão, é um RPG da série Mario & Luigi desenvolvido pela AlphaDream[3] e publicado pela Nintendo para o Nintendo 3DS e o New Nintendo 3DS. Este jogo é o 5° da série Mario & Luigi, com elementos e personagens de Paper Mario. Ele foi lançado em dezembro de 2015 no Japão e Europa, e em 22 de janeiro de 2016 no resto do mundo

Sinopse
Ao tentar consertar um buraco na biblioteca do castelo da princesa Peach, Luigi tropeça e acidentalmente toca um livro misterioso que contém o mundo do Paper Mario, fazendo com que os residentes finos em papel se espalhem por todo o Reino do Cogumelo. Posteriormente, Bowser combina seu exército maligno com o de sua homóloga de papel, Paper Bowser, e sequestra Peach e sua homóloga, Paper Peach. Mario e Luigi agora devem juntar-se com a homóloga do papel de Mario, Paper Mario, para corrigir tudo, derrotar ambos os Bowsers e trazer todas as pessoas do papel de volta para o livro.

Em uma época na qual a Square Enix era só Square, o SNES conheceu o primeiro RPG do bigodudo mais famoso dos videogames. Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars mostrou que Mario e o gênero tanto combinavam que consta na maioria das listas de melhores jogos da história. O que era para ser sua continuação acabou sendo um sucessor espiritual: Paper Mario (N64) também recebeu aclamação da crítica especializada. Tomando inspirações do mundo de papel e, assim, retomando o RPG do SNES, foi a vez do Game Boy Advance receber Mario & Luigi: Superstar Saga.

A partir dali, as duas séries foram desenvolvidas separadamente, cada uma preservando elementos diferentes dos propostos em Super Mario RPG. Enquanto Paper Mario tem perdido desde o Wii vários aspectos que caracterizavam a série e tentado inovar mais, Mario & Luigi se manteve mais fiel à fórmula original. Os dois mundos continuaram crescendo de forma independente — até que a Alpha Dream decidiu trazer os personagens de Paper Mario para o mundo de Mario & Luigi. O resultado é a reunião com o bom humor e diálogos inteligentes das duas séries, mas em um contexto conhecido até demais pelos jogadores que acompanham os irmãos encanadores.

Embora as duas séries tenham trazido personagens novos e carismáticos ao longo de suas diversas iterações, Paper Jam não conta com encontros mais surpreendentes do que aqueles entre as sósias. Para completar, o jogo também não conta com nenhum personagem inédito. Portanto, qualquer jogador que tenha aproveitado os últimos jogos deverá reconhecer quase tudo o que foi apresentado.

Tão versátil quanto papel
A inclusão de Paper Mario foi bem planejada; o fato das ações de cada personagem estarem atreladas a botões diferentes permite que a movimentação e os combates se deem de maneira efetiva e sem complicações. Com a ajuda dele é possível usar Trio Actions variadas, que permitem alcançar plataformas distantes ou encontrar itens ocultos no solo, por exemplo. O fato do personagem ter uma espessura irrisória lhe propicia o acesso a áreas impossíveis para os encanadores tridimensionais.

Entretanto, é durante as batalhas que Paper Mario realmente se destaca. Seu diferencial é a habilidade de criar diversas cópias de si mesmo, de forma que o golpe com martelo pode atingir múltiplos adversários de uma só vez. O salto, sua marca registrada, permite atingir um mesmo oponente diversas vezes — claro, se você tiver uma boa coordenação. Como é de praxe para ambas as séries, esse elemento é indispensável para evitar combates extensos e danos desnecessários. Os Trio Attacks são bons exemplos da utilidade da precisão no uso dos botões, pois só com agilidade é possível causar prejuízos incríveis ou mesmo atingir algum oponente.

Games

Mario Kart World: Vale a Pena? O Novo Mario Kart em Mundo Aberto Dividiu Opiniões

Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

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Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

A principal novidade está no mapa contínuo. Diferente dos jogos anteriores, onde cada corrida era isolada, aqui tudo é conectado. Ao terminar uma corrida, o jogador precisa dirigir até a próxima pista, o que cria uma sensação de mundo aberto. A ideia, no papel, é interessante e ambiciosa, mas na prática apresenta alguns problemas. Grande parte do tempo é gasta nesses trajetos de transição, o que reduz o aproveitamento das pistas principais e quebra um pouco o ritmo tradicional que consagrou a franquia.

Apesar disso, existe um modo que se destaca claramente acima dos outros. O modo eliminatória funciona como uma espécie de battle royale dentro do universo de Mario Kart. As corridas começam com muitos jogadores e, ao longo do percurso, vários são eliminados progressivamente até restarem apenas os melhores. Essa estrutura torna as partidas mais tensas, competitivas e imprevisíveis, sendo facilmente o ponto mais forte do jogo e o modo que melhor aproveita o conceito de mapa interligado.

Na jogabilidade, o jogo mantém alguns elementos clássicos, como a mecânica de planar, mas também faz mudanças importantes. A presença de até 24 jogadores simultâneos deixa as corridas mais caóticas, e a interação com o cenário ganha mais destaque, com veículos e obstáculos dinâmicos influenciando a corrida. Por outro lado, algumas decisões não agradaram tanto, como a remoção das corridas subaquáticas e, principalmente, a ausência de personalização de veículos, algo que era bastante valorizado nos títulos anteriores.

Outro ponto que chama atenção é o sistema de skins. O jogo introduz uma mecânica em que o jogador pode pegar alimentos durante a corrida e, ao consumi-los, o personagem muda de visual instantaneamente. Isso cria uma progressão diferente, incentiva a exploração e adiciona variedade, mas também contribui para uma experiência mais caótica e, em alguns momentos, até confusa.

Os itens continuam sendo uma parte essencial da experiência e mantêm o caos característico da franquia. Elementos clássicos retornam ao lado de novas adições, ampliando ainda mais as possibilidades durante as corridas. O resultado é um gameplay imprevisível, onde qualquer corrida pode mudar completamente em questão de segundos.

No quesito pistas, o jogo impressiona visualmente e em criatividade. Há cenários que vão de desertos com um estilo cinematográfico a cidades cheias de tráfego, além de áreas inspiradas em Donkey Kong e uma Rainbow Road que se passa no espaço. No entanto, as pistas retrô foram tão modificadas que, em muitos casos, perderam a identidade original, o que pode decepcionar quem esperava uma nostalgia mais fiel.

O mundo aberto também permite exploração livre, onde o jogador pode circular pelo mapa, coletar itens e interagir com o ambiente sem necessariamente estar em uma corrida. Ainda assim, esse elemento funciona mais como um complemento do que como um pilar central da experiência.

Nem tudo funciona perfeitamente. As transições longas entre pistas, a falta de personalização e a remoção de algumas mecânicas clássicas são pontos que pesam contra o jogo. Além disso, ainda existe uma dependência de atualizações futuras para expandir o conteúdo e corrigir algumas dessas questões.

O preço também chama atenção, chegando a cerca de 500 reais no Brasil. Mesmo assim, por ser um dos principais títulos do console e oferecer uma experiência multiplayer forte, acaba se tornando quase indispensável para quem possui a plataforma.

No geral, Mario Kart World é um jogo que assume riscos. Ele abandona parte da fórmula tradicional para tentar algo novo, e embora nem todas as mudanças funcionem, ainda entrega uma experiência divertida e marcante. O modo eliminatória, em especial, mostra que a franquia ainda tem espaço para evoluir de maneiras interessantes.

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Games

Acredita que o Ps3 Xbox 360 e Nintendo wii u ja são retro?

Se você cresceu jogando PlayStation 3, Xbox 360 ou até o Nintendo Wii U, talvez seja melhor se preparar: oficialmente, essa geração já começou a ser tratada como retrô. Pois é… aquele console que parecia “moderno ontem” já virou parte da história.

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Se você cresceu jogando PlayStation 3, Xbox 360 ou até o Nintendo Wii U, talvez seja melhor se preparar: oficialmente, essa geração já começou a ser tratada como retrô. Pois é… aquele console que parecia “moderno ontem” já virou parte da história.

E não, isso não é só sensação essa mudança foi reforçada pela GameStop, uma das maiores redes de lojas de videogame do mundo.

A GameStop declarou essa geração virou retrô

A GameStop, conhecida principalmente pela venda de jogos usados (comprando barato e revendendo mais caro), está se adaptando ao mercado atual. Com o crescimento do interesse por jogos retrô, a empresa começou a classificar títulos e consoles como PS3, Xbox 360 e Wii U dentro dessa categoria.

E faz sentido mesmo que doa admitir.

O tempo passou mais do que parece

Vamos encarar os fatos

O PlayStation 3 foi lançado em 2006
O Xbox 360 também chegou em 2005/2006
O Wii U, apesar de mais recente (2012), já ficou pra trás há tempo

Ou seja estamos falando de consoles com quase 20 anos

Isso historicamente sempre foi o suficiente pra algo ser considerado retrô

Mas e no Brasil

Aqui a realidade sempre foi um pouco diferente
Muita gente ainda joga nessas plataformas seja por acessibilidade preço ou nostalgia recente

Então é normal parecer cedo demais pra chamar de retrô
Mas globalmente essa virada já aconteceu

E o mais louco a geração atual também já está envelhecendo

Pra piorar ou melhorar dependendo do ponto de vista

O PlayStation 5 já tem cerca de 6 anos
O Xbox Series X|S também está nessa faixa

Ou seja a próxima transição já está no horizonte

No fim das contas

A definição de retrô pode até variar de pessoa pra pessoa mas uma coisa é certa
o tempo nos videogames passa rápido demais

E aquele console que você jogava ontem hoje já virou nostalgia

E aí você aceita que PS3 e Xbox 360 são retrô ou ainda tá em negação

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