Connect with us

Published

on

Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de fan de sonic que tem um enorme potencial, é com a saga de metallix contra o sonic que lutam no espaço

Super Sonic VS Metallix 😲| Historia Sonic Incursion

Espero que gostem!


🔥 Seja Membro do canal https://www.youtube.com/channel/UCVmxV-_ds-UJeVC7w7AYQTQ/join

Baixe a fan game aqui ( para COMPUTADOR ) — DOWNLOAD

Me siga nas redes sociais: 👇
🐦 Twitter: /robertocarlosfj
📷 Insta: /robertocarlosfj
🔵 Page do Face: /rkplayss
🔥 Grupo do Face: /gamers brasil
🔴 Lives na Twitch e Facebook: /rkplay

✉️ Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com
🔥 #rkplay #sonicfangames #sonic

HISTORIA DE FAN GAMES SONIC

Mais sobre Metalix

Metallix the Metal Sonic é um grande antagonista que aparece na série Sonic the Comic publicada pela Fleetway Editions. Cada Metallix Badnik faz parte de um vasto grupo conhecido como Irmandade de Metallix. Embora a maioria dos modelos do Metallix seja baseada no Sonic the Hedgehog, também existem réplicas do Knallles the Echidna e Porker Lewis.

Metallix apareceu pela primeira vez, na sombra e aparentemente incompleto, no painel final de “Girl Trouble, Part 2”, depois que Sonic resgatou Amy Rose da Egg Fortress de Robotnik na Zona Especial. “Operation Metallix” foi criado por Robotnik e seu cientista-chefe, Grimer, como um meio de destruir o Sonic de uma vez por todas. [1] O novo robô foi exaustivamente testado, eliminando os robôs práticos semelhantes ao Sonic, antes de sua primeira aparição pública: atacando a Emerald Hill Zone em busca de Sonic.

Para desenhar Sonic, Metallix sequestrou Amy Rose e a levou para Never Lake. Sonic chegou e lutou com Metallix, os dois se movendo tão rápido que Amy não podia ver o que estava acontecendo. No final, Sonic venceu, e Metallix foi forçado a recuar tático capturando Amy mais uma vez e levando-a pela corrente até o Planeta Milagroso, com Sonic em sua trilha. [4] Uma vez no Miracle Planet, que havia sido completamente cibernético pelo Robotnik, o Metallix conseguiu extrair energia ilimitada do próprio planeta, tornando-se capaz de elevar campos de força e descarregar parafusos elétricos. Nem bater nele depois de percorrer o planeta inteiro poderia causar qualquer dano ao Metallix

Felizmente, Sonic recebeu ajuda de uma versão que viaja no tempo de si mesmo do futuro, que lhe deu uma Pedra do Tempo com instruções para usá-la para voltar ao passado. No tempo, Sonic foi capaz de impedir o cyberforming do planeta e retornar ao presente para passar a Time Stone para si mesmo e completar o ciclo. O Planeta Milagroso foi restaurado ao seu estado natural, e Metallix foi aparentemente apagado da existência

  • Um novo modelo do Metallix (baseado em Mecha Sonic da Sonic & Knuckles) apareceu durante a adaptação desse jogo pelos quadrinhos. Este novo Metallix roubou a Master Emerald da Câmara Emerald da Ilha Flutuante para que o Robotnik usasse como o núcleo de poder de seu novo Death Egg II. [8] Atraindo Sonic e Knuckles para a Zona do Santuário do Céu por ordem de Robotnik, Metallix retirou energia do Emerald e incapacitou Knuckles com um único golpe. Ele era ainda mais poderoso que Sonic, não se impressionando com a velocidade louvada de Sonic, mas Sonic foi capaz de destruí-lo usando o poder da Emerald para se tornar Super Sonic. Antes de Super Sonic rasgá-lo em pedaços, o novo Metallix revelou que ele fazia parte de uma “irmandade de elite” da qual o Metallix original era apenas um membro

Análise

Fire Emblem: Fortune’s Wave – Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

Published

on

By

Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

O jogo é simplesmente lindo. Os gráficos em estilo anime são impressionantes, as animações são muito bem produzidas e existe uma grande preocupação em desenvolver a relação entre os personagens enquanto a história avança.

E é justamente aí que aparece um problema enorme para o público brasileiro: o jogo não possui localização para português.

Quando penso em recomendar esse jogo para a galera que acompanha o RK Play, essa é uma das primeiras coisas que passam pela minha cabeça. Estamos falando de um jogo focado em história, personagens, diálogos e construção de um universo medieval. Ou seja, entender o que está acontecendo não é apenas um detalhe.

Você pode até saber inglês e conseguir jogar tranquilamente. Mas muita gente no Brasil não domina o idioma. E isso não significa falta de interesse em videogames. Muitas pessoas simplesmente nunca tiveram a oportunidade de aprender inglês de forma suficiente para acompanhar um jogo com centenas de diálogos.

E existe outro ponto importante: você pode saber inglês, mas seus amigos, familiares ou outras pessoas que poderiam conhecer esse jogo talvez não saibam.

Isso acaba criando uma barreira enorme.

Eu já falei aqui no perfil sobre esse jogo e, sinceramente, é um título que eu facilmente consigo recomendar para muita gente. Ele tem uma proposta muito interessante, visual impressionante, combate estratégico, exploração e muitas horas de conteúdo.

Só que, para quem não entende inglês, a experiência pode ficar bastante prejudicada.

E o pior é que você não está apenas deixando de entender algumas frases. Você pode acabar perdendo justamente uma das partes mais importantes da experiência: a história e a relação entre os personagens.

Eu sei que qualquer pessoa pode começar a aprender inglês a qualquer momento. Também sei que existem escolas bilíngues e pessoas que têm contato com o idioma desde cedo.

Mas estamos falando do Brasil.

Uma localização em português não seria apenas uma comodidade. Para muita gente, ela seria a diferença entre conseguir aproveitar completamente o jogo ou simplesmente deixar passar.

Por isso fica a pergunta: uma tradução para português poderia fazer esse jogo alcançar muito mais jogadores no Brasil?

Na minha opinião, quando um jogo depende tanto de narrativa e diálogo, a localização faz uma diferença enorme na possibilidade de ele conquistar um novo público.

Continue Reading

Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Published

on

By

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending