Connect with us

Published

on

Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar duas fan games que foram construidas em cimas das lendas criadas na mitica Lavander Town, a cidade da torre cemitério de pokémons da primeira geração. de pokemon red, pokémon blue, pokémon green e pokémon yellow pikachu!

TERROR que ACABOU COM POKÉMON 😈| HISTORIA GYM LAVANDER TOWN

Espero que gostem!


🔥 Seja Membro do canal https://www.youtube.com/channel/UCVmxV-_ds-UJeVC7w7AYQTQ/join

Me siga nas redes sociais: 👇
🐦 Twitter: /robertocarlosfj
📷 Insta: /robertocarlosfj
🔵 Page do Face: /rkplayss
🔥 Grupo do Face: /gamers brasil
🔴 Lives na Twitch e Facebook: /rkplay

✉️ Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com

🔥 #rkplay #detetivepikachu #pokemon

Historia Pokémon RED https://www.youtube.com/watch?v=K7jy-p67h9o&t=7s
Linha do tempo de Pokémon https://www.youtube.com/watch?v=e4P2kiqmdB0
Detetive Pikachu Filme https://youtu.be/vAwVO9eiOgQ

Ginásio de Lavender Town https://youtu.be/Dxb42tFGl70

Pokemon Creepypasta de Terror https://www.youtube.com/watch?v=Eeo6JhPexjw

Mais Sobre Lavander Town

Lavender Town (Japonês: シオンタウン, Shion Taun, Shion Town) é uma aldeia fictícia nos videojogos Pokémon Red & Blue. Estilizado como um local assombrado, Lavender Town é o lar de um grande cemitério em estilo japonês. A música de fundo de Lavender Town é famosa por aumentar a atmosfera assustadora da cidade e deu origem à creepypasta, a Síndrome de Lavender Town, o que sugere que mais de cem crianças japonesas se suicidaram depois de ouvirem a música.

O nome japonês é provavelmente uma grafia katakana de Aster tataricus (紫菀), uma flor de cor lavanda, significando “eu não vou te esquecer”

Antecedentes
Lavender Town é uma vila muito pequena que pode ser visitada em Pokémon Red, Green, Blue, Yellow, Gold, Silver, Crystal, e os remakes do mesmo. É o lar da “Pokémon Tower”, um cemitério em estilo japonês cheio de lápides de Pokémon falecidos. Por isso, sugere-se que a vila seja um local assombrado, e o personagem do jogador pode encontrar Pokémon do tipo fantasma por lá. A Pokémon Tower foi substituída pela “Kanto Radio Tower” em Pokémon Silver e Gold. Lavender Town é também a casa do “Name Rater”, que permite aos jogadores mudar o apelido dos seus Pokémon, e um lar para os Pokémon abandonados.

A Pokémon Tower faz uma aparição na primeira temporada da série de anime Pokémon, quando seus personagens principais procuram por Pokémon do tipo fantasma para uma batalha difícil no ginásio. Lavender Town também aparece na série de mangá Pokémon Adventures e The Electric Tale of Pikachu

Música e a síndrome da cidade de Lavender Town
A música de fundo de Lavender Town atraiu muito interesse devido a alguns ouvintes acharem-no inquietante. Listando-a como a segunda faixa de videogame mais assustadora em 2012, Brittany Vincent da Disgusting afirmou que a “enganosamente calma … a melodia de Lavender Town está em primeiro lugar na lista de lembranças de infância aterrorizantes da maioria dos jogadores”. A música de Lavender Town, composta por Junichi Masuda, combina sons chiptune afiados com “uma cavalgada de acordes dissonantes” para criar uma atmosfera misteriosa.[Jay Hathaway da Gawker afirmou que deixar a música em execução pode causar uma “vaga sensação de pavor”

De acordo com uma história da creepypasta que foi publicada anonimamente na Pastebin em 2010, a música de Lavender Town obrigou o suicídio de cerca de 200 crianças japonesas na primavera de 1996. Outros supostamente sofreram hemorragias nasais, dores de cabeça. De acordo com essa lenda urbana, as batidas binaurais de tom alto prejudicavam os cérebros das crianças de uma forma que os adultos eram imunes. Esta doença fabricada foi apelidada de “Síndrome de Lavender Town” e a história original se tornou viral após ser divulgada em sites de interesse geral, como o 4chan. Várias pessoas acrescentaram detalhes para tornar a história mais convincente ao longo do tempo, como o tratamento de imagem de imagens de fantasmas em saídas espectrográficas da música de Lavender Town. Mark Hill, da Screen, afirmou que o apelo da lenda da Síndrome de Lavender Town “vem de um símbolo tão inocente da infância” e fez comparações com “Dennō Senshi Porygon”,

O tema “Lavender Town” foi regravado para o Pokémon Go Halloween de 2017.[

Teoria dos fãs
O personagem do jogador pode lutar contra seu rival, Blue, no Pokémon Tower. Os fãs da série notaram que o Raticate de Blue, um Pokémon que ele usa para todas as batalhas até aquele momento, não aparece nesta luta ou em confrontos subsequentes. Isso levou os fãs a especularem que o Pokémon de Blue havia morrido em uma batalha anterior e que Blue veio para o Pokémon Tower para enterrar e chorar por Raticate

Recepção
O Eurogamer descreveu Lavender Town como uma “localização de destaque” nos jogos Pokémon originais, já que é um dos poucos locais da franquia que lida com o fato de que os Pokémon “bonitinhos e fofinhos” poderiam realmente morrer.[

Análise

Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?

A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

Published

on

By

A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.

Só que a história não fica apenas nisso.

Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.

E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.

Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.

Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.

A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.

As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.

É realmente um RPG muito bem acabado.

Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.

Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.

Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.

Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.

E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.

Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.

O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.

Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.

Continue Reading

Games

Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Published

on

By

Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Cara, vou te falar que vale pra caraca.

Onimusha: Way of the Sword representa o retorno da franquia com uma proposta moderna, mas sem abandonar aquilo que tornou a série tão marcante. O jogo coloca você novamente em uma versão do Japão feudal cheia de demônios, onde a principal ferramenta para sobreviver é uma boa espada.

E visualmente o negócio está impressionante.

Uma nova versão do Onimusha

Quem conhece os jogos antigos vai perceber rapidamente que Way of the Sword mudou bastante a estrutura da franquia.

Os primeiros Onimusha tinham uma estrutura mais próxima de Resident Evil clássico, com cenários mais fechados, câmera mais distante e uma progressão que lembrava bastante os jogos de terror da Capcom daquela época. Ao mesmo tempo, o combate já tinha uma pegada de hack and slash, embora fosse bem mais cadenciado do que algo como Devil May Cry.

Agora a situação é completamente diferente.

Way of the Sword parece ter buscado inspiração na câmera sobre o ombro dos Resident Evil modernos. Você fica muito mais próximo do personagem durante a exploração e, principalmente, durante os combates.

E aí entra a espada.

O combate é muito mais direto, com você enfrentando diversos inimigos e utilizando sua lâmina para literalmente ceifar uma quantidade absurda de demônios.

Combate, orbes e ataques especiais

Durante as batalhas, você também encontra diferentes orbes e esferas que podem ser absorvidos pelo personagem.

Esses elementos servem para carregar determinados tipos de ataques especiais e acrescentam uma camada interessante ao combate. É aquele tipo de mecânica que deixa as lutas mais dinâmicas e faz você prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor.

Também dá para perceber algumas influências dos jogos Soulslike em determinadas situações de combate.

Não estou dizendo que Onimusha virou um Soulslike, porque não é isso. É mais uma impressão causada pela maneira como algumas lutas são construídas, pela importância de observar os inimigos e pelo ritmo de determinados confrontos.

E o sensor de movimento do Switch 2?

No Nintendo Switch 2, o jogo também possui suporte ao sensor de movimento dos Joy-Con.

E vou ser bem sincero: para mim, é uma das partes menos interessantes da experiência.

Eu entendo completamente a ideia de utilizar os movimentos para controlar a espada. É um diferencial que pode ser divertido durante alguns minutos, principalmente para quem gosta de experimentar recursos diferentes do console.

Mas depois disso, eu prefiro voltar para o controle tradicional e simplesmente apertar os botões.

A jogabilidade tradicional é muito mais confortável e, na minha opinião, combina melhor com a proposta do jogo.

Onimusha continua sabendo fazer comédia

Uma das coisas que mais gostei é que Onimusha: Way of the Sword consegue equilibrar muito bem sua atmosfera.

O jogo tem um visual extremamente sério, uma ambientação pesada e uma história envolvendo samurais, demônios e violência. Só que, em determinados momentos, aparecem aquelas situações completamente inesperadas que quebram um pouco a tensão.

E isso é muito Capcom.

A empresa tem uma tradição muito forte de colocar momentos de humor em jogos que, aparentemente, deveriam ser extremamente sérios.

Onimusha consegue fazer isso sem destruir completamente a atmosfera.

Uma história cheia de reviravoltas

Sem entrar em spoilers, a história também consegue surpreender.

Way of the Sword possui algumas reviravoltas que realmente não parecem óbvias, principalmente quando começamos a descobrir mais sobre determinados personagens.

E tem um vilão que, sinceramente, mostra mais uma vez o nível de maldade que alguns personagens da Capcom conseguem alcançar.

É aquele tipo de situação em que você olha para a tela e pensa: “Caraca, não é possível que esse cara fez isso.”

Mas essa parte fica para um outro vídeo, porque aí já entramos no território dos spoilers.

Vale os R$ 200?

Para quem estava esperando o retorno de Onimusha com um jogo novo, eu diria que sim.

Onimusha: Way of the Sword não tenta simplesmente copiar os jogos antigos. Ele pega a essência da franquia e adapta sua estrutura para uma geração mais moderna.

A câmera mudou, o combate evoluiu, a apresentação gráfica está impressionante e algumas mecânicas parecem claramente influenciadas pelas tendências modernas dos jogos de ação.

No Nintendo Switch 2, ainda existe o diferencial do sensor de movimento, embora eu particularmente prefira jogar utilizando os controles tradicionais.

Por cerca de R$ 200, para quem gosta de jogos de ação, samurais e da própria franquia Onimusha, é uma experiência que vale bastante a pena conhecer.

Agora, se você esperava uma experiência praticamente idêntica aos Onimusha clássicos, é importante saber que Way of the Sword mudou bastante a fórmula.

E talvez justamente essa mudança seja uma das coisas mais interessantes desse retorno.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending