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Queridos, eu sou Roberto e venho falar sobre a experiencia de troca do MI note 10 pelo Iphone 11

Troquei Xiaomi MI NOTE 10 por um IPHONE 11 | Qual é MELHOR ?

Espero que gostem


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Xiaomi mi NOTE 10

https://rkplay.com.br/Mi_NOTE_10


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Mais sobre Iphone 11

O iPhone 11 é um smartphone projetado, desenvolvido e comercializado pela Apple. É o IPhone com preço mais baixo da décima terceira geração, sucedendo ao IPhone XR. Foi apresentado em 10 de setembro de 2019, em conjunto com o iPhone 11 Pro e Pro Max, no Steve Jobs Theatre no Apple Park, em Cupertino, pelo CEO da Apple, Tim Cook. As encomendas iniciaram-se a 13 de setembro de 2019 e o lançamento oficial foi programado para 20 de setembro de 2019, um dia após o lançamento do iOS 13.

O iPhone 11 está disponível em seis cores: roxo, amarelo, verde, preto, branco e vermelho. Há um entalhe na frente do sistema de câmaras e altifalantes TrueDepth, semelhante ao seu antecessor, o iPhone XR . Há um impacto nas costas das câmaras e o flash é do mesmo tamanho do iPhone 11 Pro, embora o iPhone 11 tenha apenas duas câmaras em comparação com as três do Pro. O logótipo da Apple agora está centralizado na parte traseira do dispositivo sem texto.[1]

As mudanças mais importantes em comparação com o iPhone XR são o chip Apple A13 Bionic e um sistema de câmara dupla ultra larga. Enquanto o iPhone 11 Pro vem com um carregador rápido de 18W Lightning para USB-C, o iPhone 11 vem com o mesmo carregador de 5W encontrado nos iPhones anteriores, apesar dos dois modelos poderem utilizar esse carregador mais rápido.

Hardware

O iPhone 11, juntamente com o iPhone 11 Pro, possui o processador A13 Bionic da Apple com um mecanismo neural de terceira geração. Possui três opções de armazenamento interno: 64 GB, 128 GB, 256 e 512 GB. Também possui 5 GB de RAM. O iPhone 11 tem classificação IP68 à prova de água até dois metros por um tempo máximo de 30 minutos, mas também poeira e sujidade. No entanto, a garantia do fabricante não cobre danos provocados por líquidos no telefone. Além disso, tal como os iPhones anteriores, os dois telefones não possuem conector para fone de ouvido e vêm com EarPods com fio e com conector Lightning. O iPhone 11 é o primeiro smartphone com hardware de banda ultra-larga, através do chip Apple U1.

Exibição

O iPhone 11 possui um LCD de 6,1 pol. (15,5 cm), ao contrário dos modelos Pro que possuem ecrãs/telas OLED. Utiliza a tecnologia IPS e possui uma resolução de 1792×828 pixels (326 ppi) com um brilho máximo de 625 nits e uma taxa de contraste de 1400: 1. Ele suporta Dolby Vision , HDR10 , True-Tone e ampla gama de cores. Assim como no iPhone 11 Pro, XR, XS e X, o ecrã/tela possui um entalhe na parte superior do sistema de câmaras TrueDepth e do altifalante. A tela possui um revestimento oleofóbico resistente a impressões digitais

Câmera

O iPhone 11 inclui um conjunto de câmaras traseiras de 12MP com lente dupla. Há uma lente grande angular f / 2.4 com um campo de visão de 120 graus e zoom ótico de 2x e uma lente grande angular f / 1.8. O iPhone 11 suporta vídeo 4K em até 60 qps e 1080p em câmara lenta em até 240 qps. O telefone também possui um recurso de zoom de áudio que focaliza o áudio na área que está sendo ampliada, semelhante ao modelo Pro. As duas câmaras suportam vídeo, embora apenas a lente grande angular seja fornecida com estabilização ótica de imagem. Suporta um modo de retrato com controle de profundidade e um efeito bokeh avançado. O telefone também possui um modo noturno automático, permitindo que a câmara tire fotos mais brilhantes com ruído reduzido em ambientes com pouca luz. Há também um aplicativo de câmara redesenhado que adiciona novos recursos, como uma roda para escolher entre as diferentes lentes e pressionar o botão do obturador para gravar um vídeo. Com a câmara frontal é possível fazer selfies com câmara lenta, que a marca batizou de slofies (slow motion selfies).[4] A Apple também anunciou um novo recurso Deep Fusion, que aproveitará a IA e o aprendizado/aprendizagem de máquina para o processamento de imagens.

Análise

Fire Emblem: Fortune’s Wave – Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

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Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

O jogo é simplesmente lindo. Os gráficos em estilo anime são impressionantes, as animações são muito bem produzidas e existe uma grande preocupação em desenvolver a relação entre os personagens enquanto a história avança.

E é justamente aí que aparece um problema enorme para o público brasileiro: o jogo não possui localização para português.

Quando penso em recomendar esse jogo para a galera que acompanha o RK Play, essa é uma das primeiras coisas que passam pela minha cabeça. Estamos falando de um jogo focado em história, personagens, diálogos e construção de um universo medieval. Ou seja, entender o que está acontecendo não é apenas um detalhe.

Você pode até saber inglês e conseguir jogar tranquilamente. Mas muita gente no Brasil não domina o idioma. E isso não significa falta de interesse em videogames. Muitas pessoas simplesmente nunca tiveram a oportunidade de aprender inglês de forma suficiente para acompanhar um jogo com centenas de diálogos.

E existe outro ponto importante: você pode saber inglês, mas seus amigos, familiares ou outras pessoas que poderiam conhecer esse jogo talvez não saibam.

Isso acaba criando uma barreira enorme.

Eu já falei aqui no perfil sobre esse jogo e, sinceramente, é um título que eu facilmente consigo recomendar para muita gente. Ele tem uma proposta muito interessante, visual impressionante, combate estratégico, exploração e muitas horas de conteúdo.

Só que, para quem não entende inglês, a experiência pode ficar bastante prejudicada.

E o pior é que você não está apenas deixando de entender algumas frases. Você pode acabar perdendo justamente uma das partes mais importantes da experiência: a história e a relação entre os personagens.

Eu sei que qualquer pessoa pode começar a aprender inglês a qualquer momento. Também sei que existem escolas bilíngues e pessoas que têm contato com o idioma desde cedo.

Mas estamos falando do Brasil.

Uma localização em português não seria apenas uma comodidade. Para muita gente, ela seria a diferença entre conseguir aproveitar completamente o jogo ou simplesmente deixar passar.

Por isso fica a pergunta: uma tradução para português poderia fazer esse jogo alcançar muito mais jogadores no Brasil?

Na minha opinião, quando um jogo depende tanto de narrativa e diálogo, a localização faz uma diferença enorme na possibilidade de ele conquistar um novo público.

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Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

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E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

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