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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar uma saga que é de Super Mario BRos exe, aonde visitamos cada jogo do super mario na tematica de terror, com os jogos , Super mario bros exe,Super mario bros 2 exe, Super mario bros 3 exe, e Lost levels exe.

VOLTA DO MARIO MALIGNO 😈| HISTORIA SUPER MARIO BROS EXE!!

Espero que gostem!”


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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

Mario exe https://youtu.be/1qezZaH6Dco
Super Mario BRos exe SAGA COMPLETA https://youtu.be/tAxnkomdaBw

Historia de Pokemon https://youtu.be/K7jy-p67h9o
Pokémon Lost Silver https://youtu.be/Eeo6JhPexjw
Detetive PIKACHU FILME https://youtu.be/vAwVO9eiOgQ

Jump Force https://youtu.be/_mXIAtWaoAQ
Dragon Ball Adventure com Sonic https://youtu.be/a-TXlyxoHAc
Dragon Ball Adventure Nintendo WII https://youtu.be/i9m_TOYFDCI

Historia Detalrune https://youtu.be/s2ZCYTHW4oM
Bendy And the ink Machine https://youtu.be/cJASLn6Hckw

Historia Freedon Planet https://youtu.be/PneMqXZ1YmI

Mais sobre a saga Super Mario bros.exe

MARIO é uma hack ROM Super Mario World pelo usuário SMW Central Adam. O patch de hack pode ser baixado aqui. O patch em si é feito pelo usuário SMW Central M A R I O, cujo avatar é um SMW Mario sem rosto. Ele (ela?) Costumava não ser visto como inativo (um mês sem atividade te deixa inativo no SMW Central), já que ele (ela?) Postou coisas misteriosas e misteriosas de vez em quando, pouco antes de ele (ela?) ficaria inativo. Recentemente, a conta do SMW Central foi desativada.

A história
(Nota: Esta é uma história verdadeira, e resume o que estava passando pela minha cabeça enquanto eu estava tocando isso, e eu não tinha ideia de que estava prestes a ser enganada do jeito que era quando jogava isso e posso dizer que é por Até agora o hack mais arrepiante que eu já joguei.Se você estivesse no IRC, teria me ouvido falar sobre isso também, mas de qualquer maneira é tarde da noite, e eu não tenho muito tempo, e preciso dormir , então isso é tudo que eu tenho tempo para …)

Então, tudo aconteceu nesta noite de todas as noites. Eu estava entediada, obviamente, contemplando o que eu achava que poderia fazer para perder tempo enquanto conversava com as pessoas em #smwc. Passamos bons momentos e compartilhamos algumas risadas juntos. Fora do tédio, decidi patrulhar a seção “Hacks esperando para ser moderado”. Parece que tivemos um bom bocado, 33 se bem me lembro. Os primeiros hacks que eu vi quando os classifiquei por data foram um casal realmente horrível com screenshots ruins para inicializar.

Naturalmente mostrei esses hacks para as centralites atualmente no #smwc. Nós estávamos rindo de quão mal alguns deles estavam, mas então eu cheguei a um hack chamado “MARIO”. Apenas isso, nada mais, nada menos. A descrição parecia bastante estranha, como se algum hacker japonês estivesse tentando traduzir o enredo original de Super Mario World para o inglês e falhando horrivelmente. Mostrei isso para Kieran e ele começou a rir da descrição. Ele dizia o seguinte:

Como você joga o papel de encanador Super Mario, verifique se você é bonito Purinsesutozutouru novamente Bowser seqüestrado o rei do mal. É seu trabalho salvá-la! Este hack inclui seis níveis de muito tempo.

Eu simplesmente descartei isso como alguém tentando atuar em japonês e lançar uma porcaria de hack com algumas edições, ou algo assim, foi o que eu pensei que era, a princípio …

A curiosidade tirou o melhor de mim. Eu decidi fazer o download do hack, sem saber o que eu estava fazendo, já que a única captura de tela do hack foi a tela do título com nada além das letras “MARIO” da tela de título do Super Mario World. Eu achei que era um pouco estranho como não havia datas nem nada, já que os hackers costumam colocar seus nomes e datas nos títulos para marcar quando o projeto foi iniciado.

Então, quando abri o hack, fui recebido por dois arquivos. Um chamado 3007014, um simples arquivo .txt com 27 KB de tamanho, e o arquivo IPS, simplesmente chamado de “MARIO”. Por alguma razão estranha, eu queria ver o que o autor do hack tinha a dizer, mas quando abri o hack no bloco de notas, não havia nada além de símbolos e letras e pontuação indistinguíveis, como quando você abre uma rom em um texto editor como o bloco de notas. Parece que o autor copiou completamente a sua ROM para o formato .txt, embora eu possa estar errado. Olhando mais de perto, no topo do arquivo .txt misturado com o rabisco eu encontrei a única coisa que parecia ser o inglês lá.

Análise

Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?

A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

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A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.

Só que a história não fica apenas nisso.

Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.

E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.

Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.

Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.

A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.

As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.

É realmente um RPG muito bem acabado.

Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.

Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.

Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.

Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.

E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.

Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.

O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.

Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.

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Games

Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

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Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Cara, vou te falar que vale pra caraca.

Onimusha: Way of the Sword representa o retorno da franquia com uma proposta moderna, mas sem abandonar aquilo que tornou a série tão marcante. O jogo coloca você novamente em uma versão do Japão feudal cheia de demônios, onde a principal ferramenta para sobreviver é uma boa espada.

E visualmente o negócio está impressionante.

Uma nova versão do Onimusha

Quem conhece os jogos antigos vai perceber rapidamente que Way of the Sword mudou bastante a estrutura da franquia.

Os primeiros Onimusha tinham uma estrutura mais próxima de Resident Evil clássico, com cenários mais fechados, câmera mais distante e uma progressão que lembrava bastante os jogos de terror da Capcom daquela época. Ao mesmo tempo, o combate já tinha uma pegada de hack and slash, embora fosse bem mais cadenciado do que algo como Devil May Cry.

Agora a situação é completamente diferente.

Way of the Sword parece ter buscado inspiração na câmera sobre o ombro dos Resident Evil modernos. Você fica muito mais próximo do personagem durante a exploração e, principalmente, durante os combates.

E aí entra a espada.

O combate é muito mais direto, com você enfrentando diversos inimigos e utilizando sua lâmina para literalmente ceifar uma quantidade absurda de demônios.

Combate, orbes e ataques especiais

Durante as batalhas, você também encontra diferentes orbes e esferas que podem ser absorvidos pelo personagem.

Esses elementos servem para carregar determinados tipos de ataques especiais e acrescentam uma camada interessante ao combate. É aquele tipo de mecânica que deixa as lutas mais dinâmicas e faz você prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor.

Também dá para perceber algumas influências dos jogos Soulslike em determinadas situações de combate.

Não estou dizendo que Onimusha virou um Soulslike, porque não é isso. É mais uma impressão causada pela maneira como algumas lutas são construídas, pela importância de observar os inimigos e pelo ritmo de determinados confrontos.

E o sensor de movimento do Switch 2?

No Nintendo Switch 2, o jogo também possui suporte ao sensor de movimento dos Joy-Con.

E vou ser bem sincero: para mim, é uma das partes menos interessantes da experiência.

Eu entendo completamente a ideia de utilizar os movimentos para controlar a espada. É um diferencial que pode ser divertido durante alguns minutos, principalmente para quem gosta de experimentar recursos diferentes do console.

Mas depois disso, eu prefiro voltar para o controle tradicional e simplesmente apertar os botões.

A jogabilidade tradicional é muito mais confortável e, na minha opinião, combina melhor com a proposta do jogo.

Onimusha continua sabendo fazer comédia

Uma das coisas que mais gostei é que Onimusha: Way of the Sword consegue equilibrar muito bem sua atmosfera.

O jogo tem um visual extremamente sério, uma ambientação pesada e uma história envolvendo samurais, demônios e violência. Só que, em determinados momentos, aparecem aquelas situações completamente inesperadas que quebram um pouco a tensão.

E isso é muito Capcom.

A empresa tem uma tradição muito forte de colocar momentos de humor em jogos que, aparentemente, deveriam ser extremamente sérios.

Onimusha consegue fazer isso sem destruir completamente a atmosfera.

Uma história cheia de reviravoltas

Sem entrar em spoilers, a história também consegue surpreender.

Way of the Sword possui algumas reviravoltas que realmente não parecem óbvias, principalmente quando começamos a descobrir mais sobre determinados personagens.

E tem um vilão que, sinceramente, mostra mais uma vez o nível de maldade que alguns personagens da Capcom conseguem alcançar.

É aquele tipo de situação em que você olha para a tela e pensa: “Caraca, não é possível que esse cara fez isso.”

Mas essa parte fica para um outro vídeo, porque aí já entramos no território dos spoilers.

Vale os R$ 200?

Para quem estava esperando o retorno de Onimusha com um jogo novo, eu diria que sim.

Onimusha: Way of the Sword não tenta simplesmente copiar os jogos antigos. Ele pega a essência da franquia e adapta sua estrutura para uma geração mais moderna.

A câmera mudou, o combate evoluiu, a apresentação gráfica está impressionante e algumas mecânicas parecem claramente influenciadas pelas tendências modernas dos jogos de ação.

No Nintendo Switch 2, ainda existe o diferencial do sensor de movimento, embora eu particularmente prefira jogar utilizando os controles tradicionais.

Por cerca de R$ 200, para quem gosta de jogos de ação, samurais e da própria franquia Onimusha, é uma experiência que vale bastante a pena conhecer.

Agora, se você esperava uma experiência praticamente idêntica aos Onimusha clássicos, é importante saber que Way of the Sword mudou bastante a fórmula.

E talvez justamente essa mudança seja uma das coisas mais interessantes desse retorno.

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