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Mega Man Zero 2 é um jogo para Game Boy Advance que acontece muitos anos depois da série Mega Man X e do primeiro jogo Megaman Zero.
O sistema do jogo continua semelhante ao da série Megaman X.
História
Após a destruição de Copy X e da sede da Neo Arcadia, Zero lutou contra Neo Arcadianos por meses. Harpuia o resgata e o leva para a resistência ao encontá-lo. Ao chegar lá, se depara com Ciel trabalhando numa energia alternativa para solucionar a crise energética, motivo inicial para o genocídio cometido pela Neo Arcádia. Elpizo, novo comandante dos exércitos da Resistência, começou um plano para acabar de vez com Neo Arcadia.
Jogabilidade
A jogabilidade permanece semelhante a do jogo anterior, exceto por algumas novidades:
Zero recebe uma nova arma, o Chain Rod, construída a partir de restos do Triple Rod.
As Ex Skills, habilidades especiais obtidas dos chefes quando se completa o nível com rank A ou S.
Zero pode adquirir novas habilidades ao treinar suas habilidades anteriores, sistema apresentado pela mudança de forma.
Lista de chefes
Mecha Scorpia
Hyleg Orobockle
Polar Kamrous
Panther Flauclaws
Phoenix Magnion
Golem Type E
Golem Type F
Golem Type I
Kuwangust Anchus
Burble Hekelot
Fairy Leviathan
Fight Fefnir
Sage Harpuia
Chefes Finais
Rainbow Devil MK 2
Fefnir SP
Leviathan SP
Harpuia SP
Herculious & Kuwangust Anchus
Elpizo
Sinopse
Zero é acordado aproximadamente 100 anos após a Série X pela cientista Ciel, e se vê em um mundo completamente diferente. Contando com uma tecnologia muito superior a de sua época, humanos vivem pacificamente em uma cidade-estado intitulada “Neo Arcadia”, a Elysium sonhada por X. Todavia, o custo de tal serena forma de vida é logo revelado por inúmeros reploids sendo executados em campos de concentração sob a injusta acusação de rebelião contra a sociedade humana. O motivo de tal radicalismo era a crise de energia enfrentada no momento, encontrando na eliminação dos reploids a solução. Zero logo se alia a um grupo de reploids fugitivos que luta por igualdade de direitos para humanos e reploids, liderados por Ciel, humana que compartilha dos mesmos ideais. Entretanto, Zero descobre que o líder de tal sociedade é ninguém menos que um clone de seu melhor amigo X, com quem lutara lado a lado contra os seguidores de Sigma nas Maverick Wars desde que ambos foram encontrados,o clone é conhecido como Copy X. Agora Zero terá de ajudar a Resistência a por fim a opressão e conseguir a tão almejada paz com a Neo Arcadia, ou derrotá-la completamente junto da cópia de antigo amigo, X.
Novidades
A Série Zero, continua com a temática séria que se encontrava na Série X, completando definitivamente a perda da infantilidade ocorrida na Clássica. Trata de temas como corrupção governamental e luta pela igualdade, e possui um enredo excepcionalmente detalhado. Em termos de jogabilidade, apresentou novidade como a inserção de diversas novas armas e a possibilidade de passá-las de nível, a mudança para um estilo híbrido de RPG e aventura, a diversidade de objetivos das missões e de localizações para os chefes, a presença dos Cyber Elves.
Agora, pagar R$ 300 ou esperar uma promoção vai depender do quanto essa proposta chama sua atenção. Para quem ficou interessado depois de conhecer essas mecânicas, certamente é um jogo que vale a pena acompanhar.
Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Blood of Dawnwalker? Depois de jogar no PlayStation 5, posso dizer que esse é um daqueles jogos que acabaram me surpreendendo.
O jogo tem uma proposta bem interessante e, guardadas as devidas proporções, sua gameplay me lembrou um pouco The Witcher. Aqui, porém, você controla Coen, um vampiro que precisa salvar sua família e enfrentar o líder dos vampiros.
Mas o grande diferencial de Blood of Dawnwalker está na forma como o jogo trabalha o tempo.
Você tem apenas 30 dias
Durante a aventura, Coen tem 30 dias para cumprir seus objetivos. Parece bastante tempo, mas cada missão, investigação, combate ou tarefa pode consumir parte desse período.
E isso não funciona apenas como um contador decorativo.
As suas decisões realmente podem alterar o mundo. Se você demora para ajudar determinado personagem, ele pode acabar morrendo. Se demora para encontrar alguém, pode perder completamente aquela oportunidade.
Até mesmo alguns confrontos podem mudar dependendo de quando você decide enfrentá-los.
Um chefe que você poderia enfrentar em determinado momento pode reaparecer posteriormente em uma situação diferente e até mais poderoso.
Uma vibe de Zelda Majora’s Mask
Essa mecânica de tempo me lembrou bastante The Legend of Zelda: Majora’s Mask, principalmente pela sensação de que o mundo continua acontecendo enquanto você está fazendo outras coisas.
A diferença é que Blood of Dawnwalker mistura essa ideia com elementos de RPG, exploração, habilidades e escolhas que podem alterar o andamento da história.
E é justamente isso que torna a experiência interessante.
Você precisa pensar não apenas no que vai fazer, mas também quando vai fazer.
Os finais dependem das suas decisões
Como o tempo e as escolhas influenciam diretamente os acontecimentos, diferentes jogadores podem acabar tendo experiências bem diferentes.
Dependendo do que você consegue realizar durante os 30 dias, determinados personagens podem sobreviver ou morrer, algumas situações podem acontecer de maneiras diferentes e o próprio desfecho da história pode mudar.
Isso dá ao jogo um incentivo interessante para uma segunda jogatina.
Faltou uma dublagem
Um dos pontos que senti falta foi uma dublagem.
Blood of Dawnwalker é um jogo bastante focado em narrativa e personagens, então uma dublagem poderia deixar a experiência ainda mais envolvente.
É uma pena que isso tenha ficado de fora, principalmente considerando a quantidade de diálogos e acontecimentos durante a aventura.
Então, vale R$ 300?
Blood of Dawnwalker foi um jogo que estava completamente fora do meu radar e acabou me surpreendendo.
Ele não é perfeito, mas tem uma proposta diferente, principalmente por causa da mecânica dos 30 dias e da maneira como suas decisões afetam o mundo.
Se você gosta de RPGs com exploração, escolhas e consequências, e curte uma experiência em que o tempo realmente importa, Blood of Dawnwalker é um jogo que merece sua atenção.
Agora, pagar R$ 300 ou esperar uma promoção vai depender do quanto essa proposta chama sua atenção. Para quem ficou interessado depois de conhecer essas mecânicas, certamente é um jogo que vale a pena acompanhar.
Eu joguei no PlayStation 5 e, no geral, gostei bastante da experiência.
Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?
A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.
A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.
Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.
Só que a história não fica apenas nisso.
Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.
E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.
Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.
Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.
A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.
As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.
É realmente um RPG muito bem acabado.
Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.
Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.
Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.
Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.
E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.
Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.
O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.
Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.
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